<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000</id><updated>2012-02-16T21:11:46.841-02:00</updated><title type='text'>Antropologia, Mitologia, Paleontologia, Cultura.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>78</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-5236018896984089840</id><published>2011-03-24T16:54:00.000-03:00</published><updated>2011-03-24T16:54:22.726-03:00</updated><title type='text'>Foi descoberto no litoral do Maranhão, um fóssil de um dinossauro, o maior carnívoro do Brasil.</title><content type='html'>O Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) anunciou hoje, dia 16, a descoberta do maior dinossauro carnívoro do Brasil. Foi batizada de Oxalaia quilombensis, a espécie faz parte do grupo de espinossaurídeos, dinossauros com crânio alongado e espinhos que formam uma espécie de vela nas costas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Acredita-se que o animal, que media entre 12 e 14 metros (do crânio à ponta da cauda) e pesava entre 5 e 7 toneladas, viveu há cerca de 95 milhões de anos, no litoral do Maranhão. Antes da descoberta do Oxalaia quilombensis, o maior dinossauro carnívoro brasileiro era o Pycnonemosaurus, que media 9 metros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a pesquisadora Elaine Machado, do Museu Nacional, a espécie foi identificada a partir de um conjunto de fósseis, com partes do maxilar e dentes do dinossauro, encontrado em 1999 na Ilha do Cajual, no Maranhão. A identificação da espécie e a divulgação da descoberta, no entanto, demoraram 12 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ele era o réptil dominante da Ilha do Cajual. E esse é um grupo de dinossauros que desperta grande interesse não só aqui no Brasil quanto lá fora, porque tem características diferentes de outros dinossauros carnívoros. E, por ter sido uma das estrelas do filme Jurassic Park, ele chama muita atenção", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome Oxalaia é uma homenagem à divindade africana Oxalá e quilombensis remete ao fato de que a Ilha do Cajual já foi um quilombo, onde viveram descendentes de escravos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-5236018896984089840?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/5236018896984089840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2011/03/foi-descoberto-no-litoral-do-maranhao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5236018896984089840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5236018896984089840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2011/03/foi-descoberto-no-litoral-do-maranhao.html' title='Foi descoberto no litoral do Maranhão, um fóssil de um dinossauro, o maior carnívoro do Brasil.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-344845618558278521</id><published>2011-03-16T12:24:00.000-03:00</published><updated>2011-03-16T12:24:36.754-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>o: Unesco debaterá em Belém a alfabetização de adultos&lt;br /&gt;Autor: Bittar , Rosângela&lt;br /&gt;Fonte: Valor Econômico, 10/09/2009, Brasil, p. A5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oitenta ministros de diferentes países do mundo vão debater, em companhia de alguns presidentes, inclusive Luiz Inácio Lula da Silva, no início de dezembro, em Belém, no Pará, a situação em que se encontram as sociedades na questão da alfabetização de adultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este, ao lado da qualidade dos cursos de pedagogia para formar os professores da educação básica, é um dos maiores desafios da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para este ano e a instituição começa a enfrentá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Unesco quer vencer a eterna polêmica sobre se vale a pena ou não investir em educação de adultos. Para Vincent Defourny, representante da Unesco no Brasil, esta é uma questão superada. Claro que vale, e os estudos sobre retorno de investimento estão aí para comprovar o acerto destas opções políticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação do Brasil nas questões com as quais a Unesco se preocupa no momento não é boa. Da meta de alfabetizar 10 milhões de adultos, fixada em 2003, o país conseguiu apenas 1,5 milhão. Hoje, são 12,5% de analfabetos, taxa que já foi de 10%, quando se considerava erradicado o analfabetismo pelos parâmetros internacionais. Em números absolutos, são 14 milhões de analfabetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A informação que a Unesco obtém de estudos técnicos realizados em instituições de alta qualidade é que o retorno do investimento na educação de adultos é alto, e os ganhos são maiores sobretudo para as mulheres. Este é um tema prioritário para este ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O outro desafio para a instituição continua sendo o problema crônico da aprendizagem, que não é fácil resolver. Neste quesito, a situação brasileira também é grave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paolo Fontani, novo coordenador do setor de educação da Unesco, aponta que 68% dos brasileiros chegam ao fim de oito anos de estudos básicos sem saber ler, escrever e compreender. O que acontece em sala de aula ainda é um mistério. E aqui já foi várias vezes identificado o problema crucial da formação do professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Unesco também incluiu entre os seus desafios do momento o investimento na qualidade e formação dos educadores, com uma revisão profunda dos cursos de pedagogia e de licenciatura, inclusive dos currículos. Um amplo diagnóstico da carreira docente está também em preparação, especialmente aqueles professores que atuam na educação básica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O magistério é a terceira carreira com maior número de profissionais. A primeira é a de escriturários, a segunda de funcionários do setor terciário, e a terceira a do magistério. Na área básica, são 2 milhões de profissionais. Levantamento a ser concluído em dois meses mostrará a carreira, a formação e a inserção no mercado de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproximadamente 80% desses professores trabalham em uma única escola e não em várias, como dizia a mitologia; 90% deles têm nesta atividade o seu trabalho principal, outro rompimento de falso dogma. A grande maioria dedica-se 30 horas aos seus alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro diagnóstico parcial do estudo é que as áreas mais carentes de professores são as de física e química (faltam 60 mil e 49 mil respectivamente), e como não há mestres adequados, acabam sendo também as de qualidade insuficiente, porque são recrutados, para dar aulas destas disciplinas, professores de outras especialidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Unesco espera promover um rico debate sobre estes dois desafios que agridem os sistemas educacionais do Brasil e de muitos outros países do mundo, inclusive dos países do mundo desenvolvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da conferência - a sexta de abrangência internacional sobre educação de jovens e adultos, a realizar-se em Belém na primeira semana de dezembro - espera a Unesco colher um plano completo de ação para melhorar a educação de adultos em todo o mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-344845618558278521?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/344845618558278521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2011/03/o-unesco-debatera-em-belem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/344845618558278521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/344845618558278521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2011/03/o-unesco-debatera-em-belem.html' title=''/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-5139547822592906098</id><published>2010-11-15T15:25:00.000-02:00</published><updated>2010-11-15T15:25:46.459-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Apolo,Mitologia Greco - Romana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Febo dos latinos. Divindade solar, filho de Júpiter e de Latona. É concebido como irmão de Diana, porque ambos, alternativamente, iluminam o mundo. Quando Apolo ( o Sol ) desaparece no horizonte, Diana ( a Lua ) resplandece no céu. Latona, ao sentir aproximar-se o momento de pôr no mundo o deus de cabeleira loura e de radiante beleza, saiu pelo mundo a fora, à procura de um asilo, e não o encontrava, porque Juno havia maldosamente ordenado à Terra que não lhe desse abrigo. Mas Netuno, fendendo uma rocha com o seu tridente, fez nascer a ilha de Delos, para onde Latona, transformada em codorniz, se transportou.&lt;br /&gt;Aí chegando, vários cisnes de imaculada brancura vieram saudá-la, ruflando as asas e sacudindo as lindas plumagens; a terra cobriu-se de flores; o mar e as montanhas, douradas pela luz solar, pareciam revestir-se de um manto de púrpura, e a criança veio ao mundo. Temis, descendo do Olimpo, chegou aos lábios do recém-nascido o néctar e a ambrosia. Mal Apolo saboreou esses licores da imortalidade, as faixas que o envolviam, bem como o cinto de ouro que cingia a sua cintura, se desataram, e ele, "entrando no seu brilhante carro, iniciou o giro através do esplendor do céu". Apenas com quatro dias de existência, já manifestou o seu poder, atravessando, com suas infalíveis flechas, o horrendo dragão Piton, tremendo flagelo de Parnaso. Amou a ninfa Coronis, que o tornou pai de Esculápio; e, como esse seu filho fosse fulminado por Júpiter ( vide Esculápio ), Apolo matou, a flechadas, os cíclopes que forjaram o raio fatal. Por este ato homicida, foi ele condenado ao exílio na terra, onde se entregou, durante nove anos, ao serviço de Admeto, rei da Tessália, cujo rebanho passou a apascentar. Certa vez, quando ali se achava, surpreendeu na solidão de um bosque, a colher flores, a formosa Dafne, filha de Gea. Por ela se apaixonando, tentou possuí-la: mas a donzela, rápida como uma corsa, abriu em desabrida carreira, e estava quase a ser alcançada, já sentia em suas faces o hálito escaldante do seu perseguidor, quando, a um supremo grito, a sua mãe ( a terra ) abriu o seio e a acolheu. Amou e foi amado por Jacinto, filho de Amiclos. Divertia-se com este mancebo, no jogo de arremesso de disco, quando o maldoso Zefiro, movido pelo ciúme, desviou, com seu sopro, a pesada massa de ferro, levando-a a vitimar o amigo. Apolo, cheio de dor, transformou-o na flor jacinto.&lt;br /&gt;Sendo Apolo o deus da claridade diurna, os gregos, para explicarem os dias brumosos do inverno, concebem-no como um deus viajante que, temporariamente, abandona o santuário grego, para onde torna na primavera. Além disso, é Apolo deus dos oráculos, da poesia, da medicina, da arte, dos pastores, do dia, da música e da dança. Com sua lira, preside o coro das musas e das graças e, no Olimpo, diverte os imortais. Tendo Mársias ousado rivalizar com a sua lira, foi por ele esfolado vivo ( vide Mársias ). Castigou o rei Midas, com orelhas de burro, por haver votado contra ele em concurso musical. Entre os seus inúmeros templos, os mais célebres foram localizados em Delfos, Leocotoe, Dafne, Clitia, etc. Eram-lhe consagrados: o galo, o gavião e a oliveira. Os artistas representam-no com uma lira na mão, rodeado de instrumentos própios das artes; ou ainda, sobre um coche tirado por cavalos, correndo o zodíaco.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-5139547822592906098?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/5139547822592906098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/11/apolomitologia-greco-romana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5139547822592906098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5139547822592906098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/11/apolomitologia-greco-romana.html' title=''/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-8805223584509256956</id><published>2010-09-08T21:02:00.002-03:00</published><updated>2010-09-10T18:50:41.728-03:00</updated><title type='text'>Bullying.</title><content type='html'>O bullying é um  tema bastante importante, porque está relacionado a vida das pessoas atualmente, é um assunto de interesse dos pais e de alunos de colegios públicos e privados, assim como de profissionais da area de saúde, e também de psícólogos e psiquiatras. A violencia escolar, provocações, humilhações, agressões, isolamentos praticados por um indivíduo ou um grupo de pessoas a outros podem causar traumas. Ele também acontece dentros de empresas entre adultos. De acordo com psicólogos, o bullying é capaz de causar graves problemas ao desenvolvimento da personalidade da criança e da pessoa, tanto para a humilhada, quanto a que exerce o papel de tirano. O bullying pode gerar casos de depressão entre jovens que não recebem a tempo a devida orientação escolar ou familiar. Já os praticantes de bullying, tornam-se adultos com atitudes violentas e anti-sociais. A orientação dos especialistas é a seguinte: observar o comportamento da pessoa e buscar ajuda profissional aos primeiros sinais. Essa ajuda, com certeza, possibilitará uma vida mais serena para a família e para todos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-8805223584509256956?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/8805223584509256956/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/09/bullying.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/8805223584509256956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/8805223584509256956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/09/bullying.html' title='Bullying.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-4263696408396151437</id><published>2010-08-05T23:45:00.006-03:00</published><updated>2010-08-14T11:47:25.883-03:00</updated><title type='text'>Neutralizar Carbono e valorizar o nosso Meio Ambiente.</title><content type='html'>Cultura se materializa no modo de vida,nos padrões de comportamento,nas crenças e valores de cada sociedade.Ou seja, é tudo aquilo que é produzido e cultivado,transformado pelos grupos humanos.&lt;br /&gt;As coisas que os grupos humanos transformam são as cidades, os transportes, a culinária,a produção econômica, as ciências, as artes. A cultura abstrata é formada por crenças, pela moral, pelas leis,e pelos sentimentos.É na vida em sociedade que se manifesta a cultura. Hoje em dia, no Brasil o tema Meio Ambiente é um assunto muito importante tambem para a nossa vida e para nossa cultura. Vamos ver, então.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Câmara de Cultura, no dia 03/07/2008, apresentou o projeto “Neutralização de Carbono e Desenvolvimento Social”, em palestra realizada na Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca do município de Itaguaí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coordenação do projeto, há quase dois anos, trabalha no desenvolvimento de um projeto de neutralização de carbono em áreas degradadas a serem recuperadas, partindo do conceito de que as áreas degradadas devem ser foco principal em programas de neutralização de carbono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como áreas degradadas prioritárias foram definidas as áreas de preservação permanente (matas ciliares e encostas instáveis) e reservas legais. Sempre que possível será dada prioridade às áreas que possam formar corredores ecológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos simplificados, o projeto foi concebido com alguns conceitos essenciais: Recuperar e revitalizar áreas degradadas; Neutralizar carbono; Gerar emprego e renda; e Ação complementar de segurança alimentar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o ambientalista Henrique Cortez, coordenador do portal e do blog Ecodebate, a idéia é simples – a área é dividida em mosaico, com 50% para revegetação com árvores nativas da região e 50% com pinhão manso ou outra árvore produtora de biodiesel adequada à área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta base visa a Recuperação de áreas degradadas com plantio, em mosaico, de árvores nativas e árvores produtivas (pinhão manso ou palma, para biodiesel, ou seringueira para borracha natural); e visa tambem fazer a utilização das áreas marginais do projeto para hortas comunitárias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-4263696408396151437?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/4263696408396151437/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/08/neutralizacao-de-carbono-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4263696408396151437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4263696408396151437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/08/neutralizacao-de-carbono-e.html' title='Neutralizar Carbono e valorizar o nosso Meio Ambiente.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-4209214795363888986</id><published>2010-04-09T19:23:00.000-03:00</published><updated>2010-04-09T19:23:39.643-03:00</updated><title type='text'>Os seres vivos e o meio ambiente.</title><content type='html'>OS SERES VIVOS E O MEIO AMBIENTE.&lt;br /&gt;Os níveis de Organização dos seres vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           Já sabe que os seres vivos de um mesmo grupo que são capazes de se reproduzirem, produzindo descendentes férteis, pertencem a uma mesma espécie. Por exemplo, temos espécies de cães, de gatos, de mangueiras, de bois, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           Indivíduo ==&gt; “unidade” na organização dos seres vivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           Temos quatro espécies diferentes: a do cão, a dos gatos, a das borboletas e a do mamoeiro. Mas temos sete indivíduos, ou sete organismos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Você pode considerar o indivíduo como sendo uma “unidade” dentro de cada grupo de espécie. Sendo assim, temos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      um indivíduo da espécie cão;&lt;br /&gt;    *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      dois indivíduos da espécie gato;&lt;br /&gt;    *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      três indivíduos de uma espécie de borboletas;&lt;br /&gt;    *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      um indivíduo da espécie mamoeiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            A partir dessa idéia, vamos estudar os diferentes níveis de organização dos seres vivos. Vamos tomar o gato como base de estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;População, conjunto de indivíduos da mesma espécie vivendo numa mesma região&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             Se um gato é um indivíduo, muitos gatos são uma população de gatos. Então podemos dizer que população é o conjunto de indivíduos da mesma espécie que vivem numa mesma região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comunidade, conjunto de populações coexistindo numa mesma região&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Considere todas as populações que coexistem numa mesma região, como as populações de cabras, de roseiras, de coelhos e de formigas. Neste caso, temos uma comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               Numa comunidade, os seres vivos interagem, isto é, estabelecem relações entre si. Diz-se que existe uma interdependência entre os seres vivos. Se, por exemplo, os vegetais desaparecessem, toda a comunidade ficaria ameaçada, pois os animais não encontrariam mais alimentos e acabariam morrendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               Outro exemplo: O extermínio de cobras em uma determinada região pode favorecer um aumento excessivo no número de ratos e outros roedores, que servem de alimento às cobras. O aumento exagerado das populações de ratos e outros roedores pode provocar na região uma grande redução na população de gramíneas e vegetais herbáceos, que servem de alimento a esses animais. Sem a cobertura vegetal, o solo fica exposto à erosão pelas águas das chuvas e tende a ficar estéril, dificultando o desenvolvimento de plantas nessa área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               Da mesma forma, se os microrganismos decompositores presentes no solo desaparecessem, não haveria a decomposição dos cadáveres dos animais e dos restos vegetais. Sendo assim, não haveria também a formação do humo que fertiliza o solo e fornece sais minerais aos vegetais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ecossistema = comunidade + meio ambiente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               Você já tem  três níveis de organização dos seres vivos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                Primeiro nível: os indivíduos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                Segundo nível: as populações;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                Terceiro nível: as comunidades.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                Os seres vivos de uma comunidade são os componentes bióticos de um ecossistema; fatores físico-químicos do ambiente (luz, água, calor, gás oxigênio, etc.) são os componentes abióticos de um ecossistema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                 Assim, um lago, um rio, um campo ou uma floresta são exemplos de ecossistemas. Neles, encontramos seres vivos diversos (componentes bióticos) que se relacionam entre si e com os vários fatores ambientais, como a luz, a água, etc. (componentes abióticos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habitat, “endereço” de uma espécie em um ecossistema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                  Na natureza, as espécies são encontradas em lugares determinados. É como se fosse um endereço. Por exemplo: a onça e o gambá vivem na floresta e não no deserto; o camelo e o rato-canguru vivem no deserto e não em uma floresta; o Curimatá vive no rio e não no mar; a sardinha vive no mar e não no rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                  Esses exemplos mostram que cada espécie está adaptada para viver em um determinado ambiente: floresta, deserto, água doce, água salgada, etc. Esse lugar, onde a espécie vive, recebe o nome de habitat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nicho ecológico, modo de vida de uma espécie em um ecossistema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                   O conjunto de atividades ecológicas desempenhadas por uma espécie no ecossistema recebe o nome de nicho ecológico. Como se conhece o nicho ecológico de uma espécie?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                   Para conhecer o nicho ecológico de determinada espécie, precisamos saber do que ela se alimenta, onde se abriga, como se reproduz, quais os seus inimigos naturais, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                   Vamos ver alguns exemplos: a cutia e a onça podem ser encontradas na mata Atlântica; possuem, então, o mesmo hábitat. No entanto, os nichos ecológicos desses animais são diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                    A cutia é herbívora, alimentando-se de frutos, sementes e folhas; abriga-se em tocas ou em tocos de árvores e serve de alimento para animais diversos, como a própria onça. Já a onça é carnívora, alimenta-se de animais diversos, como cobras e macacos, e não vive em tocas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                     Como se vê, cutias e onças têm modos de vida diferentes, isto é, desempenham diferentes atividades dentro de um mesmo ecossistema. Logo, o nicho ecológico da cutia é diferente do nicho ecológico da onça. Logo, o nicho ecológico da cutia é diferente do nicho ecológico da onça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A competição em um ecossistema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                     Num mesmo ecossistema, quando duas espécies de seres vivos têm nichos ecológicos semelhantes, haverá competição entre elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                     A competição ocorre quando indivíduos de uma mesma espécie ou de espécies diferentes disputam alguma coisa num mesmo ambiente, como alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                     Na natureza, quando a competição se torna muito grande entre seres de espécies diferentes, a espécie menos adaptada migra para outras regiões ou muda seus hábitos alimentares, podendo até ser extinta da região em que vivia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                     Além do alimento, os seres vivos podem competir por outros fatores do ambiente, como um abrigo para morar, água ou uma sombra para se protegerem do calor do sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                     A competição é um tipo de relação ecológica. Ela funciona como mecanismo de seleção natural, pois os indivíduos que conseguem vencer a competição podem provocar o desaparecimento da outra espécie ou a sua mudança de hábitat. Se os nichos ecológicos de duas espécies diferentes forem também diferentes, não haverá competição entre elas.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biosfera, o conjunto de todos os ecossistemas do planeta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                     O conjunto de todos os ecossistemas da Terra forma a biosfera. A biosfera é a parte da Terra onde existe vida. É uma fina camada abaixo e acima do mar, onde os seres vivos encontram condições favoráveis à sua sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTES: Base de dados do Portal Brasil e "Os seres vivos".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-4209214795363888986?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/4209214795363888986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/04/os-seres-vivos-e-o-meio-ambiente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4209214795363888986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4209214795363888986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/04/os-seres-vivos-e-o-meio-ambiente.html' title='Os seres vivos e o meio ambiente.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-5867796852677249355</id><published>2010-04-06T20:55:00.001-03:00</published><updated>2010-04-06T20:55:35.633-03:00</updated><title type='text'>O que é área indígena ?</title><content type='html'>Procurador e fazendeiros divergem sobre o que é área indígena.&lt;br /&gt;CORREIO DO ESTADO - MS / 4-agosto-2008. merciogomes.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Artigo 231 da Constituição Federal reconhece os direitos indígenas. De acordo com o texto, são reconhecidos aos índios (. .) os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam. Porém, interpretações distintas sobre o que é considerada uma área tradicionalmente ocupada colaboram para o acirramento das discussões entre produtores rurais e autoridades responsáveis pelo o início dos estudos para a demarcação das terras indígenas da etnia Guarani-Kaiowá na região sul do Mato Grosso do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A Constituição diz ocupadas, no tempo presente. Os índios têm direito área que eles ocupam hoje, afirmou o proprietário de terras na região de Dourados, cidade a 225 quilômetros, de Campo Grande, Gino José Ferreira, presidente licenciado do sindicato dos produtores rurais do município. A Constituição foi criada desta forma justamente para proteger o direito a propriedade das terras não ocupadas por indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fosse para demarcar tudo o que já foi ocupado por índios, teríamos que demarcar o vale do Anhangabaú [em São Paulo], a praia de Copacabana [no Rio de Janeiro]. Antes, tudo não era ocupado por índios? Por que ninguém vai demarcar, complementou Gino, em entrevista Agência Brasil. As pessoas envolvidas neste trabalho querem desestabilizar o setor produtivo brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oargumento de Ferreira é rebatido pelo procurador da República de Dourados, Marco Antônio Delfino de Almeida, responsável por fazer valer o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), em que a FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO (FUNAI) se compromete a demarcar os territórios Guarani-Kaiowá sul-mato-grossenses até 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O território tradicionalmente ocupado é aquele que o levantamento antropológico vai apontar. É o território em que os índios e seus ancestrais nasceram, viveram, morreram, e foram sepultados antes da chegada do branco, afirmou Almeida. Só não determinamos a demarcação de territórios indígenas no Nordeste, por exemplo, pois lá não há índios. Não porque eles nunca existiram, mas porque foram dizimados. (informações da Agência Brasil)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-5867796852677249355?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/5867796852677249355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/04/o-que-e-area-indigena.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5867796852677249355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5867796852677249355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/04/o-que-e-area-indigena.html' title='O que é área indígena ?'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-2716324964506095210</id><published>2010-03-19T21:31:00.006-03:00</published><updated>2010-03-19T22:46:41.488-03:00</updated><title type='text'>Antropologia.</title><content type='html'>Autor: Manuel Gomes da Silva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A antropologia é uma forma de olhar para a vida dos outros com interesse. De querer entender profundamente as emoções e razões alheias, de não se conformar com explicações superficiais. De ser capaz de partilhar tudo na nossa vida. Requer ampliação do olhar. A Antropologia objetiva criar uma idéia de humanidade construída pelas diferenças dos seres humanos e dos grupos sociais, abrangendo todas as suas dimensões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-2716324964506095210?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/2716324964506095210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/03/antropologia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2716324964506095210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2716324964506095210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/03/antropologia.html' title='Antropologia.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-4251457390280689214</id><published>2010-03-10T18:21:00.003-03:00</published><updated>2010-03-10T18:43:55.293-03:00</updated><title type='text'>O Castigo de Quelone.</title><content type='html'>Autores: A. S. Franchini. e Carmen Seganfredo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Olimpo estava em festa: Júpiter e Juno iriam finalmente se casar.&lt;br /&gt;As duas imensas portas do Empíreo, algodoadas de nuvens, haviam sido abertas de par em par pelas três Horas — Eunomia, Dice e Irene -, que faziam o papel de anfitriãs. Atrás delas podia-se divisar perfeitamente o brilho feérico e resplandecente do palácio dourado onde iria se realizar a tremenda festa.&lt;br /&gt;Os convidados iam chegando em grande número, atravessando a ponte multicolorida do imenso arco-íris.&lt;br /&gt;— Vejam, irmãs — disse Eunomia, radiante -, quantos convidados! Estejamos atentas para que não nos escape presença alguma.&lt;br /&gt;— E nenhuma ausência, também! — disse Dice, cuja tarefa era ir riscando os nomes dos convidados que chegavam.&lt;br /&gt;Os principais deuses do panteão olímpico iam chegando, sozinhos ou aos pares, conversando alegremente. Ceres, vestida com uma túnica drapejada e esvoaçante, surgiu, entre tantas outras divindades, toda sorridente.&lt;br /&gt;— Nossa! — disse Irene, a porteira esbelta. — Ela caprichou mesmo! Junto dela estava Minerva, a deusa da sabedoria.&lt;br /&gt;— Sempre recatada, mas também sempre encantadora! — comentou Eunomia, afastando-se um pouco para permitir a sua passagem.&lt;br /&gt;Apólo e sua irmã Diana vinham abraçados, dando uma gostosa gargalhada. Do que riam tanto?&lt;br /&gt;Os grupos foram passando um a um até que chegou o casal mais curioso: a maravilhosa Vênus e seu truculento esposo Vulcano.&lt;br /&gt;— Vejam só, será que finalmente ele resolveu tomar um banho? — cochichou Irene à sua irmã Dice, que ocultou no véu um sorriso discreto.&lt;br /&gt;De fato, o deus das forjas, normalmente coberto de fuligem, naquele dia surgira diante de todos um pouco mais apresentável, apesar de toda a sua feiúra. Seus cabelos emaranhados pareciam ter sidos apresentados finalmente a uma escova, e algo parecido com uma esponja parecia ter sido esfregado sobre o pêlo espesso do peito e dos membros.&lt;br /&gt;Quase todos os convidados já haviam chegado, inclusive Netuno, com sua corte aquática, úmida e festiva, e o sombrio cortejo de Plutão, que trazia pelo braço sua esposa Prosérpina, pálida como sempre, porém um pouco mais animada.&lt;br /&gt;De repente, porém, Eunomia, que passava em revista com suas irmãs a enorme lista com os nomes riscados, escutou uma voz soar bem ao seu lado.&lt;br /&gt;— Porteiras do Olimpo, como estão? Era Mercúrio, o deus dos pés ligeiros.&lt;br /&gt;— Ótimas! — respondeu Irene, pelas três. — Acho que não falta mais ninguém, e você deve ser o último.&lt;br /&gt;Na verdade Mercúrio fora o encarregado de levar os convites do casamento a todos os recantos do Universo. Finalmente, retornava de sua trabalhosa missão.&lt;br /&gt;— Não, esperem! — gritou Eunomia, colando o alvo dedo sobre um nome da lista.&lt;br /&gt;Os rostos das duas irmãs, mais o de Mercúrio, voltaram-se atônitos para ela.&lt;br /&gt;— Como? Ainda falta alguém? — perguntou o deus mensageiro.&lt;br /&gt;— Sim, a ninfa Quelone! — exclamou Eunomia. — Alguém a viu passar? -Não, ninguém a vira passar.&lt;br /&gt;— O que terá acontecido? — disseram as Horas numa só voz. Mercúrio apertou um pouco mais as suas sandálias aladas e desapareceu como um pé de vento pela estrada colorida, deixando somente a sua voz:&lt;br /&gt;— Vou refazer o trajeto até sua casa e ver o que houve!&lt;br /&gt;O filho de Júpiter percorreu grande parte da estrada, e quanto mais avançava, mais temia pelo atraso — ou mesmo pela ausência definitiva da ninfa Quelone.&lt;br /&gt;"Por Júpiter, se Juno descobre que ela ignorou sua festa, a matará!", pensava o deus mensageiro, enquanto apertava o pétaso para que não voasse de sua cabeça.&lt;br /&gt;Quelone, entretanto, ainda estava descansada em sua casa, à beira do rio.&lt;br /&gt;— Que calor! — disse ela, espreguiçando-se. — Essa tal de Juno, também, pensa que eu sou o quê, para me largar desta distância toda até a sua casa? Só para ir lhe bajular?&lt;br /&gt;A vontade de ir para a festa de casamento de Juno era nenhuma. Na verdade não tinha vontade de fazer nada. Sim, porque apesar de ser uma ninfa adorável, era também a mais preguiçosa das criaturas. "Miseravelmente preguiçosa", como lhe dissera um dia um fauno das redondezas.&lt;br /&gt;Por diversas vezes Quelone ensaiara a sua ida ao casamento. Na verdade, passara a manhã toda indecisa: que roupa usaria, afinal? Mais vaporosa ou mais discreta? Isto implicava uma escolha — e escolher era tão cansativo! E o maldito penteado, solto ou preso? Pintaria ou não as suas compridas unhas? Ai! Dez unhas nas mãos e mais dez lá nos pés! E a que horas deveria sair? Um pouco mais cedo ou bem mais tarde?&lt;br /&gt;Afinal de contas, deveria mesmo ir?&lt;br /&gt;Cogitando e refrescando os pés na água, a ninfa deixava o tempo passar.&lt;br /&gt;— Acho que agora não dá mais tempo... — pensou, ao observar o sol lá no alto. De repente, Mercúrio tapou o sol. Quelone, já de olhos fechados, murmurou."&lt;br /&gt;— Ih, agora é que não vai dar para ir mesmo... Lá vem chuva!&lt;br /&gt;— Sua preguiçosa, eu já imaginava! — disse o deus, pousando ao seu lado. Quelone levantou-se, de susto.&lt;br /&gt;— Ah, é você? — disse ela, com a mão em pala sobre os olhos. — Sempre correndo pra cima e pra baixo, não é?&lt;br /&gt;— Voando, querida, voando! — respondeu Mercúrio, passando uma água no rosto.&lt;br /&gt;— Humpf! — fez Quelone, esgotada, fechando os olhos outra vez.&lt;br /&gt;— Vamos, levante-se, preguiçosa! Está quase na hora das bodas de Juno.&lt;br /&gt;— Não posso — disse Quelone. — Acordei com o pé machucado.&lt;br /&gt;— O lençol o esmagou? — perguntou Mercúrio, com um tom de mofa.&lt;br /&gt;— Ai, é verdade — disse a ninfa, colocando-se em pé com fingida dificuldade. Mas o deus não estava para lorotas e, em dois tempos, colocou-a no rumo da estrada. Mas a ninfa teimava em atrasar o seu passo: ora parava para descansar, ora simulava uma insolação. As horas passavam, e Mercúrio, aflito, sentia que daquele jeito jamais chegariam.&lt;br /&gt;— Bem, adeus, vou indo na frente, senão Juno também me matará! — disse o deus, perdendo de vez a paciência.&lt;br /&gt;—  Isto, vá logo, apressadinho! — disse Quelone, sentando numa pedra azulada, bem no começo da longa estrada do arco-íris que levava até o palácio de Júpiter. — "Por que não me levou nos braços, então, se estava com tanta pressa?", perguntou-se, mal-humorada. "Depois a preguiçosa sou eu!"&lt;br /&gt;Quelone adormeceu bem na entrada do arco-íris. Quando acordou novamente, a magnífica festa já havia acabado. Grupos alegres já voltavam, cruzando por ela.&lt;br /&gt;— Que festa, hein? — dizia um fauno, todo descabelado.&lt;br /&gt;— Esta, sim, valeu a pena! — dizia uma nereida, que parecia ter abusado um pouco do vinho.&lt;br /&gt;Deuses, ninfas, faunos, todos esbarravam em Quelone, que era a única a seguir em sentido contrário.&lt;br /&gt;— Esqueceu algo, querida? — perguntou-lhe Dóris, esposa de Nereu.&lt;br /&gt;— Não me amole — replicou Quelone.&lt;br /&gt;Apesar da festa já haver acabado, ela ainda tentava avançar, nem que fosse para se explicar com a nova rainha do céu.&lt;br /&gt;— "Rainha do Céu!" — tripudiou a ninfa. — "Ai, Rainha do Céu, desculpe o atraso!" "Tudo bem, Rainha do Céu?" "Quem diria, hein: Rainha do Céu!" Quer saber de uma coisa? Vou é voltar já para casa!&lt;br /&gt;E voltou mesmo. Um pouquinho mais rápida, desta vez.&lt;br /&gt;Quando chegou lá, jogou-se em seu leito, exausta. Mas Mercúrio a aguardava.&lt;br /&gt;— Você não foi até lá, então? — disse o deus, com o cenho franzido.&lt;br /&gt;— Não incomoda, pé-de-vento! — resmungou a ninfa, cobrindo o rosto. -Diz lá pra Rainha do Céu que um dia desses apareço para dar os parabéns.&lt;br /&gt;Mercúrio, perdendo definitivamente a paciência, pegou-a pelos pés e arrojou-a dentro do lago. Em seguida lançou também a própria casa da ninfa em cima dela.&lt;br /&gt;— Aí está! — disse o deus, dando as costas e indo embora.&lt;br /&gt;A pobre Quelone ressurgiu instantes depois das profundezas do lago. Seu rosto estava mudado, e era como o de um enrugado lagarto. Tinha agora quatro pernas — quatro pernas imensas — e em cima de suas costas pesava a sua antiga casa, virada numa imensa e pesada carapaça. E Quelone nunca fora tão lenta como agora!&lt;br /&gt;Assim a ninfa que faltou à cerimônia de casamento do grande Júpiter e da poderosa Juno foi transformada no animal hoje conhecido como tartaruga.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-4251457390280689214?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/4251457390280689214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/03/o-castigo-de-quelone.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4251457390280689214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4251457390280689214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/03/o-castigo-de-quelone.html' title='O Castigo de Quelone.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-5892754251062279496</id><published>2010-02-12T22:48:00.006-02:00</published><updated>2010-03-06T19:22:13.540-03:00</updated><title type='text'>O Carnaval de Veneza.</title><content type='html'>Roberto Delpiano - O Carnaval de Veneza.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Carnaval de Veneza, na Itália, é diferente em estilo, ritmo e espírito de qualquer outro carnaval. Já em suas raízes é uma celebração de elite, intelectualizada, embora hedonística. As fantasias e as famosas máscaras venezianas inspiram-se na elegância e bom gosto dos trajes dos séculos XVII e XVIII, ou nas personagens da Commedia Dell´Arte, em que figuram os nossos conhecidos pierrôs, colombinas e polichinelos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final do século XI, o Carnaval de Veneza aparecia nas crônicas como festejos que chegavam a durar até seis meses. Por essa época chegou-se até a regulamentar o uso das máscaras, que haviam invadido o cotidiano do povo veneziano. São comuns os relatos de abusos praticados atrás das máscaras durante e depois do carnaval de Veneza: desde a mais ingênua tentativa de sedução até o adultério; de pequenos furtos até homicídios. As autoridades proibiram o uso das máscaras no início do século XVII. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após quase desaparecer no século XIX, o Carnaval de Veneza vem, desde 1980, sendo revivido e encorajado pelas autoridades. Atrai hoje mais de 100 mil pessoas que, apesar do frio e da ameaça das marés altas que freqüentemente inundam a praça de São Marcos, para ali convergem a fim de admirar o luxo das fantasias e das máscaras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Veneza, nas belas mansões e palácios do Gran Canale, organizam-se também luxuosos bailes, regados a champanhe e animados por ruidosas orquestras. A alta sociedade internacional, afastada do burburinho das ruas, comparece aos salões dos hotéis de luxo, decorados a cada ano com temas retirados das óperas de Verdi. Neles dançam-se valsa, tarantela e até mesmo o samba, cada vez mais popular. O povo, por sua vez, concentrado na Praça São Marcos, se diverte de maneira bem mais desinibida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Commedia dell'arte - Conhecida também como Comédia de Máscaras, a Commedia Dell´Arte era composta por espetáculos teatrais em prosa, muito populares na Itália e em toda a Europa na segunda metade do século XVI até meados do século XVIII. O espetáculo era baseado no improviso dos atores, que seguiam apenas um esquema elaborado pelo autor para cada cena cômica, trágica ou tragicômica. Grandes atores criavam as ações e os diálogos diante do público. Tornaram-se famosas as figuras de Arlequim, do doutor, do capitão Spaventa, de Pulcinella, Pantalone e Colombina, entre outros, com seus tipos físicos regionais, com seus dialetos e temperamentos especiais, vestimentas e máscaras características.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-5892754251062279496?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/5892754251062279496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/02/o-carnaval-de-veneza.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5892754251062279496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5892754251062279496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/02/o-carnaval-de-veneza.html' title='O Carnaval de Veneza.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-4651365564074214257</id><published>2010-02-12T22:34:00.004-02:00</published><updated>2010-10-05T23:28:57.202-03:00</updated><title type='text'>Carnaval.</title><content type='html'>Origem do nome e da data do Carnaval&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje é quase consensual que a palavra Carnaval originou-se de carne + vale (do latim: caro, carnis = carne; vale = adeus), ou ainda da expressão carne levare ou carnilevamen. As duas expressões têm sentido quase idêntico: suspensão da carne, abstenção de carne. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o Carnaval anuncia a chegada da Quaresma, período no calendário da Igreja Católica consagrado à penitência e ao jejum. Antigamente, a Igreja recomendava aos católicos que ficassem toda a Quaresma sem comer carne. Hoje esta proibição restringe-se à Sexta-feira Santa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, o Carnaval no Brasil acontece sempre em fevereiro ou março, nos dias que antecedem a Quaresma. É uma festa móvel, ou seja, não tem data fixa. O período carnavalesco, em sua amplitude máxima, estende-se do Natal até a Quaresma, mas a verdadeira festa consagrada a Momo se limita geralmente aos três últimos dias do período. Em outros países, a data varia de acordo com tradições locais e nacionais: por exemplo, na França a celebração se limita à terça-feira gorda e à mi-carême (quinta-feira da terceira semana da Quaresma). Na Alemanha, em Colônia, o Carnaval é iniciado às 11 horas e 11 minutos do dia 11 de novembro, enquanto que em Munique a festa é comemorada no dia 6 de janeiro, na festa da Epifania. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As origens mais remotas das comemorações de Carnaval são obscuras, assentando-se provavelmente em festividades primitivas de tipo religioso, em honra ao ressurgimento da natureza, com a volta da primavera. É possível associá-lo às festas de caráter orgíaco, como as bacanais, celebrações a Baco, deus do vinho, na Grécia antiga, ou as saturnais, festas em honra a Saturno, Deus da agricultura, na Roma antiga. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Idade Média, há referências a comemorações na França, com vinho e sexo; na Itália, como é o caso de Nápoles, os cortejos costumavam levar um enorme falo pelas ruas da cidade; e, em outros países da Europa, as festas eram embaladas por canções que ironizavam os costumes e os governantes. Batalhas de água, ovos e outras substâncias de odor forte também ajudavam a diversão. Pelas características pagãs do Carnaval, as relações entre as autoridades da Igreja e os carnavalescos nem sempre foram cordiais; o que prevaleceu, porém, foi uma relação de tolerância, por parte da Igreja, em relação à festa popular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrudo, de Debret. Museu Castro Maya/IBPC, RJ. As brincadeiras de rua no carnaval brasileiro vêm desde o período colonial. Essa gravura de Debret registra um menino jogando água e um adulto atirando farinha em uma pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os entrudos e os primeiros tempos de folia - Nos tempos da Colônia, nas cidades brasileiras, os entrudos eram batalhas em que os foliões atiravam água e farinha do reino nas pessoas que andavam pelas ruas. As cenas dessa festa popular foram documentadas por Debret em suas aquarelas: criados e escravos carregavam cântaros e latas de água para a folia dos patrões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, apareceram as laranjinhas-de-cheiro e borrachas com água perfumada. Já no século XVIII, os foliões atiravam de tudo: ovos podres, pós de todos os tipos, tomates estragados. A folia atingia igualmente a senzala e a casa-grande, contando com a participação dos governantes e de seus auxiliares. Câmara Cascudo refere-se, no Dicionário do Folclore Brasileiro, aos episódios em que o sisudo Imperador dom Pedro II acabou dentro de um tanque e o arquiteto Grandjean de Montigny morreu de pleurisia decorrente de um entrudo muito animado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O carnaval de rua persistiu dessa forma, às vezes com folguedos mais violentos que provocavam proibições oficiais e ataques da imprensa. Atualmente, os ataques com confete, serpentina e bisnagas de água nos bailes de carnaval ou nas ruas das cidades fazem relembrar as antigas batalhas do entrudo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros bailes de Carnaval surgiram por volta de 1840 e eram animados por canções portuguesas, sobretudo as quadrilhas e as chamadas chanças lusitanas. Seguiram-se a polca e os ritmos do carnaval italiano. Em 1870, surgiu uma música tipicamente brasileira, o maxixe. Nesse ano, o povo cantou a primeira música carnavalesca do país: E Viva Zé Pereira. Muitos ritmos animaram os carnavais do passado, predominando o samba, as marchas carnavalescas e o frevo. Entre os grandes compositores de músicas carnavalescas do passado, podem ser citados Chiquinha Gonzaga, Noel Rosa, Ari Barroso, Lamartine Babo e Pixinguinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carnaval no Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo ano, no sábado de carnaval, logo pela manhã, o Clube de Máscaras Galo da Madrugada, de Recife, abre oficialmente o Carnaval, a festa mais popular do Brasil. O famoso bloco, tido como a organização carnavalesca que mais mobiliza foliões no planeta, já reuniu mais de 1,5 milhão de pessoas em seu percurso de 3,5 quilômetros pela capital pernambucana. Neste ano, a folia reunirá com certeza um número ainda maior de pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os festejos carnavalescos no Brasil acontecem em todo o território nacional, mas guardam diferenças regionais muito marcantes. Atualmente, em cidades como o Rio de Janeiro, Olinda e Recife, em Pernambuco, e Salvador, na Bahia, as festas atraem milhares de turistas de todo o país e do exterior. O prestígio dos carnavais dessas cidades está fundado na presença de manifestações locais de cunho folclórico e de certos fatores típicos que lhes conferem facetas inconfundíveis. Em Pernambuco, tem-se a presença do frevo e do maracatu; na Bahia, nota-se a presença das raízes africanas, com seus afoxés e trios elétricos; no Rio de Janeiro, destaca-se o brilho das escolas de samba, com seus desfiles milionários, no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, até meados do século XIX, o carnaval era semelhante de norte a sul do país. Foi o alegre e brutal entrudo, festa popular trazida pelos portugueses, a primeira manifestação carnavalesca no Brasil Colônia e também no Império. Em algumas localidades, ainda ocorrem manifestações remanescentes do entrudo, com corsos e carreatas pelas ruas, em que os foliões travam verdadeiras batalhas atirando ovos, água e farinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Araújo/Folha Imagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As escolas de samba no carnaval do Rio de Janeiro são uma atração turística internacional. Na foto, grupo especial da escola de samba Beija-Flor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro - O Carnaval do Rio de Janeiro, talvez o mais conhecido e prestigiado como atração turística no país e no exterior, surgiu das espontâneas e antigas manifestações de alegria da população carioca, que durante séculos brincou o carnaval atirando ovos e água nos amigos ao som de qualquer ritmo, até de valsas. Mas foi a partir de um ritmo, o samba, que o carnaval carioca transformou-se lentamente até chegar ao que é hoje: um grande e suntuoso espetáculo para o público que pode pagar o ingresso na Marquês de Sapucaí. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os desfiles cariocas eram realizados inicialmente pela população pobre dos morros, berços das primeiras escolas de samba, e só ganharam prestígio a partir de 1950, tornando-se logo produtos vendáveis. Atraíram a atenção de governantes e de homens de negócios, que viram o enorme potencial econômico da alegria popular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1954, a prefeitura do Rio de Janeiro convidou astros e estrelas de Hollywood para a festa e com isso atraiu para o desfile milhares de turistas. A partir de então, a TV, interessada na transmissão dos desfiles, teve um papel fundamental na modificação das relações entre a sociedade e o samba. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, os desfiles pressupõem uma organização que extrapola os limites dos sambistas da escola: os espetáculos mobilizam milhões de dólares para sua realização. Surgiram os chamados carnavalescos, profissionais especializados, que criam e dirigem a montagem dos desfiles de cada escola. Ao mesmo tempo, os lugares de destaque na passarela do samba são ocupados por artistas da TV, pelas chamadas socialites, enfim por pessoas que são facilmente identificadas pelo público presente no Sambódromo ou pelos telespectadores das emissoras de TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Die Baducca, Spix e Martius. Biblioteca Municipal Mário de Andrade, SP. A origem do samba está nas danças e ritmos praticados pelos escravos africanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Samba - O samba teve origem nos antigos ritmos trazidos pelos escravos africanos que vieram para o Brasil. Afirma-se que a palavra vem de semba, que significa umbigada em dialeto africano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século XIX, esses ritmos sofreram influência da polca, da habanera, do maxixe e do choro. O samba chegou ao Rio de Janeiro com as baianas que foram viver na então capital da República, especialmente no bairro de Cidade Nova. Uma delas, tia Ciata (Hilária Almeida, 1854-1924), reunia músicos e boêmios que varavam a noite em sua casa cantando. Numa dessas reuniões apareceu a idéia da música que se tornaria o primeiro samba, gravado pela primeira vez por Donga (Ernesto dos Santos). A letra desse samba, intitulado Pelo Telefone, fala do jogo na cidade. Sua estrofe mais famosa diz: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chefe da polícia &lt;br /&gt;pelo telefone&lt;br /&gt;mandou me avisar &lt;br /&gt;que na Carioca tem &lt;br /&gt;uma roleta para se jogar  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de 1930, o samba, que era tocado basicamente por violões e cavaquinhos, adotou a percussão dos surdos e cuícas, instrumentos comuns nas batucadas dos morros. Estava nascendo o samba moderno. Dele descendem outros gêneros musicais brasileiros como a bossa nova, imortalizada por Tom Jobim e João Gilberto, e o pagode, samba das rodas de amigos e das festas caseiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orzmud Alves/Folha Imagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Olinda, o carnaval é animado pelo desfile de bonecos gigantes. Na foto, bonecos do grupo de mascarados Galo da Madrugada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pernambuco - Em Recife e Olinda, os festejos do Carnaval são dos mais animados e característicos do país, com a multidão pelas ruas exibindo seus passos ao som do frevo, ritmo que se tornou a marca do carnaval pernambucano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multidão de passistas fantasiados percorre as ruas de Recife durante dias e noites, em um espetáculo de cores e coreografias livres e improvisadas. Curiosamente, a dança é individual mas torna-se um show coletivo em sua cadência irresistível. Em Olinda, cidade da época colonial declarada patrimônio da humanidade, o carnaval de rua é animado por grupos mascarados tradicionais, como O Homem da Meia-Noite e A Mulher do Meio-Dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claudia Guimarães/Folha Imagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O frevo é o ritmo mais popular de Pernambuco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frevo - Dança de rua e de salão, o frevo é a grande atração do carnaval pernambucano. Trata-se de uma marcha de ritmo sincopado, violento e frenético. Diz-se que, ao som do frevo, a multidão fica a "ferver". Segundo os estudiosos, foi dessa idéia de fervura (pois o povo pronuncia "frevura", "frever", etc.) que se criou o nome frevo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O frevo teve sua origem no Recife, inspirado na polca-marcha. É uma marcha com divisão em binário e andamento semelhante ao da marchinha carioca, porém mais pesada e barulhenta, e com uma execução vigorosa e estridente de fanfarra. Nele o ritmo é tudo, e requer boa forma física para quem quer dançá-lo corretamente. O grande interesse da dança está em sua coreografia, que não é coletiva, de um grupo, de um bloco ou cordão, mas da multidão inteira, cujos passistas dançam individualmente, improvisando passos. O guarda-chuva colorido é o apetrecho típico que acompanha os dançarinos. Nos grupos de rua, os instrumentos são violões, cavaquinhos, flautas, clarinetes e contrabaixos, entre outros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-4651365564074214257?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/4651365564074214257/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/02/vamos-inventariar-o-carnaval-viva-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4651365564074214257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4651365564074214257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/02/vamos-inventariar-o-carnaval-viva-o.html' title='Carnaval.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-5471094304594501586</id><published>2010-02-02T16:25:00.002-02:00</published><updated>2010-02-02T16:27:37.245-02:00</updated><title type='text'>Fósseis.</title><content type='html'>Fósseis (do latim fossilis) são os restos materiais de antigos organismos ou as manifestações da sua actividade, que ficaram mais ou menos bem conservados nas rochas ou em outros fósseis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entende-se por:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. restos materiais – evidências de partes do organismo como ossos, dentes, troncos, chifres, ou o corpo inteiro em casos excepcionais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. manifestações de actividade são de dois tipos –&lt;br /&gt;a)vestígios orgânicos, como estruturas reprodutoras (ovos, sementes, esporos, pólenes, etc.), excrementos (cuprólitos) e restos de construções orgânicas; &lt;br /&gt;b)rastos, designados por icnofósseis ou icnitos, como pegadas ou impressões de outras partes do corpo (dentadas, por exemplo), pistas, galerias abertas em rochas, esqueletos ou troncos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que se forme um fóssil é necessário que as evidências sofram uma série de transformações químicas e físicas ao longo de um período de tempo. Assim, só se consideram fósseis os vestígios orgânicos com mais de 13.000 anos (idade aproximada da última glaciação do Quaternário – o Würm).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conteúdo do site-blog www.fossil.uc.pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-5471094304594501586?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/5471094304594501586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/02/fosseis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5471094304594501586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5471094304594501586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/02/fosseis.html' title='Fósseis.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-6849856376024988247</id><published>2010-02-02T16:02:00.001-02:00</published><updated>2010-02-02T16:03:32.798-02:00</updated><title type='text'>A Lenda do Boto.</title><content type='html'>Lenda do Boto &lt;br /&gt;Origem da lenda do Boto, personagem do folclore brasileiro, folclore amazônico, cultura popular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Boto cor-de-rosa: uma lenda da época da escravidão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Introdução  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lenda do boto tem sua origem na região amazônica (Norte do Brasil). Ainda hoje é muito popular na região e faz parte do folclore amazônico e brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que diz a lenda &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a lenda, um boto cor-de-rosa sai dos rios nas noites de festa junina. Com um poder especial, consegue se transformar num lindo jovem vestido com roupa social branca. Ele usa um chapéu branco para encobrir o rosto e disfarçar o nariz grande. Com seu jeito galanteador e falante, o boto aproxima-se das jovens desacompanhadas, seduzindo-as. Logo após, consegue convencer as mulheres para um passeio no fundo do rio, local onde costuma engravidá-las. Na manhã seguinte volta a se transformar no boto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cultura popular:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na cultura popular, a lenda do boto era usada para justificar a ocorrência de uma gravidez fora do casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ainda nos dias atuais, principalmente na região amazônica, costuma-se dizer que uma criança é filha do boto, quando não se sabe quem é o pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No cinema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A lenda do boto foi transformada num filme em 1987. Com o título de Ele, o boto, o filme tem no elenco Carlos Alberto Riccelli, Cássia Kiss e Ney Latorraca. A direção é de Walter Lima Junior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-6849856376024988247?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/6849856376024988247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/02/lenda-do-boto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6849856376024988247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6849856376024988247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/02/lenda-do-boto.html' title='A Lenda do Boto.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-961502042681750527</id><published>2010-01-28T16:24:00.003-02:00</published><updated>2010-01-28T16:29:23.774-02:00</updated><title type='text'>Sexto congresso GIFE sobre Investimento Social Privado.</title><content type='html'>6° Congresso GIFE abre inscrições.&lt;br /&gt;Publicado em 8/12/2009 por Redação, nas categorias Agenda cultural, Almanaque Brasil Cultura, Antropologia, Cultura, Destaques, Gestão Cultural, História, Notícias, Sociologia. &lt;br /&gt;Estão abertas as inscrições para o 6° Congresso GIFE sobre Investimento Social Privado, que reunirá cerca de mil lideranças nacionais e internacionais ligadas ao campo social. Com o tema Visões para 2020, o evento será realizado no Rio de Janeiro, de 7 a 9 de abril de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em busca de uma visão estruturante para o Brasil que queremos, estarão em pauta durante o Congresso as complexidades dos novos arranjos do Investimento Social Privado, sua legitimidade e sustentabilidade, e a reflexão sobre quais serão os rumos a seguir pela próxima década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com foco na diversidade e diálogo, foram programadas formas inovadoras de organizar os espaços, horários e atividades durante os três dias de evento. O conteúdo será dividido em duas grandes plenárias (no período da manhã) e uma série de mesas de debate (à tarde), abrangendo uma multiplicidade de temas. Veja programação completa .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O participante poderá escolher as discussões de seu interesse e necessidade de aprendizagem. Para o final do evento, todos serão convidados a participar do julgamento “Qual o impacto do Investimento Social Privado na realidade Brasileira?”, em que será avaliada a importância do ISP como promotor da transformação social no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o discurso de abertura do evento, no dia 7, está confirmada a palestra de Barry Gaberman, a principal liderança na promoção da filantropia internacional e ex-vice-presidente da Fundação Ford (EUA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça já sua inscrição, com desconto especial, e garanta seu lugar no evento que irá definir as estratégias do Investimento Social Privado para a próxima década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que Rio de Janeiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como uma das principais vitrines do Brasil no exterior, o Rio de Janeiro pode ser visto como uma síntese dos desafios e dos potenciais brasileiros, na qual a pobreza e exclusão social, contrastam com uma beleza natural única, uma riqueza cultural que faz parte da marca registrada do Brasil no mundo e um potencial econômico imenso, em setores que vão do turismo à própria cultura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Rio de Janeiro, assim, evidencia os contrastes do Brasil e seu potencial de transformação mais que em outros lugares do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Histórico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amadurecimento do Brasil na busca de soluções estratégicas aos desafios socioambientais o tornou um dos atores de destaque no cenário global. E os congressos bienais realizados pelo GIFE acompanharam essa evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As temáticas das duas primeiras edições do Congresso GIFE (Desafios e perspectivas para o desenvolvimento brasileiro, em 2000, e Construção de uma nova ordem social, em 2002) estavam comprometidas a promover entendimentos entre os principais atores do campo social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não por acaso, a programação desses eventos focava nas oportunidades que surgiam com o crescimento do setor e na participação de atores privados nas políticas sociais do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos seguintes, a terceira e a quarta edições do evento apontavam para a necessidade de melhorar a gestão das ações socioambientais. A busca por um maior profissionalismo nas práticas de investimento social, somada à percepção de que apenas com algum nível de alinhamento entre o primeiro, segundo e terceiro setores seria possível avançar para uma real transformação social, estabeleceram as bases para as discussões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com os temas A cidadania e suas múltiplas dimensões (2004) e Desafios para uma sociedade sustentável (2006), eles buscaram traduzir o que significa o conceito de sociedade sustentável, propondo uma programação que equilibrasse conceitos e práticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, em 2008, um novo contexto nacional possibilita ao país, como em nenhum outro tempo, consolidar um espaço privilegiado de articulação e proposição no debate internacional. Com o tema Experiências Locais, Transformações Globais, o evento mostrou que é possível fomentar potenciais parcerias supranacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.gife.org.br/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-961502042681750527?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/961502042681750527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/01/sexto-congresso-gife-sobre-investimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/961502042681750527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/961502042681750527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/01/sexto-congresso-gife-sobre-investimento.html' title='Sexto congresso GIFE sobre Investimento Social Privado.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-7182074524435274717</id><published>2010-01-24T19:03:00.002-02:00</published><updated>2010-01-24T19:05:57.652-02:00</updated><title type='text'>fósseis de Hominídeos são achados na Etiópia.</title><content type='html'>Fonte: O Estado de São Paulo, 20/01/2005, Vida &amp;, p. A13&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais peças do complexo quebra-cabeça da história evolutiva do homem são descritas hoje na revista científica Nature (www.nature.com). Pesquisadores dos Estados Unidos e da Espanha estudaram fragmentos fósseis de nove indivíduos da espécie Ardipithecus ramidus, hominídeo que pode ter sido primo do Homo sapiens há cerca de 4,5 milhões de anos. Essa não é a primeira vez que a espécie é estudada - o A. ramidus foi descrito em 1994. Agora foram encontrados pedaços de mandíbulas, dentes, mãos e pés no sítio arqueológico de As Duma, na Etiópia. Na revista, os cientistas mostram um dente canino pequeno e grosso, similar ao de outros ancestrais humanos, mas outros dentes, como molares, lembram os dos grandes primatas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como poucos fragmentos do A. ramidus foram achados até hoje, pouco se sabe sobre ele. Outros exemplares sugerem que sua cabeça ficava exatamente acima da coluna cervical e ele seria ainda mais baixinho do que o hominídeo mais famoso do mundo, também desenterrado na Etiópia: o Australopithecus afarensis, apelidado de "Lucy", com 3,6 milhões de anos e 1,10 metro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o principal autor do estudo, o paleoantropólogo Sileshi Semaw, da Universidade de Indiana, o achado confirma que hominídeos andavam sobre dois pés já naquela época. "Algumas janelas estão sendo abertas na África para olharmos evidências fósseis dos primeiros hominídeos, mas o quadro que temos de sua anatomia e comportamento ainda é um borrão", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINHAGEM CONFUSA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A árvore genealógica do homem está longe de ser harmoniosa, cheia de lacunas e ramificações que não vingaram. Além disso, o meio acadêmico ainda discute quando alguns primatas deixaram de se locomover apenas usando as quatro patas para assumir a posição vertical, ainda que com uma caixa craniana pequena e poucas mudanças nos hábitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ardipithecus é um dos candidatos ao posto, apesar de ainda se parecer muito mais com os chimpanzés do que com humanos. Outro que corre no páreo é o Sahelanthropus tchadensis, ou "Toumai", com 6 ou 7 milhões de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semaw, apesar de defender a posição ereta do A. ramidus, prefere manter distância da polêmica: "Mais descobertas são necessárias para a completa compreensão das origens biológicas de nossos ancestrais."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-7182074524435274717?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/7182074524435274717/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/01/fosseis-de-hominideos-sao-achados-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7182074524435274717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7182074524435274717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2010/01/fosseis-de-hominideos-sao-achados-na.html' title='fósseis de Hominídeos são achados na Etiópia.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-5739620833245742778</id><published>2009-10-31T23:57:00.003-02:00</published><updated>2009-11-01T00:32:44.479-02:00</updated><title type='text'>A Antropologia Estrututral.</title><content type='html'>Fonte : educaterra.terra.com.br/voltaire/index_cultura.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estruturalismo - Lévi-Strauss e a antropologia estrutural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No campo dos estudos da antropologia e do mito, o trabalho foi levado a diante por Claude Lévi-Strauss, no período imediato à II Guerra Mundial, que divulgou e introduziu os princípios do estruturalismo para uma ampla audiência, alcançando uma influência quase que universal, fazendo com que o seu nome, o de Lévi-Strauss, não só se confundisse com o estruturalismo como se tornasse um sinônimo dele. O estruturalismo virou "moda" intelectual nos anos 60 e 70. Os livros dele ("O Pensamento Selvagem", Tristes Trópicos, Antropologia estrutural, As estruturas elementares do parentesco), tiveram um alcance que transcendeu em muito aos interesses dos especialistas ou curiosos da antropologia Desde aquela época o estruturalismo de Lévi-Strauss tornou-se referência obrigatória na filosofia, na psicologia e na sociologia. De certo modo, ainda que respeitando a indiferença dele pela história ("o etnólogo respeita a história, mas não lhe dá um valor privilegiado", in O Pensamento Selvagem, 1970, pag.292), pode-se entender a antropologia estrutural como um método de tentar entender a história de sociedades que não a têm, como é o caso das sociedades primitivas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A valorização das narrativas mitológicas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Enquanto a ciência racionalista e positivista do século XIX desprezava a mitologia, a magia , o animismo e os rituais fetichistas em geral, Lévi-Strauss entendeu-as como recursos de uma narrativa da história tribal, como expressões legitimas de manifestações de desejos e projeções ocultas, todas elas merecedoras de serem admitidas no papel de matéria-prima antropológica. Como é o caso do seus estudos sobre o mito (Mythologiques) , cuja narrativa oral corria da esquerda para a direita num eixo diacrônico, num tempo não-reversível, enquanto que a estrutura do mito (por exemplo o que trata do nascimento ou da morte de um herói), sobe e desce num eixo sincrônico, num tempo que é reversível. Se bem que eles, os mitos, nada revelavam sobre a ordem do mundo, serviam muito para entender-se o funcionamento da cultura que o gerou e perpetuou. A mesma coisa aplica-se com o totemismo, poderoso instrumento simbólico do clã para reger o sistema de parentesco, regulando os matrimônios com a intenção de preservar o tabu do incesto (cada totem está associado a um grupo social determinado, a uma tribo ou clã, e todo o sistema de casamentos é estabelecido pelo entrecruzar dos que filiam-se a totens diferentes). O objetivo dele era provar que a estrutura dos mitos era idêntica em qualquer canto da Terra, confirmando assim que a estrutura mental da humanidade é a mesma, independentemente da raça, clima ou religião adotada ou praticada. Contrapondo o mito à história ele separou as sociedade humanas em “ frias” e “quentes”, formando então o seguinte quadro delas:&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-5739620833245742778?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/5739620833245742778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/10/antropologia-estrututral.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5739620833245742778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5739620833245742778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/10/antropologia-estrututral.html' title='A Antropologia Estrututral.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-3765847020142884948</id><published>2009-10-10T14:41:00.005-03:00</published><updated>2009-10-10T15:12:22.843-03:00</updated><title type='text'>O tonel das Danaídes.</title><content type='html'>A.S.Franchini e Carmen Seganfredo.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belo, rei do Egito, tinha dois filhos: Egito e Danao. Cada qual teve cinqüenta filhos. O primeiro, cinqüenta rapazes, e o segundo, cinqüenta moças. Ora, os cinqüenta filhos de Egito não se entendiam jamais com as cinqüenta filhas de Danao. Em conseqüência, uma guerra civil estourou, lançando uns contra os outros. Após ferozes combates, os filhos de Egito expulsaram do país Danao e suas cinqüenta filhas, obrigando-os a procurar refúgio no reino vizinho de Argos. Felizmente, o rei de Argos, Celanor, recebeu os exilados com toda a generosidade, dando-lhes casa, comida e proteção.&lt;br /&gt;Em reconhecimento, Danao e suas cinqüenta filhas expulsaram-no do trono.&lt;br /&gt;A conspiração começou com um ataque promovido por um lobo contra o rebanho do rei Celanor. A fera, confiante em sua força, abatera o touro que chefiava o rebanho, tomando conta do restante dos animais. Vendo nisto um pretexto. Danao decidiu comprar os vaticínios de um sacerdote influente para que convencesse a corte inteira de que isto era o sinal evidente de uma profecia divina. O sacerdote, diante do povo, explicou então o significado profético do fato:&lt;br /&gt;— O sentido deste acontecimento é evidente e irrefutável — disse. — Significa que uma nova autoridade está prestes a assumir o comando do nosso reino.&lt;br /&gt;— Ai daqueles que se recusarem a se submeter a esta autoridade! — disse Danao, que por conta própria já se proclamara o novo rei.&lt;br /&gt;O povo, assustado, reconheceu imediatamente o novo rei, enforcando em seguida o anterior, numa emocionante cerimônia em praça pública. No reino vizinho, entretanto, a notícia chegara ligeiro.&lt;br /&gt;— Poderoso rei Egito! — disse o mensageiro, que trazia a notícia. — Seu irmão, Danao, agora é o novo rei de Argos!&lt;br /&gt;Temendo que isso pudesse lhe trazer complicações futuras, Egito resolveu prevenir-se, chamando os seus cinqüenta filhos:&lt;br /&gt;— Rapazes, quero que vocês se casem o mais rápido possível com as filhas de Danao! — disse o rei, sem admitir recusas. — Danao agora é rei de um país mais rico e poderoso do que o nosso e precisamos fazer esta aliança com ele.&lt;br /&gt;Egito, na verdade, tinha razão em tentar comprar a amizade de seu irmão. Danao só esperava uma ocasião para pôr em prática a sua vingança. Alguns dias depois, um mensageiro de Egito chegou à corte de Danao, trazendo os cinqüenta convites de casamento. O rei, após dispensá-lo, chamou as suas filhas.&lt;br /&gt;— Minhas adoráveis filhas! — disse -, quero que vocês aceitem o pedido de casamento dos cinqüenta filhos de Egito.&lt;br /&gt;—  O quê? Como poderíamos aceitar, se nos traíram de modo tão vil? -exclamaram as cinqüenta moças, indignadas.&lt;br /&gt;— Calma, minhas filhas! — disse Danao, tentando explicar-se. — Depois da cerimônia nupcial, vocês terão o prazer de vingar-se deles todos, matando-os durante a sua primeira noite de amor — completou, com um sorriso.&lt;br /&gt;— Ah, bom... — disseram, aliviadas.&lt;br /&gt;O dia das núpcias chegou. Uma grande festa parou o reino inteiro. Durante a manhã, as cinqüenta filhas de Danao receberam como maridos os cinqüenta filhos de Egito. Um banquete faraônico deu prosseguimento às festividades, até que a noite caiu.&lt;br /&gt;— Agora é preciso que os casais partam para os deliciosos jogos de Vênus! — decretou o rei de Argos, dando a bênção aos recém-casados.&lt;br /&gt;Os casais instalaram-se às margens do belo lago de Lerne, em alvas e espaçosas barracas. De tal forma estava o local protegido da curiosidade do povo, que apenas as estrelas teriam o privilégio de escutar as conversas dos amantes. Dentro de cada ampla barraca, cada uma das filhas de Danao já se despia, revelando aos olhos do respectivo marido as suas formas perfeitas. Sob os travesseiros, porém, repousavam cinqüenta afiados punhais de prata.&lt;br /&gt;Embriagados pela visão de suas cinturas finas e aveludadas, os esposos também começaram a se despir. Antes, porém, que pudessem acalmar o fogo de seus desejos, foram todos apunhalados pelas mulheres, sem dó nem piedade. O sangue espirrou por tudo, respingando até nas estrelas, ornando algumas delas de um halo vermelho.&lt;br /&gt;Depois de consumado o crime, as filhas de Danao arrancaram as cabeças dos maridos, lançando os corpos nas águas do lago, que se tingiu inteiro de vermelho.&lt;br /&gt;Uma delas, no entanto, recusara-se a assassinar o homem com quem recém casara.&lt;br /&gt;— Meu adorado! Amo você e por isto me vejo obrigada a desobedecer a meu próprio pai — exclamou, jogando longe a adaga e caindo nos braços do esposo.&lt;br /&gt;Era Hipermnestra, a única que fez correr naquela noite o seu sangue virginal.&lt;br /&gt;No dia seguinte, todas as filhas de Danao, menos Hipermnestra, apresentaram-se diante do rei empunhando as cabeças de seus cônjuges. Ele exultou ao ver concretizada, finalmente, a sua vingança. Porém, revoltado com Hipermnestra. que faltara com sua palavra, atirou-a num calabouço. Já o marido dela, Linceu. fugiu às pressas para o país vizinho.&lt;br /&gt;No entanto, as danaides, como eram chamadas as filhas de Danao, ficaram outra vez sem maridos.&lt;br /&gt;"Precisamos dar um jeito nisso", pensou o pai das quarenta e nove virgens. Para tanto, decidiu organizar um grande torneio, no qual os vencedores receberiam as mãos de suas filhas em casamento.&lt;br /&gt;— Uma corrida de quadrigas! — sugeriu Danao às moças.&lt;br /&gt;— Oba! — exultaram elas, felizes na expectativa de terem uma nova distração. Na verdade, desde a divertida noite dos punhais as coisas andavam meio aborrecidas na corte.&lt;br /&gt;No dia das corridas, apresentaram-se à corte centenas de concorrentes. As danaides podiam estar certas, ao menos, de arrumar quarenta e nove esposos valentes e destemidos; afinal, não era qualquer um que se dispunha a morrer num acidente de quadriga ou a ser apunhalado na própria noite de núpcias.&lt;br /&gt;Os carros já estavam dispostos na linha de partida. Num balcão, acomodavam-se o rei e suas quarenta e nove virgens. Os competidores, em cima das quadrigas, tentavam conter os cavalos, que escarvavam o chão, ansiosos para lançarem-se na pista. As danaides percorriam com olhos ávidos os corpos nus de seus pretendentes — que estavam livres das vestes, para facilitar a escolha das exigentes mulheres. Foi dada a partida. Uma onda de pó levantou-se à saída dos competidores. Os de trás, sem nada enxergar, logo se embolaram, virando seus carros num amontoado de cavalos, quadrigas e cabeças partidas. Um urro de prazer partiu das arquibancadas, tomadas pela plebe. A pista, no entanto, era grande e circular; assim, enquanto os competidores restantes faziam a volta, os mortos eram recolhidos e lançados num monturo.&lt;br /&gt;— Eia, cavalos! — berravam os dianteiros, que, emparelhados, distribuíam chicotadas no dorso dos cavalos e na cara dos adversários.&lt;br /&gt;Os braços rijos e suados dos homens seguravam com firmeza as rédeas. Do alto da cabeça descia-lhes um suor, que o vento secava rapidamente, mas que se renovava a cada novo esforço que faziam. Os olhos das danaides faiscavam. Seus noventa e oito cotovelos cutucavam-se o tempo todo, a cada novo ângulo de observação que tinham dos corpos dos competidores.&lt;br /&gt;—  Aquele lá é meu! — exclamou uma delas, escolhendo o líder da corrida, que tinha os membros lustrosos do óleo que passara por todo o corpo, antes da disputa.&lt;br /&gt;Infelizmente para ela, o carro de seu eleito tombou numa curva, bem em frente à tribuna, lançando-o ao chão como um marionete de madeira. Um grito de horror partiu das virgens, enquanto o corpo do rapaz rodopiava velozmente pelo chão, parecendo um deus hindu de duzentos braços e duzentas pernas. Em seguida, o carro que vinha atrás passou sobre o concorrente, esmagando-lhe a cabeça.&lt;br /&gt;A corrida chegava ao seu final. Os quarenta e nove primeiros competidores cruzaram a linha de chegada, sob a ovação das moças e da ralé ajuntada nas arquibancadas. Cobertos de pó, os pretendentes subiram os degraus da tribuna, indo ajoelhar-se diante das suas futuras esposas. Depois de limpar com seus lenços o suor e o pó dos corpos dos vitoriosos, as danaides depositaram sobre suas frontes douradas coroas de louro.&lt;br /&gt;Enquanto isso, no reino vizinho, Linceu, o marido de Hipermnestra, reunira-se às forças de Egito e invadira o país de Danao. O caos instalou-se.&lt;br /&gt;Danao foi preso e morto. Hipermnestra, a danaide virtuosa, foi libertada de sua prisão pelo   esposo. O sangue correu pelas ruas da capital, até que Linceu, o vencedor daquela noite fatídica, transformado em novo rei do país, viu chegada, enfim, a hora de vingar a morte de seus quarenta e nove irmãos. Dirigiu-se com seus soldados até o palácio e ainda chegou a tempo de capturar as virgens, enlouquecidas de medo. Todas as perversas danaides foram, então, passadas a fio de espada, sem piedade. No mesmo dia, suas almas entraram no Hades sombrio; lá as aguardava, impaciente, Minos, um dos juízes do inferno, que lhes decretou uma punição coletiva.&lt;br /&gt;Carregadas de ferros, foram conduzidas até a beira de um imenso lago. Cada qual, portando um pesado jarro de chumbo, foi obrigada a enchê-lo de água até as bordas e levá-lo até a beira de um gigantesco tonel, despejando ali o conteúdo. E assim deveriam repetir a tarefa para todo sempre, até encher o imenso tonel — que não tem fundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-3765847020142884948?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/3765847020142884948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/10/o-tonel-das-danaides.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3765847020142884948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3765847020142884948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/10/o-tonel-das-danaides.html' title='O tonel das Danaídes.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-4995779921095995224</id><published>2009-10-08T17:45:00.002-03:00</published><updated>2009-10-08T17:51:17.764-03:00</updated><title type='text'>Achado fóssil mais antigo de criança.</title><content type='html'>Autor: Cristina Amorim&lt;br /&gt;Fonte: O Estado de São Paulo, 21/09/2006, Vida&amp;, p. A26&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma menina de 3 anos dá o que falar na paleontologia. Selam, que significa paz em diversos dialetos etíopes, é a mais antiga criança já encontrada: viveu há 3,3 milhões de anos e é representante da mesma espécie de Lucy, fóssil achado em 1973 com características mistas de chimpanzé e homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O novo exemplar de Australopithecus afarensis, que viveu na África entre 3 e 4 milhões de anos atrás, andava ereta, mas aparentemente podia se locomover pelas árvores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Selam é pelo menos 100 mil anos mais velha do que Lucy e ajudará antropólogos de todo o mundo a compreender melhor como a evolução atuou desde a separação entre hominídeos e chimpanzés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'É o achado de uma vida', diz o bioantropólogo etíope Zeresenay Alemseged, do Instituto Max Plank de Antropologia Evolucionária, na Alemanha. 'Esta criança vai nos ajudar a entender muita coisa sobre a espécie a que pertence.'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fósseis foram encontrados na Etiópia em 2000 e limpos por cinco anos - os cientistas tiraram grão por grão do material e ainda não acabaram o trabalho. A primeira descrição dos fósseis aparece hoje na revista Nature (www.nature.com).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RENASCIMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O azar de Selam significou a sorte de Zeresenay. O motivo de sua morte prematura não está claro ainda, mas possivelmente uma enxurrada a escondeu sob a lama, protegendo o corpo de animais que comem carniça e das mudanças climáticas. Foi assim que boa parte do esqueleto foi preservado, e em sua posição original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele inclui o crânio completo, inclusive uma impressão do cérebro em arenito, mandíbula com dentes, todas as vértebras do pescoço até a parte baixa do tronco, todas as costelas, as escápulas e as clavículas, o cotovelo direito e parte de uma mão, os joelhos e boa parte das tíbias e dos fêmures. Os cientistas também encontraram um pé quase inteiro (que ainda passa pelo processo minucioso de limpeza), que guarda detalhes de como se locomovia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A metade inferior do corpo tem sinais claros de bipedalismo, ou seja, a locomoção em dois pés, usada até hoje pelos humanos. Existem poucas dúvidas sobre esta habilidade do A. afarensis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A metade superior, por outro lado, carrega características muito parecidas com as dos primos chimpanzés, como um pescoço curto e grosso (o pescoço alongado dos humanos serve para deixar a cabeça estável numa corrida) e o estribo, pequeno osso dentro da orelha que fornece equilíbrio ao corpo, bem parecido com o dos chimpanzés. Selam também tinha braços longos, estendidos até os joelhos, e dedos curvos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos esses fatores indicam para um caminho pelas árvores, além do solo. Mas podem também ser resquícios da evolução, sinais de um passado não muito distante, mas sem muito uso. Como dentes do siso no homem moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta pode estar no pé: um dedão grande, que auxilia chimpanzés na escalada, seria determinante. 'O espécime pode ajudar a explicar se o Australopithecus afarensis era mais parecido com chimpanzés ou com humanos em diversas maneiras. Então pode esclarecer uma parte da origem das adaptações humanas', diz o paleontólogo e co-autor do estudo René Bobe, da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cientistas também acharam em Selam o segundo osso hióide, que liga os músculos da língua, encontrado em ancestrais do homem. Como é muito parecido com o dos chimpanzés, o som seria 'muito mais atrativo para uma mãe chimpanzé do que para uma mãe humana', diz o co-autor Fred Spoor, da University College London.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Determinar a idade que Selam tinha quando morreu já valeria a descoberta: como é o esqueleto mais jovem de um hominídeo já encontrado, ele fornece detalhes únicos sobre o crescimento e a formação dos primatas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-4995779921095995224?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/4995779921095995224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/10/achado-fossil-mais-antigo-de-crianca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4995779921095995224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4995779921095995224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/10/achado-fossil-mais-antigo-de-crianca.html' title='Achado fóssil mais antigo de criança.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-311078086144396923</id><published>2009-10-08T17:38:00.003-03:00</published><updated>2009-10-08T17:53:20.872-03:00</updated><title type='text'>O Paleontólogo.</title><content type='html'>Um paleontólogo é um cientista que estuda Paleontologia, e deve possuir conhecimentos em Geologia e Biologia que estuda os fósseis para investigar como eram os organismos e os ecossistemas do passado geológico da Terra. O paleontólogo estuda os fósseis, também, para perceber como estes se formaram e como podem ser usados para a datação relativa dos estratos rochosos em que ocorrem. Para investigar a vida do passado da Terra e estudar os fósseis necessário conhecer bem a geologia dos locais onde estes ocorrem e a biologia dos organismos que lhes deram origem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferente do arqueólogo, que estuda as evidências culturais do passado dos seres humanos, o paleontólogo estuda a vida do passado do planeta Terra, incluindo os fósseis de humanos, mas de um ponto de vista paleobiológico. Apesar de, no que toca à escavação de fósseis de vertebrados, a prática paleontológica se assemelhar a uma escavação arqueológica, a arqueologia utiliza métodos de escavação e de estudo diferentes e usa, por vezes, técnicas de datação distintas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fascínio pelos dinossauros trouxe um glamour especial à profissão de paleontólogo, mas isso está longe da realidade. Somente quem passou dias a fio sob sol escaldante, com uma picareta nas mãos, trabalhando arduamente, sabe o quanto é difícil trazer à luz do dia o conhecimento enterrado nos estratos geológicos e quantos calos isso faz. Depois são meses de trabalho de laboratório e de gabinete, preparando, montando e estudando todos os fósseis recolhidos, para no final produzir um documento conclusivo, um relatório ou um artigo científico, que deverá em seguida ser publicado e divulgado entre a comunidade científica e o público em geral. Mas, apesar do trabalho duro do paleontólogo, a sensação de encontrar um dinossauro e contar a sua história, é algo que o dinheiro não paga e não há como descrever esta sensação em um pedaço de papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A metodologia de trabalho do paleontólogo varia consoante o tipo de fósseis que pretende estudar (fósseis de plantas ou de animais, de animais vertebrados ou de invertebrados,somatofósseis ou icnofósseis), mas é sempre um trabalho rigoso e meticuloso, pautado por critérios científicos bem definidos, com o objetivo último de recuperar o máximo de informação possível sobre os organismos que povoaram o Planeta no passado geológico. Apesar de a metodologia de trabalho do paleontólogo variar de caso para caso, pode estruturar-se este trabalho em algumas etapas básicas:&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-311078086144396923?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/311078086144396923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/10/um-paleontologo-e-um-cientista-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/311078086144396923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/311078086144396923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/10/um-paleontologo-e-um-cientista-que.html' title='O Paleontólogo.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-4904052597715807126</id><published>2009-09-21T19:51:00.006-03:00</published><updated>2009-09-21T20:05:25.949-03:00</updated><title type='text'>Netuno, Senhor dos Mares.</title><content type='html'>A. S. Franchini e Carmen Seganfredo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Netuno, após ter sido engolido por seu pai, Saturno, a exemplo de seus irmãos, foi um dia regurgitado, depois que Júpiter obrigou o velho deus a ingerir uma beberagem mágica.&lt;br /&gt;— Pronto, meu irmão — lhe disse Júpiter, satisfeito, depois de ambos haverem derrotado Saturno e seu poderoso exército na famosa Guerra dos Titãs. -Agora já pode tomar posse do mar, que é a parte do Universo que cabe a você. A mim caberão os céus, enquanto que nosso irmão Plutão reinará nos subterrâneos.&lt;br /&gt;Netuno, todo sorrisos, abraçou o irmão. Mas embora todo o imenso território que lhe coube, não foi isto o bastante para contentá-lo. De fato, Netuno era um deus ambicioso, invejoso e intratável, e desde aquele dia entrou em inúmeras disputas com as mais diversas divindades: contra Minerva, disputou a Ática; contra Juno, o domínio da Argólida; contra Apólo, pelo controle do arquipélago de Delfos; e contra o próprio Júpiter, numa tentativa abortada de destroná-lo, ousadia que lhe custou o castigo de ter de servir o rei Laomedonte e construir para ele, pedra por pedra, as muralhas da cidadela de Tróia.&lt;br /&gt;— Só entro em fria, mesmo! — dizia ele, enquanto carregava as imensas pedras. — E além de tudo ainda tenho de agüentar este tagarela dedilhando a lira o dia inteiro. — Netuno referia-se ao deus Apólo, que também estava ali de castigo por uma falta cometida contra Júpiter.&lt;br /&gt;—  Sou um astro — disse o acalorado deus do sol, ajeitando-se numa sombrinha para melhor exercer o seu delicado ofício. — Nasci só para brilhar.&lt;br /&gt;Netuno, para piorar, ainda teve o dissabor de ver-se logrado por Laomedonte, que recusou-se a lhe pagar o serviço.&lt;br /&gt;E assim seguia sua vida, de deus rabugento e colérico, sempre fincando seu tridente no fundo do mar e provocando terremotos a propósito de qualquer contrariedade, a ponto de acabar conhecido como "Netuno, abalador da terra".&lt;br /&gt;— "Netuno, o importuno", eis o que é! — disse um dia Júpiter, perdendo de vez a paciência. — É, não tem jeito mesmo, vamos ter de lhe arrumar uma mulher...&lt;br /&gt;Depois de muito pesquisar, o pai dos deuses chegou à conclusão de que a solução estava nas mãos de Nereu, "o velho do mar". Este deus decrépito era filho da velhíssima Terra e do antiqüíssimo Mar, e tinha uma penca de filhas, as Nereidas, assim chamadas em sua homenagem.&lt;br /&gt;— Mercúrio! — disse Júpiter.&lt;br /&gt;— Sim, meu pai — disse o deus dos pés ligeiros.&lt;br /&gt;— Vá até o fundo do mar e me traga o velho Nereu.&lt;br /&gt;No mesmo instante, Mercúrio, que era extremamente rápido em tudo que fazia, calçou suas sandálias aladas e rumou para o oceano. Dando um mergulho espetacular, chegou até os domínios de Nereu.&lt;br /&gt;Mais tarde, no Olimpo, Júpiter exclamou, ao ver a visita:&lt;br /&gt;— Nereu, velho amigo, que bom vê-lo aqui no Olimpo outra vez!&lt;br /&gt;— O que ordena, deus supremo? — disse Nereu de longas e alvas barbas.&lt;br /&gt;— Quero que ceda uma de suas filhas a meu irascível irmão — disse Júpiter, pondo uma mão sobre o ombro do velho amigo. — Não posso mais suportar as suas teimosias e temo que haja um confronto mais sério entre nós, caso ele não se acalme.&lt;br /&gt;— Pois não, Júpiter poderoso — disse Nereu. — Pode escolher qualquer uma de minhas cinqüenta filhas.&lt;br /&gt;— Cinqüenta? — exclamou Júpiter, puxando o lóbulo da divina orelha. -Mas não eram cem?&lt;br /&gt;— Podem ser cem, como podem ser mil, deus supremo — disse o pobre Nereu, cuja memória já claudicava há muito tempo.&lt;br /&gt;Depois de estudar a questão e analisar uma por uma as Nereidas, chegaram, enfim, a um consenso:&lt;br /&gt;— Anfitrite será a esposa de Netuno! — disse Júpiter, jubiloso.&lt;br /&gt;— Anfi-quem? — disse o pobre Nereu.&lt;br /&gt;— Esqueça — disse Júpiter, dando uma palmadinha na face enrugada do amigo.&lt;br /&gt;No mesmo dia Júpiter comunicou a escolha ao mal-humorado irmão, que decidiu, ainda assim, conhecer a sua futura noiva.&lt;br /&gt;— Vá com calma — disse Júpiter. — As filhas de Nereu costumam ter o senso de independência muito pronunciado.&lt;br /&gt;Mas Netuno, que tinha o senso de prepotência ainda mais pronunciado, não se intimidou.&lt;br /&gt;— Onde posso ir encontrá-la? — disse, já se ajeitando.&lt;br /&gt;— Ela está na ilha de Naxos, junto com suas irmãs — disse Júpiter. Netuno, confiante, partiu de seu palácio azulado no fundo do mar em direção a Naxos, conduzindo seu carro puxado por golfinhos.&lt;br /&gt;Fazia um lindo dia de sol quando chegou às margens pedregosas da ilha. De fato, por cima dos grandes rochedos franjados pelas espumas do mar, lá estavam as encantadoras filhas de Nereu, algumas deitadas, descansando, enquanto outras, mais animadas, executavam os passos de uma movimentada dança. De vez em quando uma delas, estirando sua longa cauda recoberta de escamas douradas, dava um mergulho repentino nas águas verdes do arquipélago: um grande borrifo verde erguia-se, então, como se elas lançassem lá do fundo um imenso punhado de esmeraldas, que subiam, faiscando, em todas as direções.&lt;br /&gt;Netuno, boquiaberto, pasmava para aquela cena paradisíaca.&lt;br /&gt;— Verdadeiramente encantadoras... — exclamou o excitado deus, tratando, em seguida, de sentar-se ligeiro em seu carro.&lt;br /&gt;De repente, escutou a voz de uma das Nereidas.&lt;br /&gt;— Ei, Anfitrite! Venha juntar-se a nós, sua boba!&lt;br /&gt;Os olhos de Netuno voltaram-se para uma grande pedra isolada, que estava situada mais para dentro do mar. A pedra tinha o formato de um leito, magnífico trabalho de polimento operado pelas perfeccionistas Ondas, que durante séculos, com toda a calma, a haviam polido até dar-lhe aquela conformação ideal.&lt;br /&gt;Em cima daquele leito solitário e da cor do chumbo estava estendida a divina Anfitrite. Era uma das poucas Nereidas a ter os cabelos negríssimos, da cor da noite, enquanto que as escamas de sua longa cauda tinham uma brilhante cor prateada, matizada por maravilhosos reflexos azulados e cor-de-rosa que se alternavam ao menor movimento. Com as costas coladas à pedra, Anfitrite dos cabelos negros tinha a face voltada para o alto; seu braço direito, caído sobre o rosto, protegia seus olhos dos raios fortes do sol, enquanto os peitos firmes apontavam para o céu.&lt;br /&gt;Netuno empinou seu carro na direção da Nereida de esbelto corpo. Emparelhando com a rocha, Netuno esteve longo tempo a observar os traços de Anfitrite, para ver se podia confiar em suas virtudes. Mas a ninfa adorável permanecia com o rosto quase completamente oculto pelo braço. O deus dos mares, na verdade, só podia observar direito o nariz perfeitamente aquilino de Anfitrite e sua boca úmida e carnuda, maravilhosamente desenhada para o beijo.&lt;br /&gt;"Que mulher!", pensou Netuno, quase apaixonado. "Se tais são seus lábios e seu nariz... oh, como não haverão de ser seus divinos olhos!"&lt;br /&gt;Um arfar mais indiscreto do deus, contudo, despertou a atenção da formosa Anfitrite. Seu braço caiu e as pestanas de longos cílios recurvos ergueram-se, piscantes — e foi, então, como se duas estrelas houvessem se descortinado. -Divina e encantadora Anfitrite! — disse a voz rouca ao seu lado. — A partir de hoje será minha divina esposa e a você caberá a honra de ser, para sempre, o repositório sagrado de meu divino sêmen.&lt;br /&gt;Anfitrite, assustada, ao enxergar a seu lado aquele homem espadaúdo, de longos cabelos recobertos de mariscos e uma barba hirsuta tostada pelo sol a lhe dizer tais disparates, deu um ágil mergulho para dentro da água. Netuno ainda conseguiu agarrar um pedaço de sua cauda, mas as escamas lisas escorregaram por entre seus dedos, até surgir a grande e quase transparente barbatana, leve e fremente como um leque, que lhe deu uma bofetada, antes de desaparecer nas ondas.&lt;br /&gt;— Para onde foi... ? — bradou o deus, desesperado.&lt;br /&gt;E desde aquele dia Netuno perdeu Anfitrite de vista. Percorreu todos os mares, foi mil vezes ao palácio de Nereu, nas profundezas do mar, mas ninguém sabia dizer onde ela estava.&lt;br /&gt;Irado, Netuno começou a sapatear e a bater ferozmente com seu tridente por toda parte, demolindo os imensos rochedos subterrâneos e provocando, com isso, terríveis maremotos na superfície dos oceanos. Ondas imensas eram cuspidas para o alto e montanhas inteiras arremessadas para as costas das cidades marítimas, levando o pânico a todos os mortais.&lt;br /&gt;Finalmente, Júpiter, no último limite da aflição, ordenou a Nereu que revelasse o local onde a apavorada Anfitrite fora se ocultar. O pobre velho não sabia, mas sua esposa Dóris, como toda boa mãe, sabia — e muito bem.&lt;br /&gt;Depois de um sem-número de pedidos, Júpiter finalmente conseguiu obter da mãe das nereidas o que os rogos e súplicas do velho marido, é claro, não tinham podido alcançar.&lt;br /&gt;— Somente as carícias de sua divina filha poderão suavizar o rude temperamento de meu irmão — disse Júpiter à ainda reticente Dóris. — Quando isto acontecer, e a crosta primitiva de meu irmão houver caído, verá ela que se casou com um homem gentil e atencioso, além, é claro, de ter se tornado rainha de todo um império.&lt;br /&gt;— Rainha de todo um império... — resmungou várias vezes a mãe de Anfitrite, até que finalmente cedeu, embora fizesse questão de afirmar que não fazia o menor caso de vir a se tornar mãe da "rainha de todo um império".&lt;br /&gt;Revelado o esconderijo da filha de Nereu, o impaciente Netuno rumou para lá, silenciosamente, montado em seu discreto golfinho. Dentro de uma caverna, oculta por uma floresta de líquens, estava a assustada Nereida, quando Netuno, pé ante pé, adentrou o recinto.&lt;br /&gt;— Anfitrite adorada! — disse ele, cujas barbas estavam lustrosas do aromático âmbar. — Venha comigo e garanto que não terá jamais motivos para se queixar de mim.&lt;br /&gt;Netuno parecia realmente mudado: trajado modestamente, sem aquele ar arrogante que o caracterizava, havia deixado em casa até o seu horroroso tridente. Anfitrite, cautelosa, estudou ainda, longamente, o aspecto do deus. Depois, ainda indecisa sobre se deveria ou não aceitar aquela proposta, perguntou, amuada:&lt;br /&gt;— E quanto àquele negócio de "meu repositório de sêmen"?&lt;br /&gt;— Oh, não, esqueça esta bobagem! — disse Netuno, baixando os olhos. -Você será, para sempre, apenas o repositório de minha divina devoção e meu divino carinho.&lt;br /&gt;Ainda mais corado por aquele sorriso de superioridade da divina Nereida, Netuno enterrou as unhas nas palmas das mãos e resolveu voltar ao velho estilo.&lt;br /&gt;— Venha, vamos de uma vez, minha rainha! — disse, encurralando-a na parede da gruta úmida e dando-lhe um beijo intenso e apaixonado.&lt;br /&gt;Depois levou-a nos braços até o golfinho e retornaram para o palácio de Netuno, onde ambos, desde então, governam felizes o imenso império dos mares.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-4904052597715807126?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/4904052597715807126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/09/netuno-senhor-dos-mares.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4904052597715807126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4904052597715807126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/09/netuno-senhor-dos-mares.html' title='Netuno, Senhor dos Mares.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-7535762015333686222</id><published>2009-09-09T18:26:00.003-03:00</published><updated>2009-09-09T18:52:11.466-03:00</updated><title type='text'>Lemúria , o mito do paraíso perdido.</title><content type='html'>Brasil Escola » Mitologia » Lemúria: O mito do paraíso perdido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Lemúria é um dos continentes extintos, considerados por muitos como o paraíso perdido, igualmente existe Atlântida, outro continente perdido. Até hoje, historiadores, antropólogos, geólogos, biólogos entre outros estudantes e cientistas, fazem especulações se realmente existiu a terra desaparecida. Assim, Lemúria virou muito mais que um mito, uma possibilidade teórica sobre hipóteses do segredo da formação das civilizações no mundo. A noção de Lemúria surgiu primeiro aos cientistas da metade do século 19, quando o grande entusiasmo pelos novos métodos de classificação e análise biológica apareceu para revelar algumas coincidências estranhas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra Lemúria foi tirada do termo lêmure, e se refere aos que têm habitat limitado com a África, Sul da Índia e Malásia; animais pré-históricos que na Idade Eocena provavelmente habitaram todo o Hemisfério Norte. Assim, a área que Lemúria deve ter ocupado entende-se o arquipélago malásio, através da costa Sul da África até Madagascar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns acreditam que Lemúria poderia ter sido "o berço da raça humana". Essa especulação ajusta-se às teorias contemporâneas sobre como a humanidade se espalhou por todo o mundo, numa série de migrações. A partir dessa teoria, criou-se o mito que Lemúria poderia ter sido o Éden, o Paraíso perdido, onde a humanidade surgiu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Letícia de Castro&lt;br /&gt;Colunista Brasil Escola&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-7535762015333686222?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/7535762015333686222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/09/lemuria-o-mito-do-paraiso-perdido.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7535762015333686222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7535762015333686222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/09/lemuria-o-mito-do-paraiso-perdido.html' title='Lemúria , o mito do paraíso perdido.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-7930860121806536490</id><published>2009-08-28T17:57:00.002-03:00</published><updated>2009-08-28T17:59:05.328-03:00</updated><title type='text'>Maias continuam a surpreenderem arqueólogos.</title><content type='html'>Autor: John Noble Wilford&lt;br /&gt;Fonte: O Estado de São Paulo, 20/05/2006, Vida&amp;, p. A34&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobertas recentes na Guatemala revelam escrita e simbologia sofisticadas mil anos antes da época clássica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos muros sagrados e no interior das galerias escuras de ruínas antigas na Guatemala, arqueólogos estão fazendo descobertas que lançam luz sobre a vibrante civilização maia em seu período de formação, abrangendo mais de mil anos antes da celebrada época clássica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As intrigantes descobertas, que incluem obras-primas artísticas e o mais antigo escrito maia conhecido, derrubam velhas idéias sobre o período pré-clássico. Ele não foi, como se pensava, uma espécie de idade das trevas de uma cultura que floresceu nos tempos clássicos, em lugares como a espetacular ruína imperial de Palenque (México), começando por volta de 250 d.C. e entrando em colapso misteriosamente por volta de 900 d.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No negligenciado centro cerimonial de pirâmides e praças espaçosas, uma localidade remota no nordeste da Guatemala conhecida como San Bartolo, arqueólogos descobriram restos inesperados de murais em cores vivas retratando a mitologia maia da criação e da realeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os murais datam de 100 a.C. Uma coluna de hieróglifos próxima, um ou dois séculos mais antiga, atesta um sistema de escrita já bastante desenvolvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONTINUIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As descobertas, anunciadas ao longo dos últimos seis meses por uma equipe americana-guatemalteca liderada por William A. Saturno, da Universidade de New Hampshire, empolgam a pequena comunidade dos estudiosos da civilização maia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles vêem essas descobertas como fortes evidências da origem antiga e da notável continuidade dos conceitos de cosmologia e governança da cultura maia ao longo de mais de um milênio antes da era clássica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma visita a San Bartolo, Michael D. Coe, estudioso dos maias da Universidade Yale, qualificou os murais como "uma das maiores descobertas maias de todos os tempos". "Estamos entrando numa idade de ouro do estudo pré-clássico", avalia Stephen Houston, especialista em hieróglifos maias da Universidade Brown. Para ele, a pesquisa dos maias será marcada por uma fase anterior à descoberta dessas pinturas e uma fase posterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"San Bartolo empolga investigações mais profundas do período pré-clássico", disse Julia Guernsey, especialista em história da arte e iconografia maia da Universidade do Texas. Em seu livro Ritual and Power in Stone (Ritual e Poder em Pedra), a ser publicado em dezembro, Guernsey analisa vários exemplos de fachadas em estuque, murais pintados e monumentos entalhados que ilustram o desenvolvimento pré-clássico da iconografia dos conceitos maias da criação, do mundo espiritual e do poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUADRIFÓLIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um novo foco, disse Guernsey, num motivo comum em monumentos do período clássico que agora é cada vez mais reconhecido já em meados da era pré-clássica, de 900 a.C. a 300 a.C. Ele é conhecido como quadrifólio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenho, parecido com um trevo de quatro folhas, é encontrado em arranjos de pedras, entalhado na pedra ou emoldurado por terra e argila pintada em locais cerimoniais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros exemplos pré-clássicos são examinados em Izapa, onde há quadrifólios e monumentos datados entre 300 a.C. e 50 a.C. Um trono de Izapa é emoldurado por um quadrifólio. Imagens similares foram descobertas em Chalcatzingo, datando de 700 a.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os arqueólogos dizem que o quadrifólio, muitas vezes em associação com canais e bacias d'água, pode ter sido parte da iconografia em cerimônias para os deuses da chuva e da fertilidade. Em outros casos, ele emoldura a entrada de uma caverna, talvez simbolizando a criação e o sobrenatural. Guernsey supõe que o quadrifólio, antes negligenciado, pode ter sido um objeto em exibições públicas nas quais o governante dançava e passava pelo centro aberto, num ritual que demonstrava seu poder de interceder perante os deuses, base de sua autoridade como líder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESCRITA MISTERIOSA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um novo quebra-cabeça ainda sem solução é a escritura maia pré-clássica encontrada em San Bartolo. A coluna de dez hieróglifos, pintados em preto sobre gesso branco, sem dúvida contém escritos maias datados entre 300 a.C. e 200 a.C., dizem os especialistas. Por enquanto, os símbolos são indecifráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Saturno e seus colegas, a coluna "mostra que um sistema de escrita maia desenvolvido era usado séculos antes do que se pensava". Houston, da Universidade Brown, concorda, afirmando que a sofisticação da técnica do escriba e o repertório de sinais sugerem que "o sistema não foi inventado no dia anterior".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-7930860121806536490?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/7930860121806536490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/08/maias-continuam-surpreenderem.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7930860121806536490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7930860121806536490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/08/maias-continuam-surpreenderem.html' title='Maias continuam a surpreenderem arqueólogos.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-7129938449302305802</id><published>2009-08-21T15:02:00.003-03:00</published><updated>2009-08-21T15:07:06.808-03:00</updated><title type='text'>Querem que índio continue tutelado.</title><content type='html'>Autor: Arruda, Roldão&lt;br /&gt;Fonte: O Estado de São Paulo, 25/05/2009, Nacional, p. A6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aldo Rebelo: deputado (PC do B-SP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roldão Arruda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os índios brasileiros não são ouvidos pelas autoridades nos processos de demarcação de suas terras. O pior é que as demarcações ocorrem a partir de laudos antropológicos nem sempre confiáveis e sob pressão de organizações não-governamentais que insistem em tutelar os índios e apontar o Estado como ameaça à sua cultura. No conjunto isso estimula propostas secessionistas e põe em risco a integridade territorial do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em linhas gerais, esse foi o raciocínio que levou o deputado comunista Aldo Rebelo (PC do B) a apresentar na Câmara, em conjunto com seu colega Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), um polêmico projeto de lei que, se aprovado, obrigará o Executivo a submeter ao Congresso todos os processos de demarcação de terras indígenas. Na semana passada, em seu escritório político em São Paulo, o deputado, que já ocupou as cadeiras de ministro da Articulação Política e de presidente da Câmara, falou ao Estado, sobre o projeto e suas razões. A seguir, os principais trechos da conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o levou a esse projeto, que transfere as demarcações do Executivo para o Legislativo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto não subtrai do Executivo a prerrogativa de demarcação das terras indígenas. Apenas o obriga a enviar a proposta ao Congresso, que analisa, promove as discussões, as negociações necessárias com as partes envolvidas. Depois a proposta é devolvida ao Executivo, na forma original ou modificada. É uma instância de negociação para todas as partes envolvidas, incluindo os índios, que não são ouvidos. O processo demarcatório é uma decisão unilateral da Funai (Fundação Nacional do Índio), que colhe o laudo - nem sempre rigoroso - de antropólogos e o submete ao Ministério da Justiça, que prepara o decreto de demarcação e encaminha ao presidente da República, que homologa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está mesmo dizendo que o governo não ouve os índios?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ouve. O caso da Raposa Serra do Sol é patente. Ali, um grupo grande de indígenas contestou a demarcação proposta pela Funai, mas não foi levado em conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria dos índios era favorável à demarcação em área contínua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não creio. Pelo que apurei, em visitas à região, não havia maioria favorável. A relação entre os grupos de índios que vivem ali não é das mais amistosas e eles preferiam que a demarcação fosse em ilhas, onde cada tribo teria sua área demarcada, sem ser obrigada a conviver com outras. Isso também levava em conta as diferenças no estágio de evolução. Em Roraima existem indígenas que estão num estágio ainda próximo da coleta, da caça, e outros que são formados por pequenos fazendeiros, comerciantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor falou que os laudos antropológicos que norteiam as demarcações nem sempre são rigorosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda usando o exemplo da Raposa Serra do Sol, o laudo que deu origem àquela terra é eivado de fraudes. As mais diversas. Há fraude no censo que contabilizou a população indígena, na coleta de testemunhas, na contabilidade das malocas usadas como referência para a demarcação. Malocas localizadas na Guiana foram contabilizadas como se estivessem no Brasil. Tudo isso demonstra que é preciso uma autoridade que faça a mediação, para que não se cometam injustiças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em mediação, acha que os arrozeiros poderiam ter ficado na terra indígena?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é evidente que sim. Já vi de tudo na vida. Já vi entrarem numa propriedade para desapropriá-la e trocá-la de mãos, como faz o socialismo, como fez Fidel Castro em Cuba. Mas destruir e imobilizar a capacidade produtiva, isso eu nunca vi. Como é possível transformar em crime a produção de arroz? Crime é contrabando, é narcotráfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os arrozeiros não tinham títulos legais das terras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso podia ser resolvido. Era só chegar e estabelecer um preço para eles. Aliás, porque os próprios índios não podiam arrendar aquelas terras? Obter algum tipo de benefício?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que isso não aconteceu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque querem que o índio continue tutelado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afirma-se que, se seu projeto for aprovado, não haverá mais demarcação: serão todas barradas pela bancada ruralista do Congresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que o Congresso vai agir como tem agido, considerando em primeiro lugar a defesa da população indígena. Tudo que está sendo feito hoje decorre de uma autorização do Congresso - o Congresso Constituinte, que incluiu na Constituição a garantia e a defesa dos direitos indígenas. Eles sofrem de fato ameaças na sobrevivência física e na sobrevivência de suas culturas - daí a necessidade de demarcar suas terras, protegê-los. Mas ao mesmo tempo há necessidade de integrá-los; e não de estimular qualquer sentimento secessionista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acha que os antropólogos estimulam sentimentos secessionistas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A antropologia, um ramo das ciências sociais, foi muito desenvolvida no auge do império britânico. O império estimulava, porque, por meio da ciência conhecia melhor os povos a serem subjugados. Em seus primeiros momentos, ela procurava convencer os chamados povos tribais, na África e em outros continentes, a se submeterem aos padrões da sociedade ocidental - porque isso interessava ao domínio britânico. Quando os impérios coloniais se desintegraram e essas sociedades tribais passaram a integrar embriões de Estados nacionais, a antropologia passou a aconselhá-los a permanecerem em seu estágio tribal, afirmando que os Estados nacionais eram uma ameaça. E é isso que, em resumo, vejo acontecer no Brasil. Dizem para os índios: continuem no seu estágio, o Estado nacional é uma ameaça a vocês. Eu acho que não há futuro para essas populações fora do Estado nacional brasileiro. O que vão constituir? Estados fantoches? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo que diz, existe uma ameaça à segurança nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano 2000, Orlando Villas Boas, que dedicou a vida aos indígenas, deu um depoimento a uma emissora de TV, hoje acessível pela internet, no qual fez uma advertência que é quase uma profecia. Disse que jovens ianomâmis estavam sendo levados para os Estados Unidos, onde iam ser treinados e aprender inglês. Depois retornariam ao Brasil para pedir a criação de um território próprio, um Estado. Nesse momento receberiam a proteção da ONU, que transferiria a tutela dessa população a uma grande nação. Ele dizia: "Eles não estão interessados nos ianomâmis, mas nas riquezas que há no subsolo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não acha isso fantasioso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. No início do século 20 o Brasil perdeu 20 mil quilômetros quadrados do antigo Território de Roraima, em área consagrada, já demarcada como parte do território brasileiro. Inicialmente a Inglaterra enviou uma missão geográfica à região. Depois apareceu uma missão religiosa, que catequizou os índios, que, por sua vez, pediram a proteção da Inglaterra. Foi aí que os ingleses impuseram o litígio sobre a área. Ele foi submetido à arbitragem do rei da Itália, que dividiu o que era nosso: deu 20 mil quilômetros quadrados para a Inglaterra e deixou 20 mil para o Brasil. O território brasileiro sempre foi cobiçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é signatário de convenções internacionais que tratam da questão indígena. Acha que podem constituir risco para a segurança nacional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim. Principalmente a convenção da ONU que reconhece a soberania das populações indígenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vê a ação das ONGs?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema das ONGs é que veem os índios como instrumentos para estudos de caso de antropologia. Os índios dentro da reserva têm quase o status de uma cutia, uma paca, um bicho. Eles não têm direitos. São duplamente tutelados, pelas ONGs e pelo Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizações envolvidas com questões indígenas dizem que a prioridade do Congresso deveria ser a votação do Estatuto do Índio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós devemos votar o estatuto, demarcar as áreas indígenas, assegurar os direitos dos índios, garantir a presença do Estado no meio deles. Nós temos uma sub-Funai terceirizada, que praticamente entrega às ONGs a assistência aos índios. Queremos uma Funai forte, com uma política própria, que reconheça as dificuldades dessas populações. Como a sociedade nacional deve se comportar diante do índio? Segregando ou integrando? Eu defendo a integração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo para os índios isolados, sem contato com outras culturas? A nossa política sempre foi de fazer contato. Como é que o Estado vai prestar assistência a esses índios? Como vai levar assistência médica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sente receio de ser identificado com grupos conservadores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. Minha posição sempre foi em defesa da democracia, do socialismo e do Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é: Aldo Rebelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É formado em jornalismo e está em seu quinto mandato consecutivo como deputado federal pelo PC do B-SP &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já foi presidente da Câmara e ministro do governo Lula&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu em Viçosa, Alagoas, e tem 53 anos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CRÍTICA: "Nós temos uma sub-Funai terceirizada, que na prática entrega às ONGs a assistência aos índios"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DESTINO: "Não há futuro para essas populações fora do Estado. O que vão constituir? Estados fantoches?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARÂMETROS: "Os índios dentro da reserva têm quase o status de uma cutia, uma paca, um bicho"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-7129938449302305802?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/7129938449302305802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/08/querem-que-indio-continue-tutelado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7129938449302305802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7129938449302305802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/08/querem-que-indio-continue-tutelado.html' title='Querem que índio continue tutelado.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-1947028454099869434</id><published>2009-08-09T16:46:00.002-03:00</published><updated>2009-08-09T16:49:04.921-03:00</updated><title type='text'>Presidente Lula cria decreto que provoca disputa por terra.</title><content type='html'>Título: Decreto de Lula criou disputa por terra, diz Jungmann&lt;br /&gt;Autor: Marchi, Carlos&lt;br /&gt;Fonte: O Estado de São Paulo, 13/08/2007, Nacional, p. A6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deputado diz que quilombolas vão brigar pelo mesmo orçamento do Incra para assentar os sem-terra &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reconhecimento de terras de comunidades quilombolas cria sério impasse institucional, afirmou o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), ex-ministro do Desenvolvimento Agrário no governo FHC. Para ele, a regulamentação feita pelo governo Lula para reconhecer os territórios quilombolas estabelece uma disputa orçamentária entre os potenciais remanescentes de quilombos e os sem-terra. ¿É um orçamento só para assentar sem-terra e quilombolas¿, questionou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a deputada Maria do Rosário (RS), vice-presidente nacional do PT, ¿o cobertor orçamentário pode ficar curto, mas a concessão de terra a quem não a tem é uma obrigação do Estado¿. De acordo com ela, são tão legítimas as reivindicações feitas pelos sem-terra como as dos quilombolas. Ontem, o Estado mostrou que 3.524 comunidades reivindicam 25 milhões de hectares que seriam de antigos quilombos, uma área do tamanho do Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOIS ERROS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jungmann diz que a regulamentação do artigo 68 das Disposições Constitucionais Transitórias, que prevê o reconhecimento de antigos quilombos, foi equivocada nos governos FHC e Lula. O governo passado definiu que o laudo antropológico para o reconhecimento de antigos quilombos e o assentamento das comunidades deveria ser feito pelo Incra, que, segundo o deputado, não tem conhecimento em antropologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois o governo FHC transferiu o laudo para a Fundação Palmares, deixando a desapropriação e o assentamento com o Incra. ¿Houve um descasamento, porque o mérito passou a ser julgado na fundação, mas o orçamento que custeia a operação era do Incra¿, disse. O erro do governo Lula, segundo o deputado, foi ampliar o conceito de direito dos quilombolas. ¿Antes se exigia a posse continuada da terra pelos quilombolas, mas o governo Lula acabou com isso e tornou qualquer terra passível de questionamento.¿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, questiona Jungmann, a Fundação Palmares não tem contraditório na fixação do mérito: como ela defende direitos da população negra, estará sempre simpática a conceder as solicitações das comunidades negras que se auto-intitulam quilombolas. ¿Há casos em que a ocupação continuada está provada, como as comunidades do Rio Trombetas, no Pará, e do Rio das Rãs, no oeste da Bahia. Mas um número grande dos casos que estão surgindo agora não comprova ocupação continuada¿, diz Jungmann.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria do Rosário registra que o tema da reparação das comunidades negras é muito recente: ¿Mas a dívida que existe é tão grande que o que está sendo assegurado aos negros será sempre menos que o justo.¿ Ela afirmou que secularmente a responsabilidade do Estado ¿tem sido muito negligenciada com as populações negras¿. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FRASES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raul Jungmann (PPS-PE) deputado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿É um orçamento só para assentar sem-terra e quilombolas¿&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria do Rosário (PT-RS) deputada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿O cobertor orçamentário pode ficar curto, mas a concessão de terra a quem não a tem é uma obrigação do Estado¿&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-1947028454099869434?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/1947028454099869434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/08/presidente-lula-cria-decreto-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/1947028454099869434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/1947028454099869434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/08/presidente-lula-cria-decreto-que.html' title='Presidente Lula cria decreto que provoca disputa por terra.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-4627585128850933793</id><published>2009-08-09T15:39:00.004-03:00</published><updated>2009-08-09T15:53:03.006-03:00</updated><title type='text'>Mitologia, Simonides.</title><content type='html'>Esta obra pertence a A. S. Franchini e Carmen Seganfredo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia, certa feita, um poderoso rei chamado Escopas. Seu reino era o da Tessália e não havia ninguém audaz o bastante para contestar o seu poder. Riquezas choviam dia e noite sobre sua cabeça, potentados de reinos vizinhos vinham quase todos os dias prestar-lhe vassalagem, e ainda assim isto não era o bastante para ele sentir-se completa, suficiente e absolutamente feliz.&lt;br /&gt;"O que falta ainda?", perguntava-se todos os dias Escopas.&lt;br /&gt;Um dia, entretanto, escutando a música que saía da lira de Simônides, príncipe dos poetas de toda a Grécia, Escopas compreendeu tudo:&lt;br /&gt;— É isto: um poema épico! — disse ele, dando um pulo de alegria. Imediatamente mandou chamar o poeta.&lt;br /&gt;—  Simônides, príncipe dos poetas! — disse o rei, ao vê-lo. — Quero que componha para mim um magnífico poema, que celebre em versos inesquecíveis as minhas gloriosas e inexcedíveis façanhas. Quero que seja de tal forma extraordinário que seja cantado e repetido por todas as gerações futuras. É capaz disto, por certo?&lt;br /&gt;— Sem dúvida, poderoso rei! — disse Simônides, já elaborando mentalmente os primeiros versos da imensa epopéia. Seria uma longa peregrinação, que abarcaria desde os feitos gloriosos dos mais antigos ancestrais do rei, entremeada de muitas digressões, que, por comparação, somente elevariam o mérito do homenageado, até chegar ao cerne do poema, um longo e exaltado canto que ergueria até as nuvens as virtudes e méritos do maravilhoso rei.&lt;br /&gt;Simônides, entretanto, consumiu o cérebro durante um ano inteiro para achar alguma virtude naquele amontoado de crimes e barbáries que era a história dos antepassados do rei. Ambição, inveja, ciúmes, assassínios, estupros, parricídios — havia de tudo naquelas antigas crônicas, menos um feito justo e humano, por mais singelo que fosse, para ser narrado. Mas graças ao seu talento superior conseguiu transformar em beleza todas aquelas selvagens atrocidades.&lt;br /&gt;No dia aprazado para a primeira audição de seu maravilhoso poema, estavam reunidos, enfim, num imenso salão, o rei e toda a sua corte. O tirano Escopas, refestelado em seu trono, sentia um friozinho agradável no estômago. Um gongo soou e o poeta maravilhoso adentrou o recinto sob uma chuva calorosa de aplausos.&lt;br /&gt;— Escopas, poderoso rei da Tessália, temido e amado pelos súditos e pelos reis de toda a Grécia! — disse Simônides, alteando a voz. — Aqui está o produto do meu suado labor, que não tem outro fim senão o de contar em versos perfeitos a trama sublime que as Parcas divinas teceram para compor o tapete glorioso de vossa vida!&lt;br /&gt;Tão logo os aplausos silenciaram, Simônides deu início à leitura da sua maravilhosa epopéia. Todos os circunstantes bebiam suas palavras como quem sorve um saboroso vinho, até que o poeta entrou numa vereda do seu poema, uma longa divagação acerca dos irmãos Castor e Pólux, exaltando as suas virtudes guerreiras, mas que pouco tinham, na verdade, a ver com as do homenageado.&lt;br /&gt;Tais divagações não eram raras no poeta, e seria de se supor que um mortal comum se sentisse feliz em ver-se comparado aos dois famosos filhos de Leda. A vaidade do rei, porém, não admitia comparações, mesmo com os filhos de um deus.&lt;br /&gt;Escopas, sentado à mesa de banquete, entre seus cortesãos e aduladores, resmungava insatisfeito:&lt;br /&gt;— Que têm a ver as proezas dos gêmeos com as minhas?&lt;br /&gt;Simônides, entretanto, entregue à recitação da comprida ode, continuava, imperturbável, a exaltar os feitos sublimes dos Dióscuros.&lt;br /&gt;A leitura do poema estendeu-se, ainda, por longo tempo, até que finalmente o poeta pôs um ponto final na brilhante epopéia. Os aplausos espocaram, entusiásticos, por todo o salão, mas ficara bem evidente a todos — em especial, ao próprio rei — que Castor e Pólux saíam da declamação muito mais exaltados e glorificados do que ele, objeto primeiro da homenagem.&lt;br /&gt;Era hora, agora, do rei ofertar ao poeta a sua prometida paga. Simônides, ainda ofegante da longa recitação, aproximou-se reverentemente do trono do rei, que havia aberto o seu baú de riquezas. Para sua surpresa, entretanto, Simônides viu o rei lhe entregar apenas a metade do conteúdo, ficando com o baú e a outra metade para si próprio.&lt;br /&gt;— Aqui está o pagamento pela minha parte na sua obra — disse Escopas, com um sorriso irado no rosto. — Castor e Pólux, sem dúvida, pagarão pela parte que lhes diz respeito.&lt;br /&gt;Uma gargalhada feroz e ululante estourou em todo o recinto, fazendo com que o poeta, corado e humilhado, retornasse cabisbaixo ao seu lugar.&lt;br /&gt;Durante o resto da noite Simônides esteve assim, abatido e envergonhado, e por onde quer que andasse escutava sempre pelas costas risinhos fungados de deboche. Ninguém ousou fazer-lhe qualquer elogio, com medo de que a imprudência pudesse chegar aos ouvidos do rei insatisfeito.&lt;br /&gt;Assim estava perambulando o poeta pelos corredores do palácio quando viu um lacaio se aproximar e lhe dizer:&lt;br /&gt;— Senhor, há dois homens lá fora, a cavalo, que desejam lhe falar com toda a urgência.&lt;br /&gt;— Quem são e o que desejam de minha pessoa? — indagou Simônides.&lt;br /&gt;— Não se identificaram, senhor — disse o lacaio -, mas disseram que a sua vida depende de ir procurá-los, e a toda pressa.&lt;br /&gt;Simônides saiu para os jardins, mas não encontrou ninguém à sua espera.&lt;br /&gt;— Estranho... — disse o poeta, pensativo. — Estarão alguns gaiatos armando outra brincadeira para me ridicularizar ainda mais?&lt;br /&gt;Simônides estava já regressando ao palácio quando escutou um ruído terrível partir lá de dentro. Diante de seus olhos viu a cúpula do palácio ruir inteira para dentro de onde estava situado o salão de banquetes — lugar onde estivera há questão de apenas alguns segundos.&lt;br /&gt;Quando chegou lá, encontrou tudo em ruínas e, em meio aos destroços, o corpo dilacerado e esmagado do vaidoso Escopas. Entre os seus dentes havia uma moeda — o óbolo dos mortos — e junto dele estava o seu baú, inteiramente vazio. Em volta dele jaziam os corpos de todos os demais convidados, sepultados sob pilhas de escombros ensangüentados. Ao se informar sobre a aparência dos jovens que o haviam procurado, Simônides não teve dúvida nenhuma de que não eram outros senão os próprios Castor e Pólux, que tinham vindo para receber do rei a sua parte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-4627585128850933793?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/4627585128850933793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/08/mitologia-simonides.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4627585128850933793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4627585128850933793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/08/mitologia-simonides.html' title='Mitologia, Simonides.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-3843479396985502283</id><published>2009-08-01T13:31:00.003-03:00</published><updated>2009-08-01T13:37:25.187-03:00</updated><title type='text'>Apolo e a Serpente Píton.</title><content type='html'>Esta obra foi elaborada e criada por : A. S. Franchini e Carmen Seganfredo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tudo verdade, Juno: Latona está grávida do seu esposo, Júpiter!&lt;br /&gt;Íris, a mensageira e confidente de Juno, fora quem descobrira a novidade.&lt;br /&gt;— Pois quero esta mulher bem longe de qualquer terra, compreendeu? -esbravejou Juno, enciumada. — Bem longe de qualquer terra.&lt;br /&gt;"Bem longe de qualquer terra", pensou íris. "É um bocado longe."&lt;br /&gt;Latona, com o ventre dolorido, foi obrigada, assim, a percorrer o mundo todo — atravessando, exausta, lugares como o Quio, a Trácia, a Ática, a Eubéia, as ilhas do mar Egeu, sem jamais receber abrigo de quem quer que fosse, em lugar algum. E como se isto não bastasse, atrás dela ainda ia Píton, uma terrível serpente encarregada de devorar os seus filhos. Sem dar um segundo de descanso, a pavorosa serpente empenhou-se na sua tarefa, sem nunca, entretanto, conseguir alcançar o seu objetivo maior.&lt;br /&gt;Assim, depois de muito vagar, Latona acabou por chegar à ilha de Ortígia, onde encontrou, finalmente, um abrigo. Ortígia era uma ilha flutuante, não estando fixa, portanto, em lugar algum, não fazendo parte da terra.&lt;br /&gt;Ali, durante nove dias e nove noites, Latona gemeu sob o império da dor. Mas Ilícia, a deusa que preside os partos, soube dos sofrimentos atrozes pelos quais a pobre mãe passava e resolveu socorrê-la.&lt;br /&gt;— O filho de Latona será o mais belo dos deuses, e para mim será uma honra excelsa presidir o seu nascimento — disse ela às amigas, antes de partir.&lt;br /&gt;E assim foi. Depois de intenso sofrimento, Latona viu seus trabalhos duplamente recompensados: de seu ventre saíram não um, mas dois filhos — um belo menino, de nome Apólo, e uma graciosa menina, chamada Diana.&lt;br /&gt;— Aí tens o dia e a noite, um em cada braço — disse Ilícia, ternamente. Apólo, de pele alva e louros cabelos, de fato era a representação perfeita do sol e do dia, enquanto que Diana, de cabelos negros caídos sobre um colo faiscante, representava a lua envolta pela noite.&lt;br /&gt;Júpiter deu a seus filhos muitos presentes, mas o que mais lhes agradou foi um maravilhoso arco confeccionado por Vulcano. Desde este dia Diana afeiçoou-se de tal modo ao seu exercício, que acabou se tornando a deusa da caça. Quanto a Apólo, tinha em mente, antes que tudo, vingar sua mãe.&lt;br /&gt;— Diga-me, meu pai, onde está a terrível serpente que perseguiu tão cruelmente a minha mãe — disse ele, com os olhos postos no céu -, e irei matá-la com minhas próprias setas.&lt;br /&gt;Latona e seus filhos abandonaram a ilha — que passou a se chamar, desde então, Delos, ou seja, "ilha luminosa", em homenagem ao deus da luz e do sol -e, após vários percalços, chegaram enfim ao seu destino.&lt;br /&gt;— Eis o monte Parnaso, meus filhos — disse Latona, abraçada aos dois. Mas aquele local magnífico, repleto de montanhas e abundante vegetação, escondia também um horror. Era ali que a serpente Píton, filha da Terra, vivia, instalada bem ao pé do monte Parnaso em um imundo covil.&lt;br /&gt;— Chegou a hora, maldita serpente — disse Apólo, enganchando uma flecha em seu poderoso arco -, de acertarmos as nossas contas.&lt;br /&gt;De dentro da caverna partiu um urro tremendo, que fez desmoronar muitas montanhas ao redor. Logo em seguida um bafo pestilencial, um misto de fogo e de sangue, foi expelido de dentro, incendiando tudo que estivesse à sua frente. A serpente medonha escorregou para fora da cova como se fosse uma língua em chamas expelida pela goela escancarada da montanha.&lt;br /&gt;Apolo, após subir em cima de um rochedo, estendeu o mais que pôde a corda de seu arco e mirou no abismo de sua boca infernal. A fera, contudo, desviou-se da seta, dando um salto inesperado e rolando de lado sobre a relva, que ficou toda crestada.&lt;br /&gt;— Apolo, meu filho, cuidado! — gritava sua mãe, abraçada a Diana, que queria se desvencilhar dos braços da mãe para ir ajudar o irmão.&lt;br /&gt;— Não se meta nisto, minha irmã! — bradou o deus solar. — Você é muito nova e frágil para enfrentá-la!&lt;br /&gt;Apólo nem se dava conta de que tinha a mesma idade da irmã, mas naquele momento foi a única coisa que lhe ocorreu para manter a salvo as duas mulheres.&lt;br /&gt;A serpente agora estava completamente em pé — parecia impossível, mas estava completamente ereta, como uma gigantesca palmeira -, e seu ventre, originalmente claro, estava todo coberto do sangue seco e dos ossos esmagados de antigos e horrendos festins. Um silvo ensurdecedor passou sobre o rosto de Apólo, como um vento quente e mórbido que um vulcão houvesse expelido em seu rosto.&lt;br /&gt;Píton entesou o seu corpo e lançou um bote quase certeiro sobre a rocha onde o deus do sol se mantinha precariamente equilibrado. Um grande dente amarelado da serpente ficou cravado sobre a rocha, como se fosse uma gigantesca espada enterrada na pedra. Dela escorria um líquido pestilencial da cor do âmbar e que exalava um odor terrivelmente nefasto.&lt;br /&gt;Apólo foi cair sobre a saliência de um penedo, ainda entontecido pelo bafo mefítico da sua cruel inimiga. A serpente Píton, após relancear a cabeça em várias direções, arregalou suas grandes pupilas horizontais: uma centena de línguas fendidas saíram ao mesmo tempo de sua boca e chicotearam o ar em todas as direções. A temível Píton farejara novamente a sua presa.&lt;br /&gt;Mas antes que volvesse sua cabeça na fatídica direção, Apólo já estava em pé outra vez. Retesando ao mesmo tempo em seu arco três de suas mais afiadas setas, Apólo esticou a corda até que ela quase estalasse.&lt;br /&gt;— Serpente maldita, aqui está o seu castigo! — disse o deus, despedindo as três setas, que partiram sibilando pelo ar.&lt;br /&gt;Já no caminho as poderosas setas foram duelando com as línguas serpenteantes da víbora, e uma chuva delas caiu do alto, decepadas pela velocidade das setas. Em seguida, cada qual tomando seu caminho foi buscar um alvo diferente: a primeira foi alojar-se no olho esquerdo da víbora; a segunda penetrou em seu peito, ausente de escamas, enterrando-se em seu coração; e finalmente a terceira entrou-lhe pela boca adentro, tirando-lhe o hausto da vida. Como uma palmeira que tomba, a serpente Píton caiu, provocando um grande estrondo, que fez tremer a Terra durante oito dias.&lt;br /&gt;Apólo vencera. Tomando então sua lira — que Mercúrio lhe dera de presente -, ele entoou sua canção de vitória, abraçado à mãe e à irmã. Disse a elas, triunfante:&lt;br /&gt;— Aqui enterrarei a terrível serpente, e sobre seu túmulo erguerei um sagrado templo, além de um oráculo, que será em breve o mais famoso de todos.&lt;br /&gt;Era o oráculo de Delfos, local onde todo mortal iria sondar os irrevogáveis decretos das Parcas, as deusas que presidem ao destino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-3843479396985502283?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/3843479396985502283/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/08/apolo-e-serpente-piton.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3843479396985502283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3843479396985502283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/08/apolo-e-serpente-piton.html' title='Apolo e a Serpente Píton.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-4427947086221980582</id><published>2009-07-25T21:33:00.005-03:00</published><updated>2009-07-25T23:18:25.004-03:00</updated><title type='text'>Mitologia - Saturno</title><content type='html'>Numa era muito antiga — tão antiga que antes dela só havia o caos — o mundo era governado pelo Céu, filho da Terra. Um dia, este, unindo-se à própria mãe, gerou uma raça de seres prodigiosos, chamados Titãs. Ocorre que o Céu — deus poderoso e nem um pouco clemente — irritou-se, certa feita, com as afrontas que imaginava receber de seus filhos. Por isto, decidiu encerrá-los nas profundezas do ventre da própria esposa, à medida que eles iam nascendo.&lt;br /&gt;— Aí ficarão para sempre, no ventre da Terra, para que nunca mais ousem desafiar a minha autoridade! — exclamou, colericamente, o deus soberano.&lt;br /&gt;A Terra, subjugada, teve de segurar em suas entranhas, durante muitas eras, aquelas turbulentas criaturas e suportar, ao mesmo tempo, o assédio insaciável e ininterrupto do marido. Um dia, porém, farta de tanta tirania, decidiu a mãe do mundo que um de seus filhos deveria libertá-la deste tormento. Para tanto escolheu Saturno, o mais jovem de seus rebentos.&lt;br /&gt;— Saturno, meu filho — disse a Terra, lavada em pranto -, somente você poderá libertar-me da tirania de seu pai e conquistar para si o mando supremo do Universo!&lt;br /&gt;O jovem e ambicioso Titã sentiu um frêmito percorrer suas entranhas.&lt;br /&gt;— Diga, minha mãe, o que devo fazer para livrá-la de tamanha dor! — disse Saturno, disposto a tudo para chegar logo à segunda parte do plano.&lt;br /&gt;A Terra, erguendo uma enorme foice de diamante, entregou-a ao filho.&lt;br /&gt;"Tome e use-a da melhor maneira que puder!", disseram seus olhos, onde errava um misto de vergonha e esperança.&lt;br /&gt;Saturno apanhou a foice e não hesitou um instante: dirigiu-se logo para o local onde seu velho pai descansava. Ao chegar no azulado palácio erguido nos céus, encontrou-o ressonando sobre um grande leito acolchoado de nuvens.&lt;br /&gt;— Dorme, o tirano... — sussurrou baixinho.&lt;br /&gt;Saturno, depois de examinar por algum tempo o rosto do impiedoso deus, empunhou a foice e pensou consigo mesmo: "Realmente... demasiado soturno."&lt;br /&gt;E fez descer o terrível gume, logo abaixo da cintura do pobre Céu.&lt;br /&gt;Um grito terrível, como jamais se ouvira em todo o Universo, ecoou na abóbada celestial, despertando toda a criação.&lt;br /&gt;— Quem ousou levantar mão ímpia contra o soberano do mundo? — gritou o Céu, com as mãos postas sobre a ensangüentada virilha.&lt;br /&gt;— Isto é pelos tormentos que infligiu à minha mãe, bem como a mim e a meus irmãos — respondeu Saturno, ainda a brandir a foice manchada de sangue.&lt;br /&gt;Os testículos do Céu, arrancados pelo golpe certeiro da foice, voaram longe e foram cair no oceano, com um baque tremendo. Em seguida, o deus ferido caiu, exangue, sobre seu leito acolchoado, sem poder dizer mais nada. As nuvens que lhe serviam de leito tingiram-se de um vermelho tal que durante o dia inteiro houve como que um infinito e escarlate crepúsculo. Saturno, eufórico, foi logo contar a proeza à sua mãe.&lt;br /&gt;— Isto é que é filho — disse a Terra, abraçada ao jovem parricida. Imediatamente foram soltos todos os outros Titãs, irmãos de Saturno. Este, por sua vez, recebeu a sua recompensa: era agora o senhor inconteste de todo o Universo.&lt;br /&gt;Quando a noite caiu, entretanto, escutou-se uma voz espectral descer da grande cúpula côncava dos céus:&lt;br /&gt;— Ai de você, rebento infame, que manchou a mão no sangue do seu próprio pai! Do mesmo modo que usurpou o mando supremo, irá também um dia perdê-lo...&lt;br /&gt;Saturno assustou-se a princípio, mas em seguida ordenou a seus pares que recomeçassem os festejos.&lt;br /&gt;— Ora, ameaçazinhas... Deus morto, deus posto! — exclamou, com um riso talhado no rosto.&lt;br /&gt;Mas aquela profecia, irritante como um mosquito, ficara ecoando na sua mente, até que Saturno, por fim, reconheceu-se também meio soturno:&lt;br /&gt;— Será que uma vitória, neste mundo, não pode ser nunca completa?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-4427947086221980582?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/4427947086221980582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/mitologia-saturno.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4427947086221980582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4427947086221980582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/mitologia-saturno.html' title='Mitologia - Saturno'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-2824731785650605469</id><published>2009-07-25T20:13:00.002-03:00</published><updated>2009-07-25T21:21:43.669-03:00</updated><title type='text'>Ecoturismo e Mudança Social na Amazõnia Rural.</title><content type='html'>Ecoturismo e Mudança Social na Amazônia Rural: efeitos sobre o papel da mulher e as relações de gênero&lt;br /&gt;Nelissa Peralta, Edna Ferreira Alencar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ecoturismo tem sido desenvolvido com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população, principalmente em áreas rurais, mas há poucas pesquisas analisando o que os projetos representam para os indivíduos. O artigo discute as mudanças sociais na esfera doméstica da unidade domiciliar principalmente no que se refere ao papel da mulher e às relações entre gêneros. A pesquisa foi realizada em uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável na região do Médio Solimões, utilizando como metodologia a observação participante e entrevistas abertas. Os resultados da pesquisa demonstram que o ecoturismo gerou renda de forma significativa, aumentando em 148% o poder de compra em uma das comunidades estudadas. O acesso à renda provocou maior independência econômica para as mulheres, maior poder na alocação de recursos, maior acesso a redes de comunicação fora da esfera doméstica e maior reflexão sobre as desigualdades entre os gêneros, mas não necessariamente uma diminuição destas desigualdades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto Completo: PDF&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-2824731785650605469?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/2824731785650605469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/ecoturismo-e-mudanca-social-na-amazonia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2824731785650605469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2824731785650605469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/ecoturismo-e-mudanca-social-na-amazonia.html' title='Ecoturismo e Mudança Social na Amazõnia Rural.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-6707471206218940445</id><published>2009-07-20T21:35:00.005-03:00</published><updated>2009-07-20T21:50:25.176-03:00</updated><title type='text'>Academia Brasileira de Ciências, e a opnião do Presidente Fernando Henrique Cardoso.</title><content type='html'>Mensagem do Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, lida pelo Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia&lt;br /&gt;2/05/2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensagem do Senhor Presidente da República por ocasião de sessão solene da Academia Brasileira de Ciências Rio de Janeiro, 28 de maio de 2001 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com grande satisfação que me dirijo aos participantes desta sessão em que são empossados os novos membros eleitos da Academia Brasileira de Ciências. Esta é uma instituição que tem tradição, e é símbolo do compromisso com o avanço da ciência e da tecnologia no Brasil, desde 1916. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição, em matéria científica, é sempre algo ambíguo. Por um lado, é essencial o contato com o passado, o conhecimento do que já se fez, a herança das conquistas acumuladas pelas gerações anteriores. Ao mesmo tempo, a ciência envolve necessariamente abertura para o futuro, para o novo, para a descoberta e a inovação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Academia Brasileira de Ciências tem sabido realizar uma síntese muito feliz dessas duas exigências. Tem feito isso, entre outras razões, porque é uma instituição que soube valorizar o mérito científico real, e continua a sabê-lo, como se pode apreciar pela qualidade da escolha dos novos acadêmicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Academia é um fator de congregação da comunidade científica. Tem favorecido o contato entre essa comunidade, de um lado, e a sociedade civil e o Governo, de outro. É importante que a ciência tenha voz ativa, tenha presença no cenário nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os programas da Academia têm dado ênfase, por exemplo, a questões ambientais, ao problema da biodiversidade, o que é indispensável no momento atual. Aprimoram a organização e administração da informação científica, como no projeto "ABCDados", de especial importância para a área da saúde. Ajudam a preservar a memória científica nacional, com a organização de documentos de valor histórico e a realização de entrevistas e depoimentos de cientistas brasileiros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um programa que me parece de especial interesse é o que se destina a fomentar a educação científica. O Brasil vem empreendendo um esforço extraordinário de fortalecimento do ensino público, do acesso das crianças à escola, enfim, dos diversos elementos indispensáveis para que o País dê um salto qualitativo na educação. Esse salto já começou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fundamental que o progresso na educação seja não apenas quantitativo, mas qualitativo. As crianças e jovens brasileiros devem ter acesso ao que há de melhor no pensamento e no conhecimento. Além disso, a Academia tem uma participação de relevo em programas de cooperação regional e internacional, o que é essencial no momento em que o Brasil se prepara para os desafios do século XXI. Parte desses desafios consiste em que nenhum país pode se fechar em si mesmo. A ciência - que ocupa posição tão central na economia e no desenvolvimento - não é nacional, é universal, é uma conquista do gênero humano. E o Brasil do século XXI quer estar em sintonia com essa universalidade, quer estar nas fronteiras do conhecimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus parabéns a todos os membros da Academia, muito especialmente os que hoje se incorporam, entre os quais conto vários amigos, e meus votos de êxito cada vez maior em suas atividades. Quero, particularmente, congratular o Professor Eduardo Moacyr Krieger, cuja recondução à presidência é uma garantia de fortalecimento ainda maior da Academia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-6707471206218940445?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/6707471206218940445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/academia-brasileira-de-ciencias-e.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6707471206218940445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6707471206218940445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/academia-brasileira-de-ciencias-e.html' title='Academia Brasileira de Ciências, e a opnião do Presidente Fernando Henrique Cardoso.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-937969971060032001</id><published>2009-07-20T19:40:00.001-03:00</published><updated>2009-07-20T21:22:22.313-03:00</updated><title type='text'>Humanismo Ecológico.</title><content type='html'>Existe contradição entre desenvolvimento e meio ambiente? Aqui está a questão fundamental do século XXI. No passado, a ideologia do progresso subordinou a Natureza ao crescimento econômico. Hoje, com as mudanças climáticas, a nave Terra dá seu troco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi José Lutzemberger, no Brasil, quem melhor utilizou o conceito da ¿nave finita¿ para denunciar a dilapidação dos recursos naturais. No Manifesto Ecológico, publicado em 1976, o agrônomo gaúcho afirmava que o homem, promotor do crescimento desenfreado, carregava consigo o germe da destruição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ecologismo, quando surgiu, se opôs ao paradigma econômico que dominava tanto o capitalismo quanto o comunismo. Nem esquerda nem direita entenderam direito o surgimento do movimento ecológico. Humanismo mais tecnologia, misturado com a prepotência, resultou na ¿religião do progresso¿. Um equívoco atroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O efeito estufa, uma verdade inconveniente, segundo Al Gore, é simbólico para causar um despertar definitivo, talvez a última chance. Nenhuma ideologia, nenhum sistema, nenhuma religião, tem sido capaz de enfrentar o dilema da sobrevivência humana. Chegou a hora de formular novo conceito, um humanismo ecológico. A razão, sim; a ciência, sim; a arrogância, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor da razão precisa tomar umas pílulas de humildade, e mudar sua postura, suas atitudes, suas ações frente aos dilemas expostos pela Natureza. E não adianta dourar essa pílula: sem reduzir a pressão populacional não se vence essa batalha. Na tarefa de salvar a Terra, convencer a Igreja a aderir ao controle da natalidade é imprescindível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande desafio do humanismo ecológico será vencer o raciocínio banal, dualista, que cria polaridades e favorece o beco sem saída. Ora, no estudo da ecologia se aprende que a simbiose é uma relação entre seres vivos em que prevalecem vantagens mútuas. Ao contrário da predação, quando uma espécie se sobrepõe a outra, na simbiose ambos ganham. A complementaridade substitui a subordinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em qualquer ramo de atividade, urbano ou rural, a grande tarefa é saber incorporar a dimensão ambiental ao seio da produção, resumindo as duas equações numa só. Isso exigirá inteligência e desprendimento capazes de vencer dualismos e negar oposições. Trata-se de somar forças, unir conceitos, quebrar paradigmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discute-se o impacto ambiental das grandes obras no país. O raciocínio bestial, apimentado pela política, novamente cria falsa polaridade. Produzir energia ou preservar a biodiversidade. Ora, os dois ao mesmo tempo. Técnicos da matéria dispõem de conhecimento para saber mitigar os efeitos danosos das intervenções ao meio ambiente, sem comprometer o futuro. O licenciamento ambiental pode ser rígido, e também mais rápido. O resto é incompetência da burocracia. Ou, então, o velho esquema de criar dificuldades para vender facilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na agropecuária, em que se questiona principalmente a produção de soja e de carne bovina na Amazônia, ou a produção será sustentável, ou não valerá a pena semear. Nem sequer, logo mais, haverá mercado. Ao contrário de desmatar, carece agora recompor o desflorestamento estúpido realizado no passado. É crucial, também, a conservação do solo e dos recursos hídricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passou a época de discutir se preserva ou produz. Há que se produzir conservando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Namorando a Terra¿ é o título de um notável livro de René Dumond. Nele, o francês proclama sua confiança na capacidade de recuperação ambiental da Terra. O livro é, ao mesmo tempo, conforme reconhece o autor, doce e amargo. Ele aposta na superação do dilema entre o homem e o meio ambiente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa convergência, entre a ecologia e a antropologia, virá em duas frentes. Por um lado, o ambientalismo, após sua fase romântica, procurando resultados concretos. De outro, o produtivismo aprendendo, na marra, que o progresso não pode ser uma promissória contra o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta investir na educação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;XICO GRAZIANO é deputado federal (PSDB-S). E-mail: xicograziano@terra.com.br.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-937969971060032001?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/937969971060032001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/humanismo-ecologico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/937969971060032001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/937969971060032001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/humanismo-ecologico.html' title='Humanismo Ecológico.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-2102198232289875538</id><published>2009-07-15T23:49:00.007-03:00</published><updated>2009-07-16T00:31:16.393-03:00</updated><title type='text'>Paleontologia.</title><content type='html'>Um crocodilo que media 12 metros do focinho à cauda &gt; o equivalente à altura de um prédio de quatro andares - e nadava pelas águas do Rio Orinoco, na Venezuela, é uma das 20 espécies de animais que desapareceram do planeta milhões de anos atrás e só agora se tornarão conhecidas. O animal gigante foi apresentado no 2.º Congresso Latino-Americano de Paleontologia de Vertebrados, que aconteceu no RJ em 2005. Das 20 "novas" espécies, 10 são dinossauros. As demais são mamíferos, répteis e peixes pré-históricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento serviu para que os paleontólogos discutissem seus trabalhos com colegas antes de publicá-los em revistas científicas internacionais. &lt;br /&gt;O crocodilo venezuelano, que viveu há 8 milhões de anos, tem apenas o primeiro nome: Purussaurus. É primo de dois outros crocodilos também extintos, um brasileiro (Purussaurus brasiliensis) e um colombiano (Purussaurus neivensis).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra espécie que foi apresentada no congresso é uma pequena tartaruga, de 16 centímetros de comprimento, que conviveu com os dinossauros há 110 milhões de anos. É brasileira. Foi encontrada recentemente na região do Cariri, no Ceará, um dos mais importantes depósitos de fósseis do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CALENDÁRIO INTERNACIONAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organizado pelo Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o evento colocou o Brasil pela primeira vez no calendário internacional da paleontologia. Entre os participantes, estão pesquisadores de renome mundial, como o americano Paul Sereno, o inglês Michael Benton e o argentino Jorge Calvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de 200 trabalhos - sobre novos animais, evolução das espécies, migração de dinossauros e até turismo científico - foram apresentados ao longo dos três dias, num hotel da Praia de Copacabana. O 1.º Congresso Latino-Americano de Paleontologia de Vertebrados ocorreu em 2002, no Chile.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAÇA AOS FÓSSEIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paleontólogos são pesquisadores na maioria das vezes graduados em biologia ou geologia cujo trabalho é sair em expedições atrás de vestígios de animais ou vegetais que foram conservados ao longo do tempo. A idade do objeto costuma ser calculada por meio da datação das camadas de rocha que o envolvem. Uma das partes mais difíceis do trabalho é separar fóssil e rocha, para que ele possa ser estudado no laboratório. O casco da tartaruga encontrada no Ceará, por exemplo, foi tratado durante oito meses e ainda não está completamente livre das rochas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num dos simpósios do congresso, foi debatido o uso de novas tecnologias no reconhecimento dos fósseis, como aparelhos de tomografia e de escaneamento a laser. Até a robótica foi apresentada no evento, como forma de ajudar a compreender como os animais que não existem mais se movimentavam. O argentino Hugo Pailos, do Laboratório de Animatrônica da Universidade Nacional de Córdoba, apresentau um dos animais mais esperados do congresso: um robô em tamanho real do Tapejara imperator, um pterossauro (réptil voador). Também foi exposto a réplica do Microraptor, um minúsculo dinossauro com penas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os participantes brasileiros, o congresso foi importante para tornar mais conhecida e incentivar a paleontologia no País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Existe muita coisa sobre o nosso passado que ainda não foi descoberta", diz o professor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) Douglas Riff, um dos paleontólogos que estudaram o crocodilo da Venezuela. "Mas ainda falta dinheiro e incentivo do governo para que possamos sair mais a campo e encontrar novas espécies", completou o biólogo Gustavo Ribeiro de Oliveira, do Museu Nacional, o descobridor da tartaruga do Cariri.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-2102198232289875538?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/2102198232289875538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/eventos-importantes-de-paleontologia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2102198232289875538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2102198232289875538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/eventos-importantes-de-paleontologia.html' title='Paleontologia.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-3525965268899653450</id><published>2009-07-14T21:56:00.001-03:00</published><updated>2009-07-14T22:10:15.950-03:00</updated><title type='text'>A índia que promete se transformar em potência.</title><content type='html'>MUMBAI, ÍNDIA - Em seu conto Moti Guj Amotinado, o escritor anglo-indiano Rudyard Kipling explica que os elefantes têm uma maneira bastante peculiar de se locomover: "Elefantes não galopam. Quando querem correr, eles se movem a partir de diferentes relações de velocidade". O escritor ressalta que, caso queira acompanhar um trem expresso em plena velocidade, um elefante conseguirá fazê-lo, à sua própria maneira. A descrição de Kipling reflete com precisão o que se passa com a própria Índia, país com uma população de mais de 1 bilhão de pessoas, cuja economia tem crescido a um ritmo médio de 7% ao ano, um dos maiores do mundo. Como o elefante de Kipling, a Índia move-se num ritmo bastante próprio. Por um lado, mostra fôlego suficiente para despontar como uma das grandes potências do planeta. Ao lado da China, é uma das duas economias que mais cresce no mundo - com a vantagem de ser uma democracia. O ritmo de crescimento indiano tem se mantido entre 7% e 8% ao ano, as grandes empresas privadas do país começam a despontar como multinacionais, especialmente nos setores de alta tecnologia, software e farmacêutico. O país tem grandes reservas monetárias - US$ 133 bilhões, em fevereiro - e a agricultura cresce à média de 9,6% ao ano, enquanto o setor de manufatura deve crescer 8,9% este ano, ante 6,9% em 2004. Tal desempenho chegou a ser comparado à ascensão da Alemanha no século 19, em relatório produzido pelo Conselho Nacional de Inteligência dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra face do crescimento indiano é que o país ainda tem uma pobreza que escandaliza até mesmo brasileiros, já acostumados com a própria miséria. Cerca de 25% da população vive abaixo do nível de pobreza, com menos de US$ 50 por mês. A Índia enfrenta sérios problemas de infra-estrutura. O fornecimento de energia é precário e a maior parte das estradas e portos remonta ao período colonial inglês, encerrado há quase 60 anos. "A situação é parecida com a do Brasil durante o milagre econômico na década de 70", compara Suvan Bery, diretor-geral do Conselho Nacional de Pesquisas Econômicas Aplicadas (NCAER, em inglês) e que foi economista-chefe para o Brasil no Banco Mundial. "Ainda há muita coisa a ser feita", diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tome-se o exemplo de Mumbai, antiga Bombaim, capital econômica da Índia, com 15 milhões de habitantes. A cidade é sede de empresas como Reliance e Tata que, juntas, respondem por quase 7% do Produto Interno Bruto (PIB) indiano. Sua Bolsa de Valores tem mais de 6 mil empresas listadas (a de São Paulo tem 400).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a primeira impressão que se tem da cidade é dramática. Assim que desce do avião, o visitante é recebido por um cheiro nauseante de esgoto e a visão da maior favela de toda a Ásia, a Dharavi, que cerca as pistas do aeroporto. A combinação de mau cheiro e miséria ostensiva volta a se repetir em vários outros pontos da cidade, como no bairro nobre de Colaba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prefeitura de Mumbai fez as contas e estima que serão necessários US$ 8 bilhões nos próximos 4 anos para remover barracos e renovar a infra-estrutura da cidade. Até agora, as iniciativas de remoção de favelas encontra resistências de políticos populistas que fazem delas seus redutos eleitorais. É uma situação muito diferente da que passou Xangai, quando a cidade foi praticamente arrasada e construída do zero pela ditadura comunista da China.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As grandes cidades indianas como Délhi, Mumbai e Calcutá estão se tornando inviáveis. É melhor construir cidades-satélites totalmente novas", diz Tarun Das, presidente da ACC, maior empresa de cimento da Índia, e um dos fundadores da Confederação da Indústria Indiana (CII). "Vivi em Délhi por 30 anos e acabo de me mudar para Gurgaon", diz o executivo. Gurgaon, junto à capital indiana, mas já parte do Estado vizinho de Haryana, concentra empresas de alta tecnologia, edifícios de escritórios, condomínios e shopping centers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo raciocínio se aplica aos portos. Os antigos terminais de Mumbai, Chennai e Calcutá estão sendo trocados por outros novos, construídos por empresas da Austrália e de Cingapura. No setor rodoviário, empreiteiras da Malásia já exploraram a construção de estradas em parceira com empresas indianas. "O problema é que a área de infra-estrutura esbarra em dois grandes problemas indianos: a regulamentação intrincada e corrupção", diz Rakesh Vaidyanathan, consultor baseado em São Paulo e especialista em investimentos na Índia. É mais um sinal de que as reformas ainda têm muito o que avançar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-3525965268899653450?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/3525965268899653450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/india-que-promete-se-transformar-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3525965268899653450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3525965268899653450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/india-que-promete-se-transformar-em.html' title='A índia que promete se transformar em potência.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-2942161484543144589</id><published>2009-07-14T20:39:00.008-03:00</published><updated>2009-07-15T00:55:05.886-03:00</updated><title type='text'>Atva Franquia Virtual.</title><content type='html'>Os produtos oferecidos pela ATVA são os seguintes: brinquedos, camera digital, cds e dvds, celular, eletrodomésticos, eletrônicos, games, informática, livros, notbook, perfumes, tênis, tv. Os produtos são de grande qualidade. Visite o endereço eletrônico:  &lt;br /&gt;                                 &lt;br /&gt;                               minha franquia:&lt;br /&gt;                     www.atva.com.br/franquia/10425&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-2942161484543144589?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='' href='http://www.atva.com.br/franquia/10425' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/2942161484543144589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/atva-franquia-virtual.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2942161484543144589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2942161484543144589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/atva-franquia-virtual.html' title='Atva Franquia Virtual.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-115625115645452616</id><published>2009-07-14T20:32:00.002-03:00</published><updated>2009-07-14T20:37:17.143-03:00</updated><title type='text'>Abam - Associação brasileira de ajuda mútua.</title><content type='html'>A Associação Brasileira de Ajuda Mútua é uma entidade sem fins lucrativos cujo único objetivo é ajudar as pessoas a ganhar dinheiro na Internet. Por isso, 80 % de tudo o que arrecadamos é distribuído entre nossos associados, o restante é utilizado na manutenção do programa e investido em publicidade que reverte aos associados em forma de indicações.&lt;br /&gt;Para desenvolvermos este Programa, pesquisamos as melhores formas de renda na Internet e comparamos os diversos sistemas existentes. Este programa reúne o melhor dePrograma de Afiliados: &lt;br /&gt;Um sistema que paga 20% de comissão (os programas de afiliados pagam, em média, 5%). Com mini-site exclusivo, pronto para vender, totalmente Grátis! &lt;br /&gt;Marketing de Rede: &lt;br /&gt;Um sistema de matriz forçada 8x4 ( permite transbordamentos ) e indicados grátis através de um link randômico &lt;br /&gt;Autoresponder: &lt;br /&gt;A melhor ferramenta de marketing já criada! Os pedidos são gerenciados por uma sistema automatizado. Os Afiliados só precisam divulgar seu mini-site exclusivo, o sistema faz o resto. cada um dos três sistemas de marketing mais rentáveis da Internet.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-115625115645452616?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/115625115645452616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/abam-associacao-brasileira-de-ajuda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/115625115645452616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/115625115645452616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/abam-associacao-brasileira-de-ajuda.html' title='Abam - Associação brasileira de ajuda mútua.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-1877467808881554805</id><published>2009-07-14T04:59:00.002-03:00</published><updated>2009-07-14T05:02:34.631-03:00</updated><title type='text'>Deuses são perigosa arma política, no caldeirão religioso da Índia.</title><content type='html'>Nacionalistas hindus usam divindades em campanha para fomentar polêmica e atacar governo central do país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOMBAIM. Em nome de Rama ¿ um dos deuses do panteão hindu ¿ os políticos indianos se envolveram numa virulenta guerra verbal. Contrários à influência ocidental ¿ cada vez maior na Índia globalizada do século XXI ¿ os nacionalistas hindus tentam usar seus deuses como arma política. Uma receita perigosa, num país onde convivem lado a lado povos com religiões, línguas, dialetos, culturas e etnias muito distintas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas últimas semanas os indianos têm acompanhado o bate-boca em torno da existência histórica de Rama ¿ protagonista do maior épico da mitologia indiana, o Ramaiana. Em meados de setembro, a oposição nacionalista hindu entrou na Justiça para tentar impedir a construção de um canal no meio de uma ponte natural que liga a Índia ao Sri Lanka . A oposição se opõe ao projeto afirmando que a ponte é sagrada, e que, segundo a tradição religiosa, foi construída há milhares de anos por Rama ¿com a ajuda de um exército de macacos¿. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Versão hindu de fatwa contra ateu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para rebater os opositores, o Instituto de Arqueologia da Índia enviou um laudo taxativo à Suprema Corte: a ponte é obra da natureza e Rama é um personagem mitológico, cuja existência não é comprovada por qualquer evidência histórica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nacionalistas hindus, então, acenderam uma fogueira religiosa para tentar chamuscar a imagem do governo parlamentarista de centro-esquerda, liderado pelo Partido do Congresso. Seu slogan: ¿Se você não acredita em Rama você não é ninguém¿. O governo ficou acuado e a ministra da Cultura, Ambika Soni, chegou a colocar seu cargo à disposição. Protestos de rua pipocaram pelo país, deixando dois mortos e vários feridos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os nacionalistas hindus prometem intensificar sua campanha contra a construção do canal e contra o governo até novembro, quando o país comemora o Diwal, um festival religioso que homenageia a volta de Rama à sua casa apos 14 anos de exílio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notório ateu, Muthuvel Karunanidhi, chefe de governo de Tamil Nadu, estado do Sul, onde fica a ponte, não mediu palavras contra os hindus radicais: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿ Quem é esse Rama? Em que faculdade de engenharia ele se formou? Quando ele construiu a ponte? ¿ ironizou ele, que chegou a chamar o deus hindu de ¿bêbado¿. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de suscetibilidades religiosas, há outros ingredientes apimentados na batalha, como diferenças regionais e brigas entre castas. Em Tamil Nadu a figura de Rama é vista como emblema de uma tentativa de dominação por parte de indianos de castas altas do norte. Ram Vilas Vedanti, líder do grupo radical hindu Sangh Parivar, chegou a emitir uma versão hindu da fatwa (decreto religioso islâmico), prometendo recompensa em ouro pela cabeça e pela língua do ateu Karunanidhi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Eles tentam transformar o mito de Rama em personagem histórico para satisfazer suas ambições políticas e provocar novos conflitos¿, atacou um dos maiores historiadores do país, o ex-reitor da Universidade de Sânscrito Sree Sankaracharya, K. N. Panikkar, em artigo publicado na revista ¿Frontline¿.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem o líder pacifista Mahatma Gandhi escapou da guerra santa em torno de Rama. As últimas palavras de Gandhi ao ser atingido por tiros disparados por um radical hindu, em 1948, foram: ¿Ram, Ram¿. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿ Alguém do Partido do Congresso tem a coragem de dizer que a devoção de Gandhi a Rama era uma ilusão? Não vamos permitir que ninguém levante dúvidas sobre a existência de Ram ¿ esbravejou Rajnath Singh, presidente do BJP (partido nacionalista hindu). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os seguidores de Gandhi reagiram. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿ Nenhum partido político pode seqüestrar a herança de Gandhi. Não podem tentar usá-lo nessa guerra política ¿ protestou Amrut Modi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O deus Rama já havia sido pretexto para uma guerra santa que provocou mais de mil mortes. Em 1992, nacionalistas hindus atiçaram revolta contra os muçulmanos (a segunda religião do país, com cerca de 120 milhões de adeptos): destruíram a mesquita Babri na cidade de Ayodhya, afirmando que aquele era o local de nascimento de Rama. Hoje, os próprios religiosos de Ayodhya rejeitam o uso político de Rama: ¿Os extremistas querem apenas usar a polêmica da Ponte de Rama como ponte para alcançar o poder e ganhar dinheiro¿, disse ao jornal ¿The Indian Express¿ Gyan Das, responsável pelo templo hindu Hanuman Garhi, vizinho à mesquita destruída em Ayodhya. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Krishna também é usado para criar polêmica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os radicais ainda tentam repetir conflitos como o de Ayodhya.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿ O eleitor indiano de hoje, integrado à globalização, não vota apenas por emoção ou ideologia. Ele quer ouvir propostas que tragam oportunidade e inclusão ¿ analisou Sagarika Ghose, editora da Rede de TV indiana CNN-IBN. ¿ Vemos hoje a conversão do hinduísmo em produto de marketing, tornando-o mais simples e compreensível para o povo. O hinduísmo é uma religião menos centralizada do que as outras. Não tem um único deus, não tem líder que dita as regras. Por isso os radicais procuram provocar uma nova tragédia como Ayodhya, agora através da polêmica sobre a ponte Ram ¿ explicou o especialista Santosh Desai. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fôlego dos extremistas é inesgotável. Eles não se contentam em politizar apenas o deus Rama. Krishna, outro deus do panteão hindu, não escapou das garras dos radicais. O gatilho foi um panfleto de propaganda distribuído pelo Ministério da Cultura, no qual está impresso uma tradicional pintura: Krishna em cima de uma árvore, cercado por mulheres nuas que imploram para que ele devolva suas roupas. E a frase: ¿Você vai precisar apenas de uma coisa para viajar de volta a cinco mil anos, um confortável par de sapatos¿.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-1877467808881554805?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/1877467808881554805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/deuses-sao-perigosa-arma-politica-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/1877467808881554805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/1877467808881554805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/deuses-sao-perigosa-arma-politica-no.html' title='Deuses são perigosa arma política, no caldeirão religioso da Índia.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-2566591735299208002</id><published>2009-07-14T04:42:00.001-03:00</published><updated>2009-07-14T04:51:55.969-03:00</updated><title type='text'>O rosto do faraó menino.</title><content type='html'>A partir de exames feitos na múmia de Tutankamon, peritos constroem três modelos parecidos de sua cabeça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CAIRO. Cientistas franceses, egípcios e americanos conseguiram reconstituir a cabeça e o rosto do rei egípcio Tutankamon. A novidade foi divulgada ontem pelo Conselho Supremo de Antigüidades do Egito, que afirmou ter conseguido resultados provavelmente muito próximos do que teria sido a verdadeira aparência do faraó, morto precocemente numa idade estimada entre 17 e 19 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisadores construíram três modelos parecidos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo que faz o conselho acreditar na precisão dos resultados está na semelhança obtida em três diferentes trabalhos. Os pesquisadores, divididos em grupos, produziram separadamente três modelos do que seria a cabeça do rei e as semelhanças, segundo Zahi Hawass, secretário do conselho, são impressionantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os três modelos são muito parecidos e nitidamente vemos que mostram a mesma pessoa. Os olhos, boca e aspectos do crânio são muito semelhantes. As únicas divergências são em relação às orelhas e ao nariz - explica ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os peritos submeteram a múmia do rei, de 3.300 anos, a exames de ressonância magnética para mapear seu crânio. Foram feitas 1.700 imagens durante os 15 minutos de duração do exame.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os três grupos utilizaram a mesma técnica. Construíram uma base de plástico da cabeça - a partir das coordenadas fornecidas pelo exame - que foi moldada com a ajuda de escultores e arqueólogos. Sobre o modelo, foram aplicadas camadas de silicone e de tinta, para dar volume e cor a olhos, pele, boca e cabelo, de acordo com antigas estátuas que retratavam o faraó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reconstituição foi anunciada dois meses depois de o ministro da Cultura do Egito, Faruq Hosni, anunciar que pesquisas recentes indicam que Tutankamon não teria sido assassinado. A partir de radiografias feitas em janeiro, um grupo formado por pesquisadores de diversos países chegou à conclusão de que a cabeça e a nuca do rei não tinham indícios de terem sido feridas. Até então, a tese mais provável era de que o jovem havia sofrido um golpe mortal na nuca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A múmia foi descoberta em 1922 pelo arqueólogo britânico Howard Carter. Tutankamon reinou por apenas dez anos, de 1333 a.C. a 1323 a.C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Legenda da foto: UM DOS modelos da cabeça do faraó apresentados pelos pesquisadores&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-2566591735299208002?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/2566591735299208002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/o-rosto-do-farao-menino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2566591735299208002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2566591735299208002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/o-rosto-do-farao-menino.html' title='O rosto do faraó menino.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-3312853021988826061</id><published>2009-07-14T04:31:00.000-03:00</published><updated>2009-07-14T04:38:44.239-03:00</updated><title type='text'>Obras revitalizam museu nacional.</title><content type='html'>Bons ventos começam a soprar no Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista. Salas que estavam fechadas há 12 anos, como a dos peixes, aves e répteis, acabam de entrar em obras para ser reabertas. A fachada que dá para o pátio interno da mais antiga instituição científica do país, antes caindo aos pedaços, foi reformada. Os funcionários, que tinham até medo de passar por ali, agora aproveitam a beleza dos jardins para descansar e ler.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, graças a parcerias com a iniciativa privada e a recursos do governo federal, começam no dia 2 de maio as obras do primeiro dos quatro prédios que serão construídos no Horto Botânico do museu, a poucos metros do antigo palácio que pertenceu à família imperial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, a instituição dá os primeiros passos para transformar um sonho em realidade: ser um dos maiores museus de história natural do mundo. Acervo para isso existe. Vão faltar os recursos, estimados em R$40 milhões, que ainda estão sendo captados pela direção. A construção dos prédios vai permitir que os 12 mil metros quadrados sejam exclusivos para exposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rosa da fachada dará lugar ao amarelo original&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os edifícios, com três andares cada, vão abrigar toda a parte técnica e científica, além de uma das maiores coleções de ciências naturais e antropologia da América Latina. Depois dessa transferência, o palácio, criado por Dom João VI no dia 6 de junho de 1818, pode entrar em reforma para recuperar toda a sua majestade. Na fachada, o rosa forte vai dar lugar à cor original do império: amarelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da crise de maio do ano passado, quando foi descoberto o roubo de in-fólios raros (tipo de livro com até 60 centímetros de altura) e havia o risco iminente de incêndio, o museu agora respira novos ares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿ Apesar de o visitante ainda não perceber, o museu está indo muito bem. Estamos organizando as coleções, os equipamentos de segurança já chegaram e serão instalados. Teremos o primeiro prédio pronto ainda este ano e vamos transferir toda o setor de botânica para lá ¿ comemora o diretor do museu, Sérgio Alex Azevedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro prédio, cuja entrega está prevista para outubro, vai ser patrocinado pela Petrobras e pela Fundação Souza Cruz. Para o conjunto de edifícios, são necessários R$15 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no prédio do museu a última reforma aconteceu há mais de 50 anos. O diretor vai aproveitar a reunião com o Ministério da Cultura, em maio, para tratar de verbas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿ Fico muito feliz só de ver que essa fachada interna devolveu a auto-estima aos funcionários e que estamos indo para frente ¿ disse o diretor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em obras há cerca de quatro anos, os telhados estão praticamente prontos, faltando apenas os da chamada torre sul do complexo histórico. A sala que abrigava o acervo de antropologia está toda quebrada, as peças recebendo limpeza e tratamento especial para voltar para um ambiente, depois da reforma, mais adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿ Da área do museu, temos apenas cerca de 30% em exposição ¿ disse o diretor administrativo do museu, Wagner Willian Martins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, o museu poderá ter uma posição inédita no cenário internacional. Com cerca de 20 milhões de peças, mesmo com as reformas ainda vai faltar espaço para colocá-las em exposição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿ Nossa projeção indica que, dos 300 mil visitantes por ano, poderemos pular para um a dois milhões por ano. Não vamos fazer feio: teremos o nosso museu entre os mais importantes do mundo ¿ disse.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-3312853021988826061?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/3312853021988826061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/obras-revitalizam-museu-nacional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3312853021988826061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3312853021988826061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/obras-revitalizam-museu-nacional.html' title='Obras revitalizam museu nacional.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-6126550761043708041</id><published>2009-07-04T20:27:00.002-03:00</published><updated>2009-07-04T20:36:04.418-03:00</updated><title type='text'>Índios e a população.</title><content type='html'>A reserva de grandes áreas para usufruto exclusivo de índios em zonas de fronteira gera duas preocupações. De um lado, potencializa a vulnerabilidade da soberania nacional, de vez que abre caminho para que as tribos isoladas sejam usadas como massa de manobra por ONGs e organismos estrangeiros interessados em internacionalizar, se não toda, larga parte da faixa fronteiriça da Amazônia brasileira. De outro, se é imperativo respeitar os direitos históricos dos índios, o poder público tem tratado o problema de forma particularista, com viés étnico e abordagem unilateral, capazes de reintroduzir na sociedade uma intolerância aos índios que não interessa à unidade da nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É inquietante que muitos brasileiros de boa-fé, partidários da causa indígena, demonstrem irritação com episódios como a demarcação de 9,6 milhões de hectares (a área do Líbano) para os ianomâmis, no Amazonas e em Roraima, e, agora, mais 1,7 milhão de hectares na reserva de Raposa Serra do Sol, para cinco tribos de Roraima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se seguirmos o modelo histórico de ocupação do território, baseado em nossa formação étnica tripartite, veremos que o respeito às prerrogativas dos índios não pode implicar desproteção de regiões tão cobiçadas como a Amazônia, impedindo-se, como agora se impede, a vivificação das zonas de fronteira que tradicionalmente se faz pela presença não só do Estado como sobretudo de empreendedores não índios, a exemplo dos agricultores de Roraima, que ocupam a terra e a fazem produzir riquezas em benefício de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fronteiras ricas e ermas aguçam a ambição alheia. Foi com uma ocupação precária que consolidamos o território deste país continental, inclusive anexando a maior parte da Amazônia que, pelo Tratado de Tordesilhas, pertencia à Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Urge tratarmos o assunto com a sabedoria necessária para não estigmatizar os índios como vilões, tampouco apequená-los como vítimas que uma certa Historiografia e Antropologia jogam num vale de lágrimas da História do Brasil. Nosso caldeirão cultural incorpora em vez de segregar. O destino de todos, dos índios ao mais recente imigrante, é se integrarem na sociedade nacional. A esse ideal dedicou-se o Humanismo de nossas inteligências mais poderosas, de José Bonifácio a Darci Ribeiro, do Marechal Rondon aos Irmãos Vilas Boas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como reconheceram os intérpretes mais certeiros, a começar por Gilberto Freire, os índios figuram entre os construtores do Brasil. De seu seio saíram homens de Estado, como Arariboia, parceiro de Estácio de Sá na expulsão dos franceses e consolidação do Rio de Janeiro, no século XVI, e Poti, ou Antônio Filipe Camarão, herói da guerra aos holandeses no século XVII ¿ ambos agraciados com o título de Dom e capitãomor pela Coroa portuguesa. Mesmo os guerreiros que se opuseram à colonização lusa, como os tuxauas tamoios, Cunhambebe, aliado dos franceses, e o manao Ajuricaba, são heróis do eclético panteão nacional: lutaram com bravura, e ao menos Ajuricaba, ao preferir o suicídio à prisão, constelou na morte o lema de José Bonifácio de que ¿a liberdade é um bem que não se pode perder senão com o sangue¿.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Séculos depois desses episódios, a nação é uma só. Não podemos correr o risco de abrigar um Estado multinacional e uma nação balcanizada. Ao contrário: conjugando isonomia e respeito às diferenças, podemos comemorar o saldo amalgamado de índios, brancos e negros que forjaram o povo brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada tentativa de conferir superioridade de qualquer tipo a um deles deve ser repudiada. Nesse conflito, não ocorre o dilema de escolher entre irmãos o que será ungido e o que será imolado, pois as soluções devem atender e beneficiar todos e sobretudo ao interesse geral de um país forte, justo e democrático no engrandecimento de sua população.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-6126550761043708041?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/6126550761043708041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/indios-e-populacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6126550761043708041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6126550761043708041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/indios-e-populacao.html' title='Índios e a população.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-3209241313475749308</id><published>2009-07-04T20:19:00.001-03:00</published><updated>2009-07-04T20:23:20.106-03:00</updated><title type='text'>Mitos a respeito da Amazônia.</title><content type='html'>Repetidos com freqüência, ganham colorido de verdade. Francisco Orellana, descendo o Rio Maranon em 1541 à procura do soberano que se cobria de ouro, dito "El Dorado" - daí Eldorado -, teria enfrentado mulheres guerreiras, denominadas "amazonas" na mitologia grega. Diz a lenda que um cacique confirmara a existência dessas valentonas brancas que moravam "solteiras" em uma cidade de pedra e que só aceitavam homens quando lhes aprazia. A história das amazonas deu nome ao rio caudaloso até então conhecido por Mar Doce ou Rio Grande. Assim, o nome da Amazônia tem origem na mitologia, o que pode explicar vários dos mitos que, repetidos com freqüência, vão adquirindo colorido de verdade. As notícias sobre artigo no Economist e sobre a III Conferência Científica do LBA (1.500 participantes, patrocínio do MCT) informam que a floresta é sorvedouro de carbono, contribuindo para amenizar o efeito estufa sobre o planeta. Ora, todos sabem que a floresta acha-se em equilíbrio, dito clímax, quando o gás carbônico absorvido pela fotossíntese corresponde ao desprendido pela decomposição da serapilheira. As árvores cresceriam continuamente se não soltassem galhos e folhas, os quais se acumulariam ano após ano, se não se decompusessem. Esse estado de equilíbrio resulta na troca balanceada de oxigênio e de gás carbônico com a atmosfera. Não temos o "pulmão do mundo". São confusas, igualmente, as assertivas míticas sobre queimadas. A floresta alta não se incendeia a menos que cortada. Somente os campos e cerrados, forrados de gramíneas, pegam fogo por descuido ou propósito do homem ou em decorrência de faísca elétrica. O fogo periódico faz parte do clímax do cerrado, vindo a vegetação subseqüente reabsorver gás carbônico desprendido. Os aerossóis da fumaça de origem vegetal são refletores da radiação solar, atenuando o aquecimento. Por outro lado, boa parte do gás carbônico das queimadas é reabsorvida pela vegetação subseqüente - pasto, lavoura ou capoeira - e pelo aumento do húmus resultante do plantio direto. O impacto sobre o efeito estufa é muito menor do que se apregoa. Os ecologistas que vão para o mato conhecem tudo que descrevemos e muito mais. Os urbanizados deveriam conhecer a realidade do sertão, poupando os interessados, menos informados, de cansativas e monótonas histórias do fim do mundo. A expansão da agropecuária é uma realidade notável, graças à iniciativa e à capacidade de empreender e trabalhar de nossos patrícios. Eles estão captando a energia solar que não atravessa as copas arbóreas. Estão capitalizando nosso clima de verão chuvoso. Estão tornando a terra mais fértil, mantendo as águas limpas e o ar livre de poeira, graças a uma agricultura conservacionista e sustentável. O exemplo de Sorriso (MT) e arredores não é um mito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-3209241313475749308?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/3209241313475749308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/mitos-respeito-da-amazonia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3209241313475749308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3209241313475749308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/mitos-respeito-da-amazonia.html' title='Mitos a respeito da Amazônia.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-6317233514555249286</id><published>2009-07-01T02:46:00.002-03:00</published><updated>2009-07-01T03:20:20.881-03:00</updated><title type='text'>O Genoma da pré-história.</title><content type='html'>Projeto vai decifrar DNA do neandertal, o parente extinto da Humanidade.&lt;br /&gt;O DNA de um parente extinto da Humanidade promete levar a ciência a uma viagem sem precedentes pela pré-história. Cientistas anunciaram ontem o começo do Projeto Genoma do Homem de Neandertal. Pela primeira vez será possível saber como realmente era esse integrante do gênero humano. Se tiverem êxito, geneticistas poderão descobrir se o neandertal nos legou algo mais do que seus ossos e ferramentas e se temos em nosso genoma traços herdados da espécie extinta, a mais próxima do homem moderno. O projeto é uma grande ousadia tecnológica. O neandertal desapareceu da Terra há cerca de 30 mil anos e seu DNA é quase impossível de extrair. As poucas amostras obtidas estão fragmentadas. Para reconstruir seu genoma, será necessário associar imenso poder computacional a técnicas refinadas de interpretação de dados.&lt;br /&gt;Ontem, foi dado o primeiro passo do projeto. Especialistas que obtiveram as únicas amostras de DNA de neandertais a partir de um osso firmaram um contrato com uma empresa de biotecnologia para tentar completar todo o código genético dos neandertais. O Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária, em Leipzig, na Alemanha, e a Corporação 454 de Ciências da Vida, em Branford, Estados Unidos, anunciaram que pretendem usar novas tecnologias para ampliar as pequenas amostras de DNA disponíveis.&lt;br /&gt;- Novas tecnologias nos levarão a uma viagem que parecia impossível - afirmou Svante Paabo, chefe do estudo.&lt;br /&gt;Ele foi o primeiro a conseguir obter DNA de um neandertal, em 1997, a partir de um osso de perna. Os neandertais surgiram há aproximadamente 300 mil anos e povoaram partes da Europa e do Oriente Médio. Conviveram por milênios com o homem moderno e sua extinção é um mistério.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-6317233514555249286?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/6317233514555249286/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/o-genoma-da-pre-historia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6317233514555249286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6317233514555249286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/o-genoma-da-pre-historia.html' title='O Genoma da pré-história.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-4613326724769231358</id><published>2009-07-01T02:22:00.001-03:00</published><updated>2009-07-01T02:23:48.654-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a target="_blank" href="http://www.comentarium.com.br/?comente=1"&gt;&lt;img src="http://www.comentarium.com.br/proc.jsp?actionID=36&amp;image=3" alt="Comentar/adicionar no Comentarium" width="100" height="41" border="0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-4613326724769231358?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/4613326724769231358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/comentaradicionar-no-comentarium.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4613326724769231358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4613326724769231358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/07/comentaradicionar-no-comentarium.html' title=''/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-1226668869269825284</id><published>2009-06-29T14:36:00.006-03:00</published><updated>2009-06-29T16:13:45.235-03:00</updated><title type='text'>Cultura - Lucia Riff; agente literária.</title><content type='html'>Lucia Riff de modo geral, agencia tudo que é ligado ao direito autoral: a edição da obra, o uso de um texto que vai ser adaptado para cinema, teatro ou entrar num livro escolar, além de convites e viagens.&lt;br /&gt;Lucia já teve vários casos de autores que deixaram a agência porque acharam que ela não trouxe para eles o que eles esperavam. Também tive autores que não funcionaram da maneira que eu achava que funcionariam. Nesses casos, o melhor é simplesmente o agente abrir mão dos contratos. Apesar de fundamentais. Se a relação com o autor não funciona, não é um contrato que vai segurá-lo.&lt;br /&gt;A maioria dos seus clientes nacionais é incorporada por indicação. Com o autor estrangeiro é um pouco diferente. Às vezes, ele também vem por indicação.&lt;br /&gt;Para a Lúcia o agente literário deve ter um papel muito discreto, quem tem que aparecer é o autor, o editor, o livro.&lt;br /&gt;Aqui no Brasil se um livro está vendendo, outro deixa de ser vendido. porque a cota de venda de uma editora para as livrarias é mais ou menos a mesma. Se uma editora gasta sua cota inteira com um único livro, não vende os outros. A editora pode até vender um pouco mais, mas não na proporção que se imagina. Então um best-seller é um livro que suga dos outros. Na verdade, o que a gente precisa é aumentar o mercado comprador.&lt;br /&gt;O mercado mais comprador é o de não-ficção. Até os adiantamentos costumam ser maiores para um livro forte de não-ficção, Atualmente temos um boom dos livros de história recente do Brasil, assim como assuntos políticos, islamismo, fundamentalismo e Bush. Tudo isso há pouco tempo atrás simplesmente não vendia de maneira alguma.&lt;br /&gt;Nossa agência literária foi inaugurada em 1991 por Lucia Riff , em sociedade com Carmen Balcells e Cristina de Mello e Souza. O objetivo era agenciar autores brasileiros no Brasil e também no exterior – e também agenciar Editoras e Agências Literárias estrangeiras para o mercado de publicação em língua portuguesa (Brasil e Portugal). Começaram como Agência Literária Balcells Mello e Souza Riff slc Ltda., ou simplesmente Agência Literária BMSR. Em dezembro de 2003 foi criada uma nova estrutura para a sociedade, e a agência passou a ter como sócios apenas Lucia Riff, Laura Riff e João Paulo Riff. Em outubro de 2006, completamos os 15 anos de vida, e o nome passou a ser Agência Riff. Agora em 2009 se completam 18 anos de existência.&lt;br /&gt;O trabalho da agência Riff é : o agente literário representa os autores e administra suas obras. Basicamente, o agente é o elo de ligação entre autores e editores. Podemos atuar como agentes de autores brasileiros, ou de herdeiros de autores brasileiros; ou ainda como co-agentes de Editoras ou Agências estrangeiras para o mercado brasileiro ou português.Com ampla experiência de mercado, e conhecendo a linha, o perfil e a conduta profissional das editoras, nossa meta é buscar sempre as mais indicadas para publicar as obras dos nossos clientes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-1226668869269825284?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/1226668869269825284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/cultura-lucia-riff-agente-literaria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/1226668869269825284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/1226668869269825284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/cultura-lucia-riff-agente-literaria.html' title='Cultura - Lucia Riff; agente literária.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-7149611860151652732</id><published>2009-06-27T14:40:00.005-03:00</published><updated>2009-06-27T14:45:50.927-03:00</updated><title type='text'>Farrah Fawcett, estrela de "As Panteras", morre ! Mas permanece viva !</title><content type='html'>Farrah Fawcett, estrela de 'As Panteras', morre aos 62 anos.&lt;br /&gt;Internada desde segunda-feira em um hospital de Los Angeles em mais um episódio de sua longa batalha contra um câncer, Farrah Fawcett morreu esta quinta-feira. O estado de saúde da atriz de 62 anos havia piorado e na quarta ela foi transferida para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Durante a noite, chegou a receber a extrema-unção de um padre.&lt;br /&gt;Amigos e parentes da estrela de "As Panteras" ("Charlie's Angels") fizeram vigília no St. John's Health Center em Santa Monica, ao lado do companheiro de muitos anos da atriz, o ator Ryan O'Neal.&lt;br /&gt;Em uma entrevista que vai ao ar nos Estados Unidos nesta sexta, o protagonista de "Love story" - que tem um filho de 24 anos (Redmond) com Farrah - revelou que tinha planos de casar-se com ela. O'Neal estava tentando conseguir liberdade temporária para que o filho, preso por porte de drogas, acompanhasse os últimos momentos de Farrah.&lt;br /&gt;Farrah, de 62 anos, foi inicialmente diagnosticada com um câncer anal em 2006. Apesar de os médicos terem acreditado que ela estaria curada, a doença voltou a aparecer em maio de 2007 e se espalhou para o fígado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-7149611860151652732?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/7149611860151652732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/farrah-fawcett-estrela-de-as-panteras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7149611860151652732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7149611860151652732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/farrah-fawcett-estrela-de-as-panteras.html' title='Farrah Fawcett, estrela de &quot;As Panteras&quot;, morre ! Mas permanece viva !'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-5568134663748037796</id><published>2009-06-27T01:02:00.003-03:00</published><updated>2009-06-27T01:27:05.370-03:00</updated><title type='text'>O mundo homenageia Michael Jackson.</title><content type='html'>Sexta-feira, 26 de Junho de 2009&lt;br /&gt;&lt;a name="1513453401039249452"&gt;&lt;/a&gt;Londres para e homenageia Michael Jackson !&lt;br /&gt;No dia seguinte ao anúncio da morte de Michael Jackson, fãs do rei do pop decidiram ir às ruas para cantar e dançar, em tributo ao ídolo em Londres. Manifestações foram organizadas por meio da internet, com mensagens via redes sociais, como Twitter e Facebook. Na capital inglesa, às 18h, no horário local, o encontro foi na estação de trem e metrô Liverpool Street, no leste da cidade. O número de pessoas foi além do esperado e o grupo, com cerca de mil pessoas (de acordo com estimativa de policiais), foi transferido para o lado de fora da estação, numa rua ao lado.&lt;br /&gt;Em seu blog, a atriz Carolina Dieckmann se declarou uma grande fã do astro, tanto que, para ela, Michael não morreu.“Michael morreu... Michael morreu? Acho que um artista como Michael não morre! Morre para os seus, para os que conheceram, conviveram, amaram, foram amados...não para nós, fãs! Porque Michael é mais que uma pessoa, é a sua obra, está em cada música, em cada palavra cantada...então o que morre é a possibilidade de vermos um show dele,de estarmos perto do corpo, porque cada vez que ouvirmos sua voz, ele estará ali, magicamente ressuscitado, então...vamos ouvir Michael...Michael vive!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manuel Gomes da Silva&lt;br /&gt;Homenagem à Michael Jackson, pois ele será para sempre lembrado como um grande artista e humanista; em todas as épocas.&lt;br /&gt;Michael Jackson, teve um grandioso valor para o mundo, com sua vida e sua carreira. Cantor, compositor, ator, publicitário, escritor,produtor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;filipe lemos&lt;br /&gt;Vá com Deus&lt;br /&gt;Sua música será eterna. Que Deus te acolha em seus braços!Rio de janeiro,Brasil&lt;br /&gt;Oswaldo Reis&lt;br /&gt;Rei do POP&lt;br /&gt;Nós aqui do Brasil, estamos muito triste com a perda, do nosso idolo, mas não nos esqueceremos dele, jamais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;William&lt;br /&gt;michael forever!!!!&lt;br /&gt;o planeta perdeu o maior astro da história, sem dúvidas o céu estará mais estrelado com mais um grande astro!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rolando Herrera.&lt;br /&gt;Te extrañaremos !&lt;br /&gt;me parece tan irreal lo ke hemos estado pasando, la tristeza no se puede expresar en un simple texto pero se que de algun modo te enteraras de que siempre seras querido y no solo te recordaremos como "El Rey Del Pop" sino como un gran amigo.&lt;br /&gt;Q.E.P.D. Michael Jackson.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-5568134663748037796?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/5568134663748037796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/o-mundo-homenageia-michael-jackson.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5568134663748037796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5568134663748037796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/o-mundo-homenageia-michael-jackson.html' title='O mundo homenageia Michael Jackson.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-2238460462292583777</id><published>2009-06-26T20:33:00.005-03:00</published><updated>2009-06-26T21:32:34.853-03:00</updated><title type='text'>Festival de Literatura nacional e internacional de Paraty.</title><content type='html'>Com literatura, ciência e arte, sétima Flip possuirá 34 autores entre os dias 1 e 5 de julho de 2009.&lt;br /&gt;A sétima edição da Flip {Festa Literária Internacional de Paraty}, que acontece na cidade histórica do Rio de Janeiro entre os dias 1 e 5 de julho, abordará pela primeira vez temas como ciência e artes com a participação do biólogo inglês Richard Dawkins e da artista francesa Sophie Calle, além de receber mais uma vez autores como Cristóvão Tezza e Chico Buarque . São 34 escritores convidados. Os temas abordados serão ficção e não ficção.&lt;br /&gt;Além da participação de Richard Dawkins, seguidor de Charles Darwin, no ano em que o livro "A Origem das Espécies" completa 150 anos, a Flip terá a participação dos escritores chineses Ma Jian e Xinran (autora de "As Boas Mulheres da China"), quando são completados 20 anos do Massacre da praça da Paz Celestial.&lt;br /&gt;Entre as participações brasileiras, destacar-se-á Chico Buarque, do recém publicado "Leite Derramado", que comparticipará de discussão com Milton Hatoum, autor de "Dois Irmãos" e "Cinzas do Norte". Cristovão Tezza, autor de "O Filho Eterno" também volta à Flip para participar de discussão com o escritor mexicano Mario Bellatin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música também é abordada com a participação do crítico norte-americano de música Alex Ross, autor do livro "O Resto é Ruído".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesa dedicada ao jornalismo, o destaque da festa é o escritor norte-americano Gay Talese, um dos principais nomes do jornalismo literário mundial, em mesa que terá a participação de Mario Sergio Conti {do livro "Notícias do Planalto"}.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gay Talese , assim como António Lobo Antunes, que dificilmente sai de Portugal; finalmente participaram da Flip de Paraty este ano diz Flavio Moura, diretor de programação da Flip, durante entrevista coletiva nesta quinta-feira. Segundo ele, além de presenças individuais importantes, outro atrativo da Flip é a oportunidade de encontros interessantes como a mesa dedicada à artista francesa Sophie Calle e ao escritor Grégoire Bouillier. Todos devem comparecer. Será ótimo! Creiam !&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-2238460462292583777?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/2238460462292583777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/festival-de-literatural-nacional-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2238460462292583777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2238460462292583777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/festival-de-literatural-nacional-e.html' title='Festival de Literatura nacional e internacional de Paraty.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-7062227014111490070</id><published>2009-06-21T00:09:00.001-03:00</published><updated>2009-06-21T00:12:07.616-03:00</updated><title type='text'>Identificados dois novos dinossauros no Níger.</title><content type='html'>Um estudante da Universidade de Bristol, no oeste da Inglaterra, identificou junto com seu antigo professor dois novos dinossauros carnívoros a partir de fósseis encontrados em escavações no deserto do Saara no ano 2000.&lt;br /&gt;Os répteis, que habitaram as florestas africanas há 110 milhões de anos, foram descobertos no Níger.&lt;br /&gt;As duas espécies eram capazes de correr velozmente, graças às poderosas patas traseiras e à ajuda de uma longa cauda, e competiam por presas com uma terceira criatura, descoberta antes e que caçava dentro e fora da água.&lt;br /&gt;O Eocarcharia dinops (tubarão de olhos ferozes), com cerca de 12 metros de comprimento, seria o principal predador, com suas garras e mandíbula poderosas, que podiam arrancar extremidades e pedaços de carne das presas caçadas.&lt;br /&gt;Sua cabeça era reforçada por uma sólida camada óssea que, além de conferir um aspecto ameaçador ao réptil, podia ser usada como um aríete.&lt;br /&gt;Já o Kryptops palaios (velha face oculta) media aproximadamente 7,5 metros e se alimentaria dos restos de comida de outros carnívoros, como faz a hiena.&lt;br /&gt;Possuía braços curtos e seu focinho reforçado parece desenhado para escavar carcaças, e não para matar presas vivas.&lt;br /&gt;O grupo ao qual pertenceriam os Eocarcharia dinops deram lugar aos maiores predadores dos continentes meridionais, tão grandes ou até maiores que os Tiranossauro Rex.&lt;br /&gt;"São os antepassados mais antigos de dois grupos de grandes carnívoros que continuariam dominando a África, a América do Sul e a Índia durante os 50 milhões de anos seguintes", disse em comunicado Steve Brusatte, que faz Mestrado sobre Ciências da Terra em Bristol.&lt;br /&gt;"Eles nos mostram que, em um estado inicial e, provavelmente durante 20 ou 30 milhões de anos, os carnívoros se dividiam de forma que não vemos no continente do norte", explicou Sereno.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-7062227014111490070?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/7062227014111490070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/identificados-dois-novos-dinossauros-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7062227014111490070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7062227014111490070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/identificados-dois-novos-dinossauros-no.html' title='Identificados dois novos dinossauros no Níger.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-1541880146621208831</id><published>2009-06-20T23:27:00.003-03:00</published><updated>2009-06-21T00:04:45.488-03:00</updated><title type='text'>Encontrado fóssil de dinossauro gigante.</title><content type='html'>O fóssil do que se acredita ser uma nova espécie de dinossauro, que está entre os maiores já encontrados, foi descoberto na Argentina, por uma equipe formada por paleontólogos brasileiros e argentinos.&lt;br /&gt;O herbívoro Futalognkosaurus dukei media em torno 32 metros a 34 metros da cabeça até a cauda e tinha a altura de um prédio de quatro andares. Trata-se de um dos três maiores dinossauros já encontrados no mundo.&lt;br /&gt;A descoberta parece representar uma nova linhagem de Titanossauro. A hipótese se deve à estrutura peculiar do pescoço do animal, bastante grosso e forte.&lt;br /&gt;Parte do fóssil do Futalognkosaurus dukei, um dos três maiores dinossauros já encontrados&lt;br /&gt;Segundo os cientistas, a espécie habitou há cerca de 80 milhões de anos a região que agora é o norte da Patagônia.&lt;br /&gt;O fóssil encontrado estava 70% preservado, índice alto se comparado a outros dinossauros gigantes encontrados no mundo, que estavam cerca de 10% conservados. Os primeiros ossos foram descobertos em 2000.&lt;br /&gt;No sítio arqueológico, localizado nas encostas do lago Barreales, na província de Neuquen, os pesquisadores encontraram mais de mil espécies, incluindo 240 fósseis de plantas e 300 dentes e outros resquícios de diversos dinossauros.&lt;br /&gt;Esse grupo de Argentinos e Brasileiros também trabalha no Estado do Mato Grosso, onde os estudiosos dizem ter feito uma importante descoberta, que será revelada em breve.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-1541880146621208831?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/1541880146621208831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/encontrado-fossil-de-dinossauro-gigante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/1541880146621208831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/1541880146621208831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/encontrado-fossil-de-dinossauro-gigante.html' title='Encontrado fóssil de dinossauro gigante.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-6659097541192171484</id><published>2009-06-20T17:38:00.003-03:00</published><updated>2009-06-20T22:24:56.292-03:00</updated><title type='text'>A lenda das Amazonas.</title><content type='html'>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dizem os índios que as amazonas guerreiras teriam atacado a esquadra hispânica. Elas eram altas, brancas, cabelos compridos  – descrição feita pelo Frei Gaspar de Carnival, que era escrivão da frota. O confronto entre os espanhóis e as Amazonas foi supostamente uma luta feroz, a qual teve como cenário a foz do rio Nhamundá , localizada na fronteira entre o Pará e o Amazonas. Os europeus foram surpreendidos pelo ataque das combatentes desnudas, conduzindo tão somente em suas mãos arcos e flechas. Eles foram derrotados pelas amazonas. No caminho os espanhóis encontraram um índio que lhes contou a história das guerreiras. Segundo o relato do nativo, havia pelo menos setenta tribos de Icamiabas só naquele território. Suas aldeias eram edificadas com pedras e  conectadas aos povoados por caminhos que elas cercavam de ponta a ponta, cobrando pedágio dos que atravessavam estas estradas. Elas eram lideradas por uma cunhã virgem, sem contato com o sexo masculino. Quando, porém, chegava o período de reprodução, as Amazonas capturavam índios de tribos por elas subjugadas. Ao engravidar, sinalizavam seus parceiros e, se nascia um curumim ou , elas entregavam a criança aos pais; do contrário, elas ficavam com as meninas e presenteavam o genitor com um talismã verde conhecido como Muiraquitã, similar ao sapo utilizado nos rituais lunares.Ao ouvirem esta narrativa, os espanhóis, cientes da existência das Amazonas descritas pelos antigos gregos, confundem ambas e batizam o rio onde as encontraram, até então intitulado Mar Dulce, de Rio de Las Amazonas.Certamente os espanhóis, ao se depararem com selvagens guerreiros de longos cabelos, acreditaram ter encontrado finalmente as tão famosas Amazonas. Deste pequeno equívoco nasceram e permaneceram os nomes do Rio, da Floresta e do maior Estado brasileiro, que abriga o idílico cenário desta miragem hispânica. Embora esta história tenha se desenrolado em terras brasileiras, estas lendas são mais disseminadas em outros países, talvez pela associação com narrativas que envolvem ícones adornados com ouro e prata, o que certamente despertava a cobiça dos europeus. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-6659097541192171484?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/6659097541192171484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/lenda-das-amazonas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6659097541192171484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6659097541192171484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/lenda-das-amazonas.html' title='A lenda das Amazonas.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-2489467073874292577</id><published>2009-06-16T19:08:00.004-03:00</published><updated>2009-06-16T19:38:12.626-03:00</updated><title type='text'>Cultura, Lei Rouanet e a política da Cultura.</title><content type='html'>É difícil essa discussão sobre os critérios da Lei Rouanet, depois da decisão do Ministro da Cultura Juca Ferreira, em rever a decisão da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura , de vetar projeto de R$ 2 mi para a temporada de Caetano Velloso de lançamento de seu CD. A lógica da CNIC deveria ser a do Ministério.&lt;br /&gt;A Comissão Nacional de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura, que analisa pleitos de dinheiro através da Lei Rouanet, desacolheu o de Caetano Veloso, de 2 milhões de reais, para patrocínio de seu “Tour Caetano Veloso”, a turnê do trabalho “Zii e Zie”, lançado esse ano – mais um CD medíocre. A Comissão já havia negado pedido de Maria Bethânia ano passado, revertido pelo ministro, que tem poderes para tanto.  É um absurdo Maria Betânia e Caetano Veloso serem negados perante a CNIC. A opnião pública comprova isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-2489467073874292577?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/2489467073874292577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/cultura-lei-rouanet-e-politica-da.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2489467073874292577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2489467073874292577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/cultura-lei-rouanet-e-politica-da.html' title='Cultura, Lei Rouanet e a política da Cultura.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-2062198401569487327</id><published>2009-06-16T18:46:00.001-03:00</published><updated>2009-06-16T18:49:34.911-03:00</updated><title type='text'>Antropologia Cultural.</title><content type='html'>A &lt;a class="mw-redirect" title="Antropologia Cultural" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia_Cultural"&gt;Antropologia Cultural&lt;/a&gt; tem raízes que remotam a &lt;a title="Antiguidade Clássica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antiguidade_Cl%C3%A1ssica"&gt;Antiguidade Clássica&lt;/a&gt;, quando os primeiros relatos escritos acerca de outros povos iniciaram as discussões acerca da cultura dos mesmos. Estas origens se desenvolveram após o período das &lt;a class="mw-redirect" title="Grandes navegações" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grandes_navega%C3%A7%C3%B5es"&gt;grandes navegações&lt;/a&gt;, cujos registros, discutiam os povos "descobertos" como exóticos e "estranhos" ao mundo europeu. Também conhecida como &lt;a class="mw-redirect" title="Antropologia Cultural" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia_Cultural"&gt;Antropologia Social&lt;/a&gt;, esta vertente surge da necessidade de compreender a &lt;a title="Alteridade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alteridade"&gt;alteridade&lt;/a&gt; socio-cultural, ou seja, a apreensão da &lt;a title="Ethos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ethos"&gt;visão de mundo&lt;/a&gt; expressa pelos comportamentos, &lt;a title="Mitologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia"&gt;mitos&lt;/a&gt;, &lt;a class="mw-redirect" title="Rituais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rituais"&gt;rituais&lt;/a&gt;, técnicas, saberes e práticas de sociedades de tradição não-europeia. Nas primeiras décadas de sua formação enquanto &lt;a title="Disciplina" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Disciplina"&gt;disciplina&lt;/a&gt; a Antropologia esteve ligada aos interesses de Estado. Nesse sentido, a corrente &lt;a title="Funcionalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Funcionalismo"&gt;funcionalista&lt;/a&gt; inglesa, pensava a Antropologia como uma disciplina "aplicável" ou "&lt;a title="Utilitarismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Utilitarismo"&gt;útil&lt;/a&gt;" na consolidação das ambições de seu governo, sendo utilizada, portanto, para práticas &lt;a title="Colonialismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Colonialismo"&gt;colonialistas&lt;/a&gt;. Em uma vertente oposta, o &lt;a title="Antropologia Estrutural" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia_Estrutural"&gt;Estruturalismo&lt;/a&gt;, de Claude Lévi-Strauss discute a &lt;a class="mw-redirect" title="Antropologia Cultural" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia_Cultural"&gt;Antropologia Cultural&lt;/a&gt; como ferrementa de compreensão do homem. Com a publicação de &lt;a class="new" title="O Pensamento Selvagem (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=O_Pensamento_Selvagem&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;O Pensamento Selvagem&lt;/a&gt; Lévi-Strauss demonstra que os homens, em todas as culturas estabelecem processos cognitivos da mesma forma, e que a utilidade é uma consequência da busca de conhecimento, e não a sua causa, como prescrevem os &lt;a title="Funcionalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Funcionalismo"&gt;funcionalistas&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-2062198401569487327?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/2062198401569487327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/antropologia-cultural.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2062198401569487327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2062198401569487327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/antropologia-cultural.html' title='Antropologia Cultural.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-8927546994676171254</id><published>2009-06-16T18:41:00.001-03:00</published><updated>2009-06-16T18:44:56.703-03:00</updated><title type='text'>Antropologia Física.</title><content type='html'>Surge vinculada aos estudos fisio-biológicos do século XVIII e XIX, visando compreender o processo de &lt;a title="Evolução" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o"&gt;evolução&lt;/a&gt; pelo qual se originaram os humanos modernos, com ênfase nos aspectos biológicos e físicos referentes a este processo. Sua metodologia se centraliza na &lt;a class="new" title="Comparação fóssil-residual (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Compara%C3%A7%C3%A3o_f%C3%B3ssil-residual&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;comparação fóssil-residual&lt;/a&gt; além do estudo comparativo de diferentes "&lt;a class="new" title="Tipos humanos (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Tipos_humanos&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;tipos humanos&lt;/a&gt;". Objetiva compreender a adaptabilidade e variabilidade observáveis na humanidade. Em grande medida a &lt;a class="mw-redirect" title="Antropologia Física" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia_F%C3%ADsica"&gt;Antropologia Física&lt;/a&gt; se vincula a uma matriz diciplinar biofísica que tem como principal motriz as &lt;a class="new" title="Teorias evolucionistas (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Teorias_evolucionistas&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;teorias evolucionistas&lt;/a&gt;. Está também significativamente associada aos estudos arqueológicos, tanto no estudo de grupos hominídeos pré-históricos, como em pesquisas etno-históricas visando estabelecer as diferentes &lt;a class="new" title="Trajetórias (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Trajet%C3%B3rias&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;trajetórias&lt;/a&gt; das sociedades de &lt;a title="Tradição oral" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tradi%C3%A7%C3%A3o_oral"&gt;tradição eminentemente oral&lt;/a&gt;, ou parcelas das sociedades de &lt;a class="new" title="Tradição escrita (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Tradi%C3%A7%C3%A3o_escrita&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;tradição escrita&lt;/a&gt;, das quais o registo escrito é pouco significativo ou inexistente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-8927546994676171254?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/8927546994676171254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/antropologia-fisica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/8927546994676171254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/8927546994676171254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/antropologia-fisica.html' title='Antropologia Física.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-8983984849691368129</id><published>2009-06-16T18:23:00.002-03:00</published><updated>2009-06-16T18:34:52.884-03:00</updated><title type='text'>Áreas de estudo da Antropologia.</title><content type='html'>A contribuição das duas grandes áreas da Antropologia para a amplificação da compreensão do fenómeno humano, desenvolveu ao longo da História da Antropologia muitas temáticas de pesquisa, que originaram uma compartimentalização do conhecimento de cada esfera antropológica, permitindo especialidades de discussão. Esta classificação, no entanto, não é homogênea em todo mundo. Nos &lt;a title="Estados Unidos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos"&gt;Estados Unidos&lt;/a&gt; a antropologia abarca quatro esferas de investigação: a &lt;a class="mw-redirect" title="Antropologia Física" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia_F%C3%ADsica"&gt;Antropologia Física&lt;/a&gt;, a &lt;a class="mw-redirect" title="Antropologia Cultural" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia_Cultural"&gt;Antropologia Cultural&lt;/a&gt;, a &lt;a title="Linguística" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lingu%C3%ADstica"&gt;Linguística&lt;/a&gt; e a &lt;a title="Arqueologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arqueologia"&gt;Arqueologia&lt;/a&gt;. No Brasil a Antropologia Cultural desenvolveu-se bastante, principamente na corrente pós-estruturalista, da qual nosso maior representante é o professor &lt;a title="Eduardo Viveiros de Castro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Viveiros_de_Castro"&gt;Eduardo Viveiros de Castro&lt;/a&gt;. Desenvolvendo o conceito de &lt;a class="new" title="Perspectivismo amazônico (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Perspectivismo_amaz%C3%B4nico&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;perspectivismo amazônico&lt;/a&gt;, &lt;a title="Eduardo Viveiros de Castro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Viveiros_de_Castro"&gt;Viveiros de Castro&lt;/a&gt; discute as noções de &lt;a class="new" title="Natureza e cultura (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Natureza_e_cultura&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;natureza e cultura&lt;/a&gt;, propondo a idéia de que a experiência ameríndia de conceber o mundo difere essencialmente da experiência dos colonizadores, se utilizando de um conceito construído por ele de &lt;a class="new" title="Multinaturalismo (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Multinaturalismo&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;multinaturalismo&lt;/a&gt;. A &lt;a class="new" title="Antropologia no Brasil (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Antropologia_no_Brasil&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Antropologia no Brasil&lt;/a&gt; tem vasta produção acadêmica, particularmente em temáticas como &lt;a class="new" title="Estudos de Gênero (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Estudos_de_G%C3%AAnero&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Estudos de Gênero&lt;/a&gt;, &lt;a class="new" title="Identidades Culturais (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Identidades_Culturais&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Identidades Culturais&lt;/a&gt;, &lt;a class="new" title="Estudos de População (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Estudos_de_Popula%C3%A7%C3%A3o&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Estudos de População&lt;/a&gt;, &lt;a class="mw-redirect" title="Antropologia Visual e da Imagem" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia_Visual_e_da_Imagem"&gt;Antropologia Visual e da Imagem&lt;/a&gt;, &lt;a class="mw-redirect" title="Antropologia das Emoções" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia_das_Emo%C3%A7%C3%B5es"&gt;Antropologia das Emoções&lt;/a&gt;, &lt;a class="new" title="Antropologia Política (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Antropologia_Pol%C3%ADtica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Antropologia Política&lt;/a&gt;, &lt;a class="new" title="Antropologia Urbana (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Antropologia_Urbana&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Antropologia Urbana&lt;/a&gt;, entre outras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-8983984849691368129?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/8983984849691368129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/areas-de-estudo-da-antropologia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/8983984849691368129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/8983984849691368129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/areas-de-estudo-da-antropologia.html' title='Áreas de estudo da Antropologia.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-5679519296584576930</id><published>2009-06-16T18:13:00.003-03:00</published><updated>2009-06-16T18:18:59.798-03:00</updated><title type='text'>Movimentos e Debates.</title><content type='html'>Outros movimentos significativos, na história do século XX, para a teoria Antropológica foram as escolas Cognitiva, Simbólica e Marxista.&lt;br /&gt;Debates pós-modernos.&lt;br /&gt;Na década de 80, o debate téorico na Antropologia ganhou novas dimensões. Muitas críticas a todas as escolas surgiram, questionando o método e as concepções antropológicas. No geral, este debate privilegiou algumas idéias: a primeira delas é que a realidade é sempre interpretada, ou seja, vista sob uma perspectiva subjetiva do autor, portanto a antropologia seria uma interpretação de interpretações. Da crítica das retóricas de autoridade clássicas, fortemente influenciada pelos estudos de &lt;a title="Foucault" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Foucault"&gt;Foucault&lt;/a&gt;, surgem &lt;a class="new" title="Metaetnografias (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Metaetnografias&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;metaetnografias&lt;/a&gt;, ou seja, a análise antropológica da própria &lt;a title="Etnografia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Etnografia"&gt;produção etnográfica&lt;/a&gt;. Contribuiu muito para esta discussão a formação de antropólogos nos países que então eram analisados apenas pelos grandes centros antropológicos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-5679519296584576930?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/5679519296584576930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/movimentos-e-debates.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5679519296584576930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5679519296584576930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/movimentos-e-debates.html' title='Movimentos e Debates.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-5369607890651883765</id><published>2009-06-13T23:35:00.008-03:00</published><updated>2009-06-15T00:10:13.518-03:00</updated><title type='text'>Cultura, Festas Juninas, folclore brasileiro.</title><content type='html'>Renascem as tradições do mês de junho, o mês do folclore brasileiro. Em toda a parte ardem fogueiras, sobem balões, dançam-se quadrilhas, girândolas de fogos rebentam no ar. Fogueiras e balões, fogos de artifício, sortes, adivinhas, canjica, pamonha ou milho assado nas brasas da fogueira, a música ao som da viola ou da harmônica, indumentária colorida, danças regionais, cantorias e rodas, banhos-de-cheiro, parentesco, pássaros e bois nos terreiros, eis a riqueza cultural que cerca o mês de junho. De Norte a Sul, o país é tomado de uma febril excitação. Permanece no ar estagnação de aromas. O povo se confraterniza. Sanfona, viola e quentão fazem furor nas festas juninas . Enfim, a alegria se visualiza em todas as fases.&lt;br /&gt;Vários elementos folclóricos são próprios do mês de junho e nele se manifestam com todo o esplendor. Uma grande parte é exclusiva da época, não pode ser vista ou realizada noutra ocasião, como as fogueiras, os balões, as adivinhas matrimoniais, as sortes. Há também uma culinária típica e, em alguns Estados, como o Pará, influências ambientais acentuam a cor local: ali, na noite de São João, é hábito tomar banhos-de-cheiro, isto é, banhos da felicidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-5369607890651883765?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/5369607890651883765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/cultura-festas-juninas-folclore.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5369607890651883765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5369607890651883765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/cultura-festas-juninas-folclore.html' title='Cultura, Festas Juninas, folclore brasileiro.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-8239041103671207468</id><published>2009-06-13T21:10:00.001-03:00</published><updated>2009-06-13T21:12:49.320-03:00</updated><title type='text'>A antropologia Interpretativa.</title><content type='html'>A antropologia interpretativa&lt;br /&gt;Com cerca de vinte livros publicados, &lt;a title="Clifford Geertz" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Clifford_Geertz"&gt;Clifford Geertz&lt;/a&gt; é provavelmente, depois de Claude Lévi-Strauss, o antropólogo cujas idéias causaram maior impacto na segunda metade do &lt;a title="Século XX" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XX"&gt;século XX&lt;/a&gt;, não apenas no que se refere à própria teoria e à prática antropológica mas também fora de sua área, em disciplinas como a &lt;a title="Psicologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicologia"&gt;psicologia&lt;/a&gt;, a &lt;a title="História" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria"&gt;história&lt;/a&gt; e a &lt;a class="mw-redirect" title="Teoria literária" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_liter%C3%A1ria"&gt;teoria literária&lt;/a&gt;. Considerado o fundador de uma das vertentes da antropologia contemporânea - a chamada &lt;a class="new" title="Antropologia Interpretativa (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Antropologia_Interpretativa&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Antropologia Hermenêutica ou Interpretativa&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a title="Clifford Geertz" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Clifford_Geertz"&gt;Geertz&lt;/a&gt;, graduado em &lt;a title="Filosofia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia"&gt;filosofia&lt;/a&gt;, inglês, antes de migrar para o debate antropológico, obteve seu &lt;a class="mw-redirect" title="PhD" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PhD"&gt;PhD&lt;/a&gt; em Antropologia em &lt;a title="1956" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1956"&gt;1956&lt;/a&gt; e desde então conduziu extensas pesquisas de campo, nas quais se fundamentam seus livros, escritos essencialmente sob a forma de ensaio. As suas principais pesquisas foram feitas na &lt;a title="Indonésia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Indon%C3%A9sia"&gt;Indonésia&lt;/a&gt; e em &lt;a title="Marrocos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marrocos"&gt;Marrocos&lt;/a&gt;. Desiludiu-se com a &lt;a class="new" title="Metodologia antropológica (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Metodologia_antropol%C3%B3gica&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;metodologia antropológica&lt;/a&gt;, para &lt;a title="Clifford Geertz" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Clifford_Geertz"&gt;Geertz&lt;/a&gt; excessivamente abstrata e de certa forma distanciada da realidade encontrada no campo, o que o levou a elaborar um método novo de análise das informações obtidas entre as sociedades que estudava. Seu primeiro estudo tinha por objetivo entender a religião em &lt;a class="mw-redirect" title="Java (ilha)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Java_(ilha)"&gt;Java&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Por fim foi incapaz de se restringir a apenas um aspecto daquela sociedade, que ele achava que não poder ser extirpado e analisado separadamente do resto, desconsiderando, entre outras coisas, a própria passagem do tempo. Foi assim que ele chegou ao que depois foi apelidada de antropologia hermenêutica. Sua tese começa defendendo o estudo de "quem as pessoas de determinada formação cultural acham que são, o que elas fazem e por que razões elas crêem que fazem o que fazem".&lt;br /&gt;Uma das metáforas preferidas de &lt;a title="Clifford Geertz" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Clifford_Geertz"&gt;Geertz&lt;/a&gt;, para definir o que fará a &lt;a class="new" title="Antropologia Interpretativa (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Antropologia_Interpretativa&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Antropologia Interpretativa&lt;/a&gt;, é a leitura das sociedades enquanto textos ou como análogas a textos. A interpretação ocorre em todos os momentos do estudo, da leitura do "texto", pleno de significado, que é a sociedade na escrita do texto/ensaio do antropólogo, por sua vez interpretado por aqueles que não passaram pelas experiências do autor do texto escrito. Todos os elementos da cultura analisada devem portanto ser entendidos à luz desta textualidade, imanente à realidade cultural.&lt;br /&gt; Idéias centrais&lt;br /&gt;A &lt;a class="new" title="Antropologia Interpretativa (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Antropologia_Interpretativa&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Antropologia Interpretativa&lt;/a&gt; analisa a cultura como hierarquia de significados, pretendendo que a etnografia seja uma “&lt;a title="Descrição densa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Descri%C3%A7%C3%A3o_densa"&gt;descrição densa&lt;/a&gt;”, de interpretação escrita e cuja análise é possível por meio de uma inspiração &lt;a title="Hermenêutica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hermen%C3%AAutica"&gt;hermenêutica&lt;/a&gt;. É crucial a &lt;a class="new" title="Leitura da leitura (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Leitura_da_leitura&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;leitura da leitura&lt;/a&gt; que os “&lt;a class="new" title="Nativos (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Nativos&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;nativos&lt;/a&gt;” fazem de sua própria cultura&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-8239041103671207468?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/8239041103671207468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/antropologia-interpretativa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/8239041103671207468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/8239041103671207468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/antropologia-interpretativa.html' title='A antropologia Interpretativa.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-1169472858671292838</id><published>2009-06-13T21:07:00.002-03:00</published><updated>2009-06-13T21:08:53.103-03:00</updated><title type='text'>A escola de cultura e personalidade.</title><content type='html'>A escola de cultura e personalidade.&lt;br /&gt;Criada por estudiosas estadunidenses, díscípulos de &lt;a title="Franz Boas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Boas"&gt;Franz Boas&lt;/a&gt;, influenciadas pela &lt;a title="Psicanálise" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Psican%C3%A1lise"&gt;Psicanálise&lt;/a&gt; e pela obra de &lt;a title="Friedrich Nietzsche" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Friedrich_Nietzsche"&gt;Nietzsche&lt;/a&gt;, esta escola concebe a cultura como detentora de uma “&lt;a class="new" title="Personalidade de base (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Personalidade_de_base&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Personalidade de base&lt;/a&gt;”, partilhada por todos os membros. Estabelece uma tipologia cultural. Haveria culturas: dionisíacas (centradas no extâse) e apolíneas (estruturadas no desejo de moderação); pré-figurativas, pós-figurativas, co-figurativas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-1169472858671292838?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/1169472858671292838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/escola-de-cultura-e-personalidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/1169472858671292838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/1169472858671292838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/escola-de-cultura-e-personalidade.html' title='A escola de cultura e personalidade.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-6282362480907085691</id><published>2009-06-13T21:03:00.002-03:00</published><updated>2009-06-13T21:05:10.805-03:00</updated><title type='text'>O particularismo histórico.</title><content type='html'>O particularismo histórico&lt;br /&gt;Também conhecida como &lt;a class="new" title="Culturalismo (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Culturalismo&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Culturalismo&lt;/a&gt;, esta escola estadunidense, defendida por &lt;a title="Franz Boas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Boas"&gt;Franz Boas&lt;/a&gt;, rejeita, de maneira marcante, o evolucionismo que dominou a antropologia durante a primeira metade do século XX.&lt;br /&gt;Principais idéias&lt;br /&gt;A discussão desta corrente gira em torno da idéia de que cada cultura tem uma história particular e de que a difusão cultural se processa em várias direções. Cria-se o conceito de &lt;a title="Relativismo cultural" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Relativismo_cultural"&gt;relativismo cultural&lt;/a&gt;, vendo também a evolução como fenômeno que pode decorrer do estado mais simples para o mais complexo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-6282362480907085691?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/6282362480907085691/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/o-particularismo-historico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6282362480907085691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6282362480907085691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/o-particularismo-historico.html' title='O particularismo histórico.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-2352648356750559897</id><published>2009-06-13T20:59:00.004-03:00</published><updated>2009-06-13T21:18:15.806-03:00</updated><title type='text'>A antropologia estrutural.</title><content type='html'>A &lt;a title="Antropologia Estrutural" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia_Estrutural"&gt;Antropologia Estrutural&lt;/a&gt; nasce na década de 40. O seu grande teórico é &lt;a title="Claude Lévi-Strauss" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Claude_L%C3%A9vi-Strauss"&gt;Claude Lévi-Strauss&lt;/a&gt;. Centraliza o debate na idéia de que existem regras estruturantes das culturas na mente humana, e assume que estas regras constroem pares de oposição para organizar o sentindo.&lt;br /&gt;Para fundamentar o debate teórico, &lt;a title="Claude Lévi-Strauss" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Claude_L%C3%A9vi-Strauss"&gt;Lévi-Strauss&lt;/a&gt; recorre a duas fontes principais: a corrente psicológica criada por &lt;a title="Wilhelm Wundt" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wilhelm_Wundt"&gt;Wilhelm Wundt&lt;/a&gt; e o trabalho realizado no campo da &lt;a class="mw-redirect" title="Lingüistica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ling%C3%BCistica"&gt;lingüistica&lt;/a&gt;, por &lt;a title="Ferdinand de Saussure" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ferdinand_de_Saussure"&gt;Ferdinand de Saussure&lt;/a&gt;, denominado &lt;a title="Estruturalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estruturalismo"&gt;Estruturalismo&lt;/a&gt;. Influenciaram-no, ainda, &lt;a class="mw-redirect" title="Durkheim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Durkheim"&gt;Durkheim&lt;/a&gt;, &lt;a class="new" title="Jakobson (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Jakobson&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Jakobson&lt;/a&gt; (teoria linguística), &lt;a class="mw-redirect" title="Kant" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kant"&gt;Kant&lt;/a&gt; (idealismo) e &lt;a title="Marcel Mauss" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcel_Mauss"&gt;Marcel Mauss&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Ideias centrais&lt;br /&gt;Para a &lt;a title="Antropologia Estrutural" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia_Estrutural"&gt;Antropologia Estrutural&lt;/a&gt; as culturas definem-se como sistemas de &lt;a title="Signo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Signo"&gt;signos&lt;/a&gt; partilhados e estruturados por princípios que estabelecem o funcionamento do intelecto. Em 1949 Lévi-Strauss publica “As estruturas elementares de parentesco”, obra em que analisa os aborígenes australianos e, em particular, os seus sistemas de matrimônio e parentesco. Nesta análise, &lt;a title="Claude Lévi-Strauss" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Claude_L%C3%A9vi-Strauss"&gt;Lévi-Strauss&lt;/a&gt; demonstra que as &lt;a class="new" title="Aliança(antropologia) (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Alian%C3%A7a(antropologia)&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;alianças&lt;/a&gt; são mais importantes para a &lt;a title="Estrutura social" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estrutura_social"&gt;estrutura social&lt;/a&gt; que os laços de sangue. Termos como &lt;a title="Exogamia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Exogamia"&gt;exogamia&lt;/a&gt;, &lt;a title="Endogamia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Endogamia"&gt;endogamia&lt;/a&gt;, &lt;a class="new" title="Aliança(antropologia) (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Alian%C3%A7a(antropologia)&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;aliança&lt;/a&gt;, &lt;a class="mw-redirect" title="Consaguinidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Consaguinidade"&gt;consaguinidade&lt;/a&gt; passam a fazer parte das preocupações etnográficas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-2352648356750559897?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/2352648356750559897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/antropologia-estrutural-antropologia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2352648356750559897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2352648356750559897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/antropologia-estrutural-antropologia.html' title='A antropologia estrutural.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-6960694899456704381</id><published>2009-06-13T20:54:00.004-03:00</published><updated>2009-06-13T20:56:44.356-03:00</updated><title type='text'>A linhagem francesa.</title><content type='html'>O surgimento da "linhagem francesa"&lt;br /&gt;Com &lt;a class="mw-redirect" title="Durkheim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Durkheim"&gt;Émile Durkheim&lt;/a&gt; começam os fenómenos sociais a ser definidos como objetos de investigação socioantropológica e, a partir da análise da publicação de Regras do "Método Sociológico", em 1895, começa-se a pensar que os &lt;a title="Fato social" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fato_social"&gt;fatos sociais&lt;/a&gt; seriam muito mais complexos do que se pretendia até então. No final do &lt;a title="Século XIX" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX"&gt;século XIX&lt;/a&gt;, juntamente com &lt;a title="Marcel Mauss" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcel_Mauss"&gt;Marcel Mauss&lt;/a&gt;, Durkhéim se debruça nas representações primitivas, estudo que culminará na obra "Algumas formas primitivas de classificação", publicada em &lt;a title="1901" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1901"&gt;1901&lt;/a&gt;. Inaugura-se então a denominada "&lt;a class="mw-redirect" title="Antropologia Estruturalista" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia_Estruturalista"&gt;linhagem francesa&lt;/a&gt;" na Antropologia.&lt;br /&gt;O século XX&lt;br /&gt;Com a publicação, de “As formas elementares da vida religiosa” em &lt;a title="1912" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1912"&gt;1912&lt;/a&gt;, &lt;a class="mw-redirect" title="Durkheim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Durkheim"&gt;Durkheim&lt;/a&gt;, ainda apegado ao debate evolucionista, discute a temática da religião. &lt;a title="Marcel Mauss" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcel_Mauss"&gt;Marcel Mauss&lt;/a&gt; publica com &lt;a class="new" title="Henri Hubert (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Henri_Hubert&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Henri Hubert&lt;/a&gt;, em 1903, a obra &lt;a class="new" title="Esboço de uma teoria geral da magia (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Esbo%C3%A7o_de_uma_teoria_geral_da_magia&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Esboço de uma teoria geral da magia&lt;/a&gt;, aonde forja o conceito de &lt;a class="mw-redirect" title="Mana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mana"&gt;mana&lt;/a&gt;. Inicialmente centrada na denominada “&lt;a title="Etnologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Etnologia"&gt;Etnologia&lt;/a&gt;”, a &lt;a class="new" title="Antropologia Francesa (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Antropologia_Francesa&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Antropologia Francesa&lt;/a&gt;, arranca, como disciplina de ensino, no “&lt;a class="new" title="Institut d´Ethnologie du Musée de l´Homme (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Institut_d%C2%B4Ethnologie_du_Mus%C3%A9e_de_l%C2%B4Homme&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Institut d´Ethnologie du Musée de l´Homme&lt;/a&gt;” em Paris, a partir de 1927. No início, a disciplina se vinculara ao Museu de História Natural, porque se considerava a antropologia como uma subdisciplina da história natural. Ainda existia um determinismo biológico, segundo o qual se considerava que as diferenças culturais eram fruto das diferenças biológicas entre os homens.&lt;br /&gt;Nos &lt;a class="mw-redirect" title="EUA" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EUA"&gt;EUA&lt;/a&gt;, &lt;a title="Franz Boas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Boas"&gt;Franz Boas&lt;/a&gt; desenvolve a idéia de que cada cultura tem uma história particular e considerava que a difusão de traços culturais acontecia em toda parte. Nasce o &lt;a title="Relativismo cultural" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Relativismo_cultural"&gt;relativismo cultural&lt;/a&gt;, e a antropologia estende a investigação ao trabalho de campo. Para &lt;a title="Franz Boas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Boas"&gt;Boas&lt;/a&gt;, cada cultura estaria associada à sua própria história. Para compreender a cultura é preciso reconstruir a sua própria história. Surgia o &lt;a class="new" title="Culturalismo (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Culturalismo&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Culturalismo&lt;/a&gt;, também conhecido como Particularismo Histórico. Deste movimento surgiria posteriormente a escola antropológica da &lt;a class="new" title="Escola da Cultura e Personalidade (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Escola_da_Cultura_e_Personalidade&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Cultura e Personalidade&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Paralelamente a estes movimentos, na &lt;a title="Inglaterra" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inglaterra"&gt;Inglaterra&lt;/a&gt;, nasce o &lt;a title="Funcionalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Funcionalismo"&gt;Funcionalismo&lt;/a&gt;, que enfatiza o trabalho de campo (observação participante). Para sistematizar o conhecimento acerca de uma cultura é preciso apreendê-la na sua totalidade. Para elaborar esta produção intelectual surge a &lt;a title="Etnografia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Etnografia"&gt;etnografia&lt;/a&gt;. As instituições sociais centralizam o debate, a partir das funções que exercem na manutenção da totalidade cultural.&lt;br /&gt; A antropologia funcionalista&lt;br /&gt;O &lt;a title="Funcionalismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Funcionalismo"&gt;Funcionalismo&lt;/a&gt; inspirava-se na obra de &lt;a class="mw-redirect" title="Durkheim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Durkheim"&gt;Durkheim&lt;/a&gt;. Advogava um estreito paralelismo entre as sociedades humanas e os organismos biológicos (na forma de evolução e conservação) porque em ambos os casos a harmonia dependeria da inter-dependência funcional das partes. As funções eram analisadas como obrigações, nas relações sociais. A função sustentaria a &lt;a title="Estrutura social" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Estrutura_social"&gt;estrutura social&lt;/a&gt;, permitindo a coesão, fundamental, dentro de um sistema de relaçoes sociais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-6960694899456704381?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/6960694899456704381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/linhagem-francesa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6960694899456704381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6960694899456704381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/linhagem-francesa.html' title='A linhagem francesa.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-417083599234521500</id><published>2009-06-13T20:44:00.002-03:00</published><updated>2009-06-13T20:51:21.975-03:00</updated><title type='text'>A antropologia difusionista.</title><content type='html'>A Antropologia Difusionista reagiu ao evolucionismo e foi sua contemporânea. Privilegiava o entendimento da natureza da cultura, em termos de origem e extensão, de uma sociedade a outra. Para os difusionistas, o empréstimo cultural seria um mecanismo fundamental de evolução cultural. O difusionismo acreditava que as diferenças e semelhanças culturais eram consequência da tendência humana para imitar e a absorver traços culturais, como se a humanidade possuísse uma "unidade psíquica", tal como defendeia Bastian.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-417083599234521500?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/417083599234521500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/antropologia-difusionista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/417083599234521500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/417083599234521500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/antropologia-difusionista.html' title='A antropologia difusionista.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-1281256989906693677</id><published>2009-06-13T20:25:00.002-03:00</published><updated>2009-06-13T20:27:36.972-03:00</updated><title type='text'>Método.</title><content type='html'>O método concentrava-se numa incansável comparação de dados, retirados das sociedades e de seus contextos sociais, classificados de acordo com o tipo (religioso, de parentesco, etc), determinado pelo pesquisador, dados que lhe serviriam para comparar as sociedades entre si, fixando-as num estágio específico, inscrevendo estas experiências numa abordagem linear, diacrônica, de modo a que todo costume representasse uma etapa numa escala evolutiva, como se o próprio costume tivesse a finalidade de auxiliar esta evolução. Entendiam os evolucionistas que os costumes se demarcavam como substância, como finalidade, origem, individualidade e não como um elemento do tecido social, interdepedente de seu contexto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-1281256989906693677?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/1281256989906693677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/metodo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/1281256989906693677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/1281256989906693677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/metodo.html' title='Método.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-6706182883517705835</id><published>2009-06-13T20:19:00.001-03:00</published><updated>2009-06-13T20:22:38.641-03:00</updated><title type='text'>teoria.</title><content type='html'>Com fundamento nestas concepções, as primeiras grandes obras da antropologia, consideravam, por exemplo, o indígena das sociedades não europeias como o primitivo, o antecessor do homem civilizado: afirmando e qualificando o saber antropológico como disciplina, centrando o debate no modo como as formas mais simples de organização social teriam evoluido, de acordo com essa linha teórica essas sociedades caminhariam para formas mais complexas como as da sociedade europeia.&lt;br /&gt;Nesta forma de apreender a experiência humana, todas as sociedades, mesmos as desconhecidas, progrediriam em ritmos diferentes, seguindo uma linha evolutiva. Isso balizou a idéia de que a demanda colonial seria "civilizatória", pois levaria os povos ditos "primitivos" ao "progresso tecnológico-científico" das sociedades tidas como "civilizadas". Há que ver estes equívocos como parte da visão do mundo que pretendiam estabelecer as diretrizes de uma lei universal de desenvolvimento.&lt;br /&gt;Mas não se pode generalizar e atribuir as características acima a todos os autores que se aparentaram a essa corrente. Cada autor tem suas próprias nuances. Durkheim, por exemplo, procurou nas manifestações totêmicas dos nativos australianos a forma mais simples e elementar de religiosidade, mas não com o pensamento enquadrado numa linha evolutiva cega: se nossa sociedade era dita mais complexa ele atribuía isso às diversas tendências da modernidade de que somos fruto, e a dificuldade de determinar uma tendência pura na nossa religião, escamoteada por milhares de anos de teologia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-6706182883517705835?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/6706182883517705835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/teoria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6706182883517705835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6706182883517705835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/teoria.html' title='teoria.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-6384782899794516533</id><published>2009-06-13T14:54:00.002-03:00</published><updated>2009-06-13T16:15:23.398-03:00</updated><title type='text'>As divinas palavras.</title><content type='html'>Liatiff, Aldo. As divinas palavras: Identidade étnica dos Guarani-Mbyá. Editado por la Universidad Federal de Santa Catarina -UFSC- Florianópolis, Brasil, 1996. 160p.&lt;br /&gt;El autor Nació en Río de Janeiro en el año 1958. Graduado en Filosofía en 1986 por la UFSC, obtuvo cinco años después su Maestría en Antropología Social. Como fotógrafo realizó diversas exposiciones fotográficas sobre los Guaraní de Brasil. Actualmente trabaja como antropólogo en el Museo Universitario de la UFSC.&lt;br /&gt;Editora da UFSCCampo Universitario - TrindadeCaixa Postal 47688010-970 - Florianópolis - SC Brasil&lt;br /&gt;Por Sílvio Coelho dos Santos&lt;br /&gt;Escrito como dissertaçao de mestrado, este livro oferece uma importante contribuiçao para o entendimento do universo dos Guarani-Mbyá. Seu autor, Aldo Litaiff, teve experiência profissional como fotógrafo e formaçao acadêmica na área de Antropologia. Durante o curso de mestrado realizado na UFSC, dedicou-se à Etnologia e aos Guarani-Mbyá. Escolheu um pequeno grupo que recém havia se localizado no litoral do estado do Rio de Janeiro, numa pequena area incrustrada na Serra do Mar. Talvez por obra do acaso, Aldo Litaiff percorreu uma parte da trajetória de Egon Schaden, um dos pioneiros dos estudos antropológicos sobre os Guarani, que também elegeu pequenos grupos Mbyá, no litoral de Sáo Paulo, para suas pesquisas. E o fez, com sucesso e originalidade. Sua sensibilidade como profissional da fotografia, náo só orientou a inclusáo de uma documentaçâo fotográfica de excepcional valor etnográfico, como permitiu-Ihe incorporar depoimentos de diferentes informantes que mais parecem descriçoes textuais de closes e de ampliaçoes de detalhes fotográficos.&lt;br /&gt;Os Cuarani-Mbyá têm uma longa experiência de resistência à dominaçao branca. Habitantes tradicionais da floresta, esses índios, no presente, começaram a adquirir maior visibilidade pelas lutas que travam para assegurar pequenas áreas de terra, que lhes permitam manter pelo menos, parte de seu modo de vida. Algumas famílias extensas têm logrado o apoio de organizaçoes nao-governamentais, de governos municipais e da própria FUNAI para lhes assegurar o acesso a uma ínfima parcela das terras que outrora eram suas. Mas, em geral, como sao índios que usam calça e camisa, aparecem para a maioria dos interlocutores de forma estereotipada, ou seja, como sujos, bêbados, malandros e, assim, desqualificados para pleitearem quaisquer direitos. A procura da "terra sem males", localizada no imaginário dos Guarani, para além do Atlântico, por si nao minimiza as responsabilidades dos brancos sobre os poucos espaços territoriais que sobraram para esses índios. A perambulaçáo desses índios, organizados em pequenos grupos familiais, por estradas e ródovias do Sul e Sudeste do país, é uma face trágica dessa diáspora. O que Aldo Litaiff faz com mestria é mostrar a dignidade desses índios, destacando sua visáo de múndo, sua cosmologia e suas representaçoes étnicas. Com esse escopo, muita sensibilidade e comprometimento, dá-nos uma descriçao polissêmica, densa e realista dos Mbyá, da aldeia Bracuí, contribuindo assim para a melhor compreensao dos problemas vivenciados pelos índios, enquanto minoria no Brasil presente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-6384782899794516533?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.naya.org.ar/biblioteca/resenias/rsguaran.htm' title='As divinas palavras.'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/6384782899794516533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/as-divinas-palavras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6384782899794516533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6384782899794516533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/as-divinas-palavras.html' title='As divinas palavras.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-6483338770578946744</id><published>2009-06-09T02:45:00.000-03:00</published><updated>2009-06-09T02:50:15.216-03:00</updated><title type='text'>A história da antropologia.</title><content type='html'>O século XVIII&lt;br /&gt;Até o &lt;a title="Século XVIII" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVIII"&gt;século XVIII&lt;/a&gt;, o saber antropológico esteve presente na contribuição dos cronistas, viajantes, soldados, &lt;a title="Missionário" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mission%C3%A1rio"&gt;missionários&lt;/a&gt; e comerciantes que discutiam, em relação aos povos que conheciam, a maneira como estes viviam a sua condição humana, cultivavam seus hábitos, normas, características, interpretavam os seus mitos, os seus rituais, a sua linguagem. Só no &lt;a title="Século XVIII" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVIII"&gt;século XVIII&lt;/a&gt;, a Antropologia adquire a categoria de ciência, partindo das classificações de &lt;a class="mw-redirect" title="Carlos Lineu" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Lineu"&gt;Carlos Lineu&lt;/a&gt; e tendo como objeto a análise das "&lt;a title="Raça" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ra%C3%A7a"&gt;raças&lt;/a&gt; humanas".&lt;br /&gt;O legado desta época foram os textos que descreviam as terras, a (&lt;a title="Fauna" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fauna"&gt;Fauna&lt;/a&gt;, a &lt;a title="Flora" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Flora"&gt;Flora&lt;/a&gt;, a &lt;a title="Topografia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Topografia"&gt;Topografia&lt;/a&gt;) e os povos “descobertos” (Hábitos e Crenças). Algumas obras que falavam dos indígenas brasileiros, por exemplo, foram: a carta de &lt;a title="Pero Vaz de Caminha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pero_Vaz_de_Caminha"&gt;Pero Vaz de Caminha&lt;/a&gt; (“&lt;a class="mw-redirect" title="Carta de Pero Vaz de Caminha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carta_de_Pero_Vaz_de_Caminha"&gt;Carta do Descobrimento do Brasil&lt;/a&gt;”), os relatos de &lt;a title="Hans Staden" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hans_Staden"&gt;Hans Staden&lt;/a&gt;, “&lt;a title="Duas Viagens ao Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Duas_Viagens_ao_Brasil"&gt;Duas Viagens ao Brasil&lt;/a&gt;”, os registros de &lt;a title="Jean de Léry" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_de_L%C3%A9ry"&gt;Jean de Léry&lt;/a&gt;, a “&lt;a class="new" title="Viagem a Terra do Brasil (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Viagem_a_Terra_do_Brasil&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Viagem a Terra do Brasil&lt;/a&gt;”, e a obra de &lt;a class="mw-redirect" title="Jean Baptiste Debret" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_Baptiste_Debret"&gt;Jean Baptiste Debret&lt;/a&gt;, a “&lt;a class="mw-redirect" title="Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Viagem_Pitoresca_e_Hist%C3%B3rica_ao_Brasil"&gt;Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil&lt;/a&gt;. Além destas, outras obras falavam ainda das terras récem-descobertas, como a carta de &lt;a title="Cristóvão Colombo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crist%C3%B3v%C3%A3o_Colombo"&gt;Colombo&lt;/a&gt; aos &lt;a title="Reis Católicos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reis_Cat%C3%B3licos"&gt;Reis Católicos&lt;/a&gt;. Toda esta produção escrita levantou uma grande polémica acerca dos indígenas. A contribuição dos missionários jesuítas na América (como &lt;a class="mw-redirect" title="Bartolomeu de Las Casas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bartolomeu_de_Las_Casas"&gt;Bartolomeu de Las Casas&lt;/a&gt; e &lt;a class="new" title="Padre Acosta (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Padre_Acosta&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Padre Acosta&lt;/a&gt;) ajudaram a desenvolver a denominada “&lt;a class="new" title="Teoria do bom selvagem (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Teoria_do_bom_selvagem&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;teoria do bom selvagem&lt;/a&gt;”, que via os índios como detentores de uma natureza moral pura, modelo que devia ser assimilado pelos ocidentais. Esta teoria defendia a idéia de que cultura mais próxima do estado "natural" serviria de remédio aos males da civilização.&lt;br /&gt;O século XIX.&lt;br /&gt;No &lt;a title="Século XIX" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX"&gt;Século XIX&lt;/a&gt;, por volta de &lt;a title="1840" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1840"&gt;1840&lt;/a&gt;, &lt;a class="new" title="Boucher de Perthes (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Boucher_de_Perthes&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Boucher de Perthes&lt;/a&gt; utiliza o termo &lt;a class="mw-redirect" title="Evolução Humana" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o_Humana"&gt;homem pré-histórico&lt;/a&gt; para discutir como seria sua vida cotidiana, a partir de achados arqueológicos, como utensílios de pedra, cuja idade se estimava bastante remota. Posteriormente, em &lt;a title="1865" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1865"&gt;1865&lt;/a&gt;, John Lubock reavaliou numerosos dados acerca da Cultura da &lt;a title="Paleolítico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paleol%C3%ADtico"&gt;Idade da Pedra&lt;/a&gt; e compilou uma classificação em que enumerava as diferenças culturais entre o &lt;a title="Paleolítico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paleol%C3%ADtico"&gt;Paleolítico&lt;/a&gt; e &lt;a title="Neolítico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neol%C3%ADtico"&gt;Neolítico&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Com a publicação de dois livros, &lt;a title="A Origem das Espécies" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Origem_das_Esp%C3%A9cies"&gt;A Origem das Espécies&lt;/a&gt;, em &lt;a title="1859" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1859"&gt;1859&lt;/a&gt; e &lt;a class="new" title="A descendência do homem (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=A_descend%C3%AAncia_do_homem&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;A descendência do homem&lt;/a&gt;, em 1871, &lt;a title="Charles Darwin" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Darwin"&gt;Charles Darwin&lt;/a&gt; principia a sistematização da &lt;a title="Evolução" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolu%C3%A7%C3%A3o"&gt;teoria evolucionista&lt;/a&gt;. Partindo da discussão trazida à tona por estes pesquisadores, nascia a &lt;a class="mw-redirect" title="Antropologia Física" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia_F%C3%ADsica"&gt;Antropologia Biológica ou Antropologia Física&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A antropologia evolucionista.&lt;br /&gt;Marcada pela discussão &lt;a class="mw-redirect" title="Evolucionista" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Evolucionista"&gt;evolucionista&lt;/a&gt;, a antropologia do &lt;a title="Século XIX" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XIX"&gt;Século XIX&lt;/a&gt; privilegiou o &lt;a class="mw-redirect" title="Darwinismo Social" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Darwinismo_Social"&gt;Darwinismo Social&lt;/a&gt;, que considerava a sociedade europeia da época como o apogeu de um processo evolucionário, em que as sociedades aborígenes eram tidas como exemplares "mais primitivos". Esta visão usava o conceito de “civilização” para classificar, julgar e, posteriormente, justificar o &lt;a title="Domínio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dom%C3%ADnio"&gt;domínio&lt;/a&gt; de outros povos. Esta maneira de ver o mundo a partir do conceito civilizacional de superior, ignorando as diferenças em relação aos povos tidos como inferiores, recebe o nome de &lt;a title="Etnocentrismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Etnocentrismo"&gt;etnocentrismo&lt;/a&gt;. É a «Visão &lt;a title="Etnocentrismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Etnocentrismo"&gt;Etnocêntrica&lt;/a&gt;», o conceito europeu do homem que se atribui o valor de “civilizado”, fazendo crer que os outros povos, como os das Ilhas da &lt;a title="Oceania" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oceania"&gt;Oceania&lt;/a&gt; estavam “situados fora da história e da cultura”. Esta afirmação está muito presente nos escritos de &lt;a class="new" title="Pauw (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Pauw&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;Pauw&lt;/a&gt; e &lt;a class="mw-redirect" title="Hegel" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hegel"&gt;Hegel&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-6483338770578946744?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/6483338770578946744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/historia-da-antropologia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6483338770578946744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/6483338770578946744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/historia-da-antropologia.html' title='A história da antropologia.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-7118467573355004628</id><published>2009-06-09T02:10:00.000-03:00</published><updated>2009-06-09T02:32:55.997-03:00</updated><title type='text'>Mitologia.</title><content type='html'>Mitologia é o estudo dos mitos (lendas e/ou histórias) de uma cultura em particular creditadas como verdadeiras e que constituem um sistema religioso ou de crenças específicos.&lt;br /&gt;Os mitos são, geralmente, histórias baseadas em tradições e lendas feitas para explicar o universo, a criação do mundo, fenômenos naturais e qualquer outra coisa a que explicações simples não são atribuíveis. Mas nem todos os mitos têm esse propósito explicativo. Em comum, a maioria dos mitos envolvem uma força sobrenatural ou uma divindade, mas alguns são apenas lendas passadas oralmente de geração em geração.&lt;br /&gt;Figuras mitológicas são proeminentes na maioria das&lt;br /&gt;religiões e a maior parte das mitologias estão atadas a pelo menos uma religião. Alguns usam a palavra mito e mitologia para desacreditar as histórias de uma ou mais religiões.&lt;br /&gt;O termo é freqüentemente associado às descrições de religiões fundadas por sociedade antigas como mitologia romana, mitologia grega, mitologia egípcia e mitologia nórdica, que foram quase extintas. No entanto, é importante ter em mente que enquanto alguns vêem os panteões nórdicos e célticos como meras fábulas outros os têm como religião (ver Neopaganismo).&lt;br /&gt;Pessoas de muitas religiões tomam como ofensa a caracterização de sua fé como um conjunto de mitos, pois isso é afirmar que a religião em si é uma mentira. Mesmo assim, muitas pessoas concordam que cada religião tem um grupo de mitos os quais desenvolveram-se somados às escrituras.&lt;br /&gt;Religião e mitologia.&lt;br /&gt;Alguns usam os termos mito e mitologia para ilustrar histórias de uma ou mais religiões como algo falso ou duvidoso. Enquanto quase todos os dicionários incluem essa definição, mito nem sempre significa que uma história é falsa, tampouco verdadeira. O termo é constantemente utilizado nesse sentido de descrever religiões criadas pelas sociedades antigas, cujos ritos estão quase extintos. Muitas pessoas não consideram as histórias sobre a origem e acontecidos, como contendores de mitos; eles vêem seus textos sagrados como possuindo verdades religiosas, inspiradas divinamente, mas não repassadas em linguagens humanas. Outros separam suas crenças de histórias similares de outras culturas e se referem a estas como história. Essas pessoas se opõem ao uso da palavra “mito” para descrever suas crenças.&lt;br /&gt;Para o propósito desse artigo a palavra mitologia é usada para se referir a histórias, que, enquanto elas podem ou não serem factuais, revelam verdades fundamentais e pensamentos sobre a natureza humana, através do freqüente uso de arquétipos. Também é necessário frisar que as histórias discutidas expressam pontos de vista e crenças de um país, um período no tempo, cultura e/ou religião a qual lhes deu à luz. Uma pessoa pode falar de mitologia Judaica, mitologia Cristã ou mesmo mitologia Islâmica, onde cada uma descreve os elementos míticos nessas religiões sem se referir à veracidade sobre a sua história.&lt;br /&gt;Mitologia moderna.&lt;br /&gt;Muitos fatos e personagens de jogos são inspirados em mitologias. Jogos de RPG como Final Fantasy recebem muitas criaturas provenientes de mitologias.&lt;br /&gt;Séries de televisão e de livros como Star Trek e Harry Potter, por exemplo, têm aspectos mitológicos marcantes que algumas vezes desenvolvem-se em sistemas filosóficos profundos e intrincados. Essas séries não são mitologia, mas contêm temas míticos que, para alguns, atendem às mesmas necessidades psicológicas. Um ótimo exemplo são as obras O Silmarillion e O Senhor dos Anéis de J.R.R.&lt;a class="mw-redirect" title="J.R.R. Tolkien" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/J.R.R._Tolkien"&gt; &lt;/a&gt;Tolkien, bem como a série de filmes Star Wars (Guerras nas Estrelas) de George Lucas. Outra série é Supernatural, que ressalta muitos pontos da cultura espalhadas pelo mundo, ja que se ultilizam de muitos recursos, como as de algumas culturas que ja se extinguiram.&lt;br /&gt;As leis de direitos autorais, no entanto, limitam os autores independentes de estender em um ciclo das histórias modernas. Alguns críticos acreditam que o fato de os principais personagens dos ciclos das histórias modernas não estarem no domínio público previne esses ciclos de emprestarem vários aspectos essenciais das mitologias. O "Fan fiction" atenua esse problema.&lt;br /&gt;Ficção, porém, não atinge o nível de mitologia enquanto as pessoas não acreditam que aquilo realmente aconteceu. Por exemplo, alguns acreditam que as histórias de Clive Barker, como "Candyman", foram baseadas em fatos reais. O mesmo pode ser dito da Bruxa de Blair e muitas outras histórias.&lt;br /&gt;A mitologia sobrevive no mundo moderno através de lendas urbanas, mitologia científica e muitas outras maneiras.&lt;br /&gt;O anime e a série de mangás, Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya no original), por exemplo, é considerada a que mais se baseia nas histórias das mitologias antigas, como a Mitologia&lt;a class="mw-redirect" title="Mitologia Grega" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_Grega"&gt; &lt;/a&gt;Grega, Nórdica, Egípcia, e diversas outras. A história não é uma mitologia; ela conta a história das mitologias tradicionais, onde guerreiros representam constelações e têm como objetivo enfrentar os deuses que se opuserem a Atena (deusa grega da sabedoria). Vários personagens e monstros mitológicos como o Orfeu e o Cérbero estão presentes no nosso cotidiano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-7118467573355004628?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/7118467573355004628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/mitologia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7118467573355004628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7118467573355004628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/06/mitologia.html' title='Mitologia.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-5566168233356425207</id><published>2009-06-01T03:03:00.000-03:00</published><updated>2009-06-01T13:19:49.118-03:00</updated><title type='text'>Museo Histórico e Paleontológico de Monte Alto.</title><content type='html'>O Museu Histórico e Paleontológico de Monte Alto, inaugurado em 1992, é considerado uma das maiores atrações turísticas do estado de São Paulo e um dos museus paleontológicos mais completos. Localiza-se na cidade de Monte Alto e possui ampla sala de exposição com variados fósseis Históricos. O município de Monte Alto está localizado sobre rochas sedimentares do grupo Bauru do período Cretáceo Superior com idade variando de 65 a 85 milhões de anos atras. No final desse período que ocorreu o desaparecimento dos grandes réptes chamados dinossauros, o que representa o fim da era dos mesmos. A descoberta dos fósseis foi de forma casual em 1985 e com diversas escavações realizadas coletou-se grande número de exemplares em todos os afloramentos encontrados nessa região. São restos fósseis de animais que viveram há dezenas de milhões de anos, que despertaram grande interesse da comunidade científica. Desse modo surgiu a necessidade da construção de um museu para abrigar os fósseis recolhidos nos arredores da cidade e mesmo nas cidades vizinhas provenientes de depósitos fossilíferos associáveis as formações Adamantina e Marília do Grupo Bauru Cretáceo Superior continental da Bacia do Paraná. Como parte integrante do Museu Hitórico e Cultural "Dr. Fernando José Freire de Andrade", o Museu Histórico e Paleontológico de Monte Alto foi construido e inaugurado no dia 22 de julho de 1992. Sua construção contou com o apoio técnico de professores do Departamento de Geologia Sedimentar da Unesp-Campus de Rio Claro, do Departamento de Geologia do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio de Janeiro (com os quais tem convênios ), do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional do Rio de Janeiro e da Prefeitura Municipal de Monte Alto.&lt;a title="Fóssil" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3ssil"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;O acervo do Museu é composto basicamente de ossos ou fósseis de dinossauros saurópodes, moluscos, bivalves, tartarugas e crocodilos todos do período cretáceo recolhidos nos afloramentos da região e que estão distribuídos em cerca de 85 vitrines. Destacam-se o fóssil do Titanossauro, dinossauro herbívoro de grande porte atingindo cerca de 12 metros de comprimento e 10 toneladas de peso. Conta também com fósseis da Chapada do Araripe - Ceará e de outras localidades do Brasil recebidos por doações de amigos e professores de répteis pré-históricos, chamados de dinossauros e outros animais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-5566168233356425207?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/5566168233356425207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/museo-historico-e-paleontologico-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5566168233356425207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5566168233356425207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/museo-historico-e-paleontologico-de.html' title='Museo Histórico e Paleontológico de Monte Alto.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-3388001681148816696</id><published>2009-05-30T18:50:00.000-03:00</published><updated>2009-05-30T19:17:09.924-03:00</updated><title type='text'>Alternativa Energia.</title><content type='html'>E energia tem sido a base do desenvolvimento das civilizações, atravéis da história.  São cada vez maiores as necessidades energéticas para a produção de alimentos, bens de consumo, de serviço e bens de produção, lazer e para promover os desenvolvimentos econômicos, sociais e culturais.  A energia é importante para as nações industrializadas, e em via de desenvolvimento.&lt;br /&gt;         A ligação de redes clandestinas de energia, sobrecarregam as linhas de distribuição e transformadores, gerando os blecautes. A energia alternativa significa energia limpa eficiente, pura, não poluente; inesgotável e encontrada e utilizada em qualquer lugar, pela variedade de tipos. São elas: energia solar, eólica, biomassa, nuclear, energia do hidrogênio, geotérmica, energia das marés, mineral&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-3388001681148816696?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/3388001681148816696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/alternativa-energia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3388001681148816696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3388001681148816696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/alternativa-energia.html' title='Alternativa Energia.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-5720596933433882450</id><published>2009-05-30T16:27:00.000-03:00</published><updated>2009-05-30T17:08:08.813-03:00</updated><title type='text'>A importância da história para a antropologia.</title><content type='html'>A história consiste em seu método. A experìência comprova que ele é importante para inventariar todos os elementos de uma estrutura qualquer, humana ou não humana ; portanto a história é o ponto de partida para toda busca de inteligência. A historia leva a tudo, mas contanto que se saia dela. ( Claude Lévi-Strauss ).&lt;br /&gt;Os camaiurás (também kamaiurás ou kamayurás) constituem uma etnia indígena brasileira. Habitantes do Parque Indígena  do Xingu, às margens da zona de confluência entre dois importantes rios da micro-bacia xinguana, os camaiurás pertencem ao grupo étnico e linguístico tupi-guarani, estando inseridos na zona cultural do Alto Xingu.&lt;br /&gt;Os camaiurás possuem um sistema tradicional caracterizado pela heterogeneidade, fruto do intenso processo de casamento intertribal e dos enérgicos laços de coesão que mantém com outras sociedades indígenas do mesmo espaço geográfico.&lt;br /&gt;Entre os indígenas do grupo, vigora um sistema de organização civil peculiar, caracterizado por um único complexo de imensas ocas comunitárias circularmente dispostas ao redor de um terreiro público. Tal espaço, formado a partir da convergência de quatro vias principais, destina-se à celebração dos ritos e tradições referentes à cosmologia do povo. As habitações primordialmente constituídas por taquaras e palha, podem chegar a trinta metros de comprimento e abrigar várias famílias, segundo a ancestralidade que possuam.&lt;br /&gt;A sociedade, embora rigidamente patriarcal, não menospreza o papel feminino, encarregando-as da tutela dos filhos, manutenção da ordem doméstica, plantio e colheita das raízes comestíveis e preparação dos alimentos, enquanto compete ao homem a obtenção protéica e a limpeza da roça na qual será plantada a mandioca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-5720596933433882450?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/5720596933433882450/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/importancia-da-historia-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5720596933433882450'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5720596933433882450'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/importancia-da-historia-para.html' title='A importância da história para a antropologia.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-5746304366149591404</id><published>2009-05-21T13:00:00.000-03:00</published><updated>2009-06-01T13:04:37.145-03:00</updated><title type='text'>XI Congresso de Ciências do desporto e Educação Física dos países de lingha portuguesa.</title><content type='html'>Antropologia do Esporte - Atividade física - Clube da Caminhada.&lt;br /&gt;Este Programa vem ao encontro da filosofia e dá prioridade às ações que tenham por pressuposto a ampliação e a qualidade no atendimento das práticas de atividades físicas, esportivas e de lazer, principalmente, dirigidas à socialização, bem-estar e melhoria da qualidade de vida da população. Como a vida sedentária é um fator de risco para a saúde, particularmente em relação às doenças cardiovasculares, obesidade, artrites e doenças reumáticas, a falta da atividade motora no trabalho, na escola e em geral, deveria ser compensada através de atividades físicas e esportes durante o tempo livre. Há uma infinidade de atividades nas quais pessoas&lt;br /&gt;de ambos os sexos podem tomar parte, atividades estas que não requerem habilidades excepcionais, coragem, equipamentos sofisticados e caros, ou instalações suntuosas para praticá-las. Diante disso, a finalidade deste projeto é fomentar a prática da caminhada nos locais reservados a esse tipo de atividade física, assim como, esclarecer a sociedade de que a caminhada é o modo mais fácil, barato e agradável de reduzir o peso em excesso e melhorar o condicionamento físico. Os objetivos deste programa, são: Possibilidade de acesso à prática do esporte como lazer; Melhoria da resistência cardiorespiratória e redução do risco de doenças cardiovasculares; Redução de peso; Fortalecimento e aumento da densidade óssea; Redução de estresse.As metas para 2006: Ampliar o programa em áreas apropriadas à prática da caminhada, procurando atender maior número de localidades na cidade de Manaus; Mostrar para a população que a prática regular da caminhada, com a intensidade adequada, eficiente e prazerosa, não é modismo, mas uma atitude inteligente de quem deseja adquirir e manter um bom nível de condicionamento físico; Divulgar o programa nas áreas de saúde, visando o desenvolvimento de conhecimentos científicos e tecnológicos (pesquisa&lt;br /&gt;e divulgação) direcionados à melhoria da prática de atividades físicas e de lazer; Criar e manter mecanismos de acompanhamento e avaliação do programa e das ações apoiadas pelo professor coordenador.&lt;br /&gt;Nilton de Brito Souza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-5746304366149591404?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/5746304366149591404/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/xi-congresso-ciencias-do-desporto-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5746304366149591404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5746304366149591404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/xi-congresso-ciencias-do-desporto-e.html' title='XI Congresso de Ciências do desporto e Educação Física dos países de lingha portuguesa.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-3139648925665220708</id><published>2009-05-19T18:54:00.000-03:00</published><updated>2009-05-19T23:14:11.463-03:00</updated><title type='text'>Alimentos Orgânicos sem agrotóxicos aumentam as defesas do corpo.</title><content type='html'>Fonte Paranashop.&lt;br /&gt;Vegetais e frutas orgânicas aumentam defesas do organismo&lt;br /&gt;Durante a 2ª edição da Orgânica 2009 - Feira do Complexo Agroindustrial Orgânico e Biotecnologias e Fórum Internacional da Agroindústria Orgânica discutiu-se o benefício da alimentação orgânica em relação aos convencionais e suas vantagens para a saúde.&lt;br /&gt;Para debater o assunto, o painel Orgânicos e Saúde: alimentando a imunidade , que ocorreu nesta terça às 14h, reuniu o médico e nutrólogo Mauro Lins, a presidente da Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos e pesquisadora da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Sonia Stertz, e o doutor em agroecologia e agricultura sustentável da Universidade de Londres, Geraldo Deffune.&lt;br /&gt;De acordo com os palestrantes, a busca por alimentação saudável fez surgiu na década de 90 o conceito do alimento livre de insumos químicos e que utiliza apenas fontes de nutrientes naturais durante sua plantação. De lá para cá, o setor de orgânicos movimenta mundialmente R$ 132 bilhões com estimativa de chegar a R$ 176 bilhões em 2010.&lt;br /&gt;Esse volume vem aumentando porque os especialistas já comprovaram o prejuízo dos agrotóxicos à saúde, podendo irritar as mucosas intestinais, provocar arritmia cardíaca, causar distúrbios neurológicos e até câncer. A arritmia cardíaca é um dos sintomas de dores elevadas de inseticidas fosforados, encontrados no morango e na cenoura. Alguns fungicidas, como o clorotalonil, encontrado na alface, no tomate e em outras verduras, podem provocar irritação nas mucosas do intestino e levar à diarréia , enumera a pesquisadora da UFPR Sonia Stertz.&lt;br /&gt;Além disso, os agrotóxicos estão associados ao aumento de tumores cerebrais e do câncer de mama em mulheres, bem como à diminuição da fertilidade feminina. Em artigo publicado na Revista Panamericana de Saúde Pública, alguns municípios do interior do Paraná registraram queda no número de nascimentos de homens devido à exposição de agrotóxicos.&lt;br /&gt;Para reduzir o impacto do uso desses pesticidas à saúde, a cientista aponta que os agrotóxicos sistêmicos não são eliminados em lavagens, nem com hipoclorito, vinagre ou bicarbonato. De acordo com a Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA), os alimentos com maior índice de agrotóxicos foram o pimentão (64%), seguido do morango (36%), uva (33%) e cenoura (31%).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-3139648925665220708?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/3139648925665220708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/alimentos-organicos-sem-agrotoxicos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3139648925665220708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3139648925665220708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/alimentos-organicos-sem-agrotoxicos.html' title='Alimentos Orgânicos sem agrotóxicos aumentam as defesas do corpo.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-3927365299693514945</id><published>2009-05-18T23:45:00.000-03:00</published><updated>2009-05-19T00:05:40.593-03:00</updated><title type='text'>Paleontologia em Santana do Cariri e S L de Lucena.</title><content type='html'>Santana do Cariri .&lt;br /&gt;É uma pequena cidade localizada no sul do estado do Ceará no nordeste do Brasil, distante cerca de 550 Km da capital Fortaleza e próxima a centros como Crato (cerca de 50 km) e Juazeiro do Norte (cerca de 65 km). A Chapada do Araripe constitui uma de nossas mais importantes localidades fossilíferas de idade cretácea. Seus fósseis destacam-se em função de sua excelente preservação e particular importância paleontológica.&lt;br /&gt;A bacia sedimentar na região do Cariri é uma das mais importantes no mundo devido a enorme quantidade e qualidade de preservação dos fósseis. Muitas vezes, através de fotografias obtidas com microscópio eletrônico, é possível observar as células musculares dos peixes fossilizados, inclusive com a observação do núcleo celular mineralizado. Em alguns fósseis é possível ver o conteúdo do aparelho digestivo com a última refeição do peixe. A importância paleontológica do local é tão significativa que inúmeros pesquisadores têm mostrado interesse pela região. Uma excelente referência é o livro ricamente ilustrado "Santana Fossils - an illustrated Atlas" editado pelo Dr. John G. Maisey e tem a colaboração de diversos paleontólogos do Brasil e do exterior. Em Santana está o Museu de Paleontologia da Universidade Regional do Cariri que reúne mais de 750 peças de fósseis coletados na região e que começa a desenvolver um intenso trabalho científico para classificação dos fósseis e coleta dos mesmos em escavações nos arredores da cidade. O museu também possui partes fósseis de Pterossauro que foram encontrados na região. No estado do Ceará, as pesquisas de paleovertebrados são desenvolvidas na região da Chapada do Araripe, em rochas do Cretáceo Inferior (cerca de 110 milhões de anos atrás).&lt;br /&gt;Em Santana do Cariri existe o Parque dos Pterossauros onde há réplicas artísticas de um pterossauro com cinco metros de envergadura, de uma asa a outra. Um dinossauro com cerca de três metros de altura e oito metros de comprimento. Estes dois tipos animais viveram há cerca de cem milhões de anos no período Cretáceo nos arredores de um grande lago que ali existiu. Foram encontrados fósseis na maior jazida fossilífera do Brasil, a formação Santana, na chapada do Araripe. A jazida cobre os estados do Ceará, Pernambuco e Piauí. Integra ainda a primeira etapa do parque temático uma área de escavação. A escavação, que será feita na formação Santana, terá seis metros de profundidade, distribuídos em degraus, onde os pesquisadores poderão estudar cada camada do solo, e fica dentro dos limites do parque, a 3,5 Km de Santana do Cariri. Dez ex-peixeiros, agricultores da região que antes se dedicavam à extração e ao comércio clandestino de fósseis, agora estão envolvidos na escavação, aberta a visitação pública. A formação Santana é o mais importante depósito de fósseis do Brasil, e está entre os 12 maiores do mundo, sendo o maior em registro de peixes fósseis, diz o paleontólogo Diogenes de Almeida Campos. Membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Diogenes e’ responsavel pelo setor de Paleontologia do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), no Rio de Janeiro. Ele é o autor do registro do dinossauro Angaturama, replicado no parque temático, um animal que se alimentava de peixes, habitante do grande mar interior. É dele também a descrição do pterossauro Anhanguera. O projeto do parque temático prevê 18 cenários sobre a história da vida na terra, com réplicas dos animais e fósseis vegetais, alguns do Cretáceo, época em que surgiram as flores na superfície da terra. Registros fósseis de plantas são comumente encontrados nas camadas calcáreas (lajes) retiradas para serem utilizadas na construção civil como pisos e revestimentos decorativos de paredes e muros. O parque temático só pode existir com investimento significativo - público ou privado, disse a professora Violeta Arraes Gervaiseau. O parque pretende divulgar conhecimentos e despertar o interesse pela paleontologia em crianças e adultos.&lt;br /&gt;S. L. de Lucena - Direitos autorais desde 2000 .&lt;br /&gt;Sou Doutor em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Campinas, Unicamp. Fotógrafo amador e interessado em paleontologia, fiquei realmente admirado com a riqueza geológica e paleontológica de Santana do Cariri que infelizmente ainda está sendo explorada de forma irracional. Trabalhos e esforços valiosos estão sendo desenvolvidos pelo Museu de Paleontologia de Santana do Cariri através de pesquisadores que trarão à luz os segredos que a natureza ainda oculta nos sedimentos da Formação Santana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-3927365299693514945?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/3927365299693514945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/santana-do-cariri-e-s-l-de-lucena.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3927365299693514945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3927365299693514945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/santana-do-cariri-e-s-l-de-lucena.html' title='Paleontologia em Santana do Cariri e S L de Lucena.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-7801277796312388849</id><published>2009-05-17T16:07:00.000-03:00</published><updated>2009-05-17T16:09:56.165-03:00</updated><title type='text'>O Simbolismo da Rosa.</title><content type='html'>A rosa é a flor de maior simbolismo na cultura ocidental. A Rosa é uma flor consagrada a muitas deusas da mitologia. Símbolo de Afrodite e de Vênus (deusa grega e romana do amor). O cristianismo adotou a Rosa como o símbolo de Maria. De acordo com o mito grego, Afrodite quando nasceu das espumas do mar, tal espuma tomou forma de uma rosa branca, assim a rosa branca representa a pureza e a inocência. Conta o mito que quando Afrodite viu Adônis ferido, pairando sobre a morte, a deusa foi socorrê-lo e se picou num espinho e seu sangue coloriu as rosas que lhe eram consagradas. Assim, na Antigüidade as rosas passaram a ser colocadas sobre os túmulos, sendo uma cerimônia chamada pelos antigos de “Rosália”. Todos os anos no mês de maio enfeitam-se os túmulos com rosas. A Rosa vermelha significa o ápice da paixão, o sangue e a carne. Para os romanos as rosas eram uma criação da Flora (deusa da primavera e das flores), quando uma das ninfas da deusa morreu, Flora a transformou em flor e pediu ajuda para os outros deuses. Apolo deu a vida, Bacus o néctar, Pomona o fruto, as abelhas se atraíram pela flor e quando Cupido atirou suas flechas para espantá-las, se transformaram em espinhos e, assim, segundo o mito diz ter sido criada a Rosa. A Rosa é, igualmente, consagrada a Isís que é retratada com uma coroa de rosas. O miolo da Rosa, fechado, fez com que a flor significasse em muitas culturas o símbolo do segredo. Um costume medieval era de colocar uma Rosa no teto da sala de reuniões indicando que onde houvesse a flor no teto, os assuntos deveriam ser mantidos em segredo. Logo surgiu o costume de pintar rosas no teto das salas e assim levou a decoração de muitas casas de arquitetura clássica. Segundo a tradição, cada cor de Rosa tem um significado, já na Alquimia representa o feminino e corresponde ao órgão sexual da mulher. A cruz sendo símbolo masculino deu origem a palavra “Rosa-Cruz”, o primeiro símbolo da ordem Rosa-Cruz. Na tradição Hindu, a deusa Lakshmi (deusa do amor), nasceu de uma Rosa. Simbolismo da beleza e da pureza, perfeição em todos os sentidos, na idade média a Rosa passou a ser símbolo da virgem Maria por significado de pureza. As rosáceas das catedrais góticas foram dedicadas a Maria como emblema do feminino em oposição à cruz. Os rosários originais eram feitos com pétalas de rosa. A palavra “rosário” deriva do latim “rosarium” que significa roseiral. Inúmeros são os mitos sobre a Rosa, em geral tem o significado do amor, seja espiritual, carnal, virginal. Símbolo da pureza a rosa possui suas propriedades não só simbolicamente, mas é aproveitada na medicina, para perfumes, culinária, entre outros atributos. A Rosa tornou-se simbolismo do amor e, por isso, muitas pessoas têm o hábito de presentear quem ama com a flor do amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-7801277796312388849?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/7801277796312388849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/rosa-e-flor-de-maior-simbolismo-na.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7801277796312388849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/7801277796312388849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/rosa-e-flor-de-maior-simbolismo-na.html' title='O Simbolismo da Rosa.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-3785456158953999912</id><published>2009-05-17T16:02:00.001-03:00</published><updated>2009-05-17T16:04:26.662-03:00</updated><title type='text'>Mitologia</title><content type='html'>Mitologia é o estudo dos mitos, deuses e lendas. Os mitos são histórias de caráter popular ou religioso que têm por objetivo a explicação de coisas complexas, que passavam do entendimento das pessoas comuns na época de seus surgimentos.&lt;br /&gt;Normalmente a mitologia é associada à sociedade de sua fundação, como a mitologia que surgiu na Grécia é denominada Mitologia Grega, sendo essa a mais famosa de todas. Em várias religiões a mitologia está presente de alguma forma. No Neopaganismo, por exemplo, a mitologia é a própria caracterização de sua fé.&lt;br /&gt;Na sociedade atual, a mitologia está fortemente presente. Diversos jogos como Final Fantasy e Ragnarök; filmes e séries de televisão, como Harry Potter e Cavaleiros do Zodíaco possuem suas bases na mitologia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-3785456158953999912?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/3785456158953999912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/mitologia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3785456158953999912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/3785456158953999912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/mitologia.html' title='Mitologia'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-2452869173291059234</id><published>2009-05-17T15:23:00.000-03:00</published><updated>2009-05-17T15:35:05.180-03:00</updated><title type='text'>Desenvolvimento econômico e felicidade, e necessidade.</title><content type='html'>A identificação do desenvolvimento econômico com o crescimento do PIB tem gerado críticas, hoje corriqueiras, decorrentes do esquecimento do bem estar social compreendido como alimentação, moradia, assistência de saúde e educação.&lt;br /&gt;A economia sempre representou o meio para que a sociedade cumprisse sua função de oferecer um ambiente seguro para que as pessoas vivam segundo um critério culturalmente definido de felicidade. Para isto, o bem estar é, apenas, o primeiro passo. Abrigo e alimentação são necessidades biológicas universais para as quais todas as sociedades sempre responderam nos termos da cultura que as organiza.&lt;br /&gt;Nas comunidades tradicionais tribais e camponesas não há hospitais ou consultórios, escolas ou universidades, embora existam mecanismos próprios de proteção à saúde e de educação das gerações mais novas. Nessas sociedades, embora os profissionais em saúde estejam dentre os primeiros especialistas a aparecer na divisão social do trabalho, todos os membros conhecem práticas e remédios, como ervas e raízes, recomendados para doenças diversas. No que diz respeito à educação, o normal é o aprendizado por imitação, como no Alto Xingu, onde o filho tem o mesmo arco e as mesmas flechas do pai, com quem vai pescar. Apenas o tamanho desses equipamentos e do peixe capturado é proporcional ao tamanho do pescador.&lt;br /&gt;As sociedades tradicionais, caracterizadas por um “baixo nível de desenvolvimento econômico” medido pelo PIB, podem apresentar níveis de bem estar ótimos, considerados aspectos como habitação, nutrição, saúde e educação. Todos os estudos sobre os índios do Xingu, por exemplo, com quem convivi, demonstram que, em condições normais, antes do contato com os brancos, não havia fome e pouquíssimas eram as doenças nativas. O trabalho masculino era, em média, de duas horas e meia por dia e o tempo restante era usado em dança, música, artesanato e convívio.&lt;br /&gt;Não é simples o estabelecimento de níveis de felicidade humana, mesmo porque o conceito de felicidade é relativo a culturas e indivíduos e a posições sociais em diferentes culturas. O conceito de felicidade para um guerreiro, por exemplo, pode se consubstanciar na morte de muitas pessoas, por suas mãos e na cultura ocidental de hoje, está relacionado à euforia (obtida com drogas ou com o vício do consumo) retratada no clichê das pessoas sorridentes dos anúncios comerciais. Porém, pode-se afirmar, com muita segurança, que o ambiente social das comunidades tradicionais regidas pelo parentesco, em situação de paz com outros povos e em equilíbrio com a natureza, oferece às pessoas condições de proteção e segurança dificilmente encontradas nas sociedades complexas contemporâneas. Não é um exagero associar a idéia de felicidade com a idéia de paz, nos termos da célebre definição de Santo Agostinho, como a “tranqüilidade da ordem”&lt;a href="http://www.georgezarur.com.br/pagina.php/140#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[1]&lt;/a&gt;. Do ponto de vista sociológico, a “tranqüilidade da ordem” seria para o indivíduo, asseguradas as condições materiais de bem estar, dispor permanentemente do afeto, do respeito e da solidariedade de outras pessoas &lt;a href="http://www.georgezarur.com.br/pagina.php/140#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[2]&lt;/a&gt;. A “tranqüilidade da ordem” abrangeria uma ampla dimensão sociológica, compreendida pela segurança de saber o que esperar da vida, segundo um ciclo que se estende da proteção à infância ao respeito à velhice: a infância, a idade adulta e a velhice atravessadas com serenidade e se acontecer a interrupção do ciclo em razão da morte prematura, a certeza de que muitos cuidarão dos que ficam.&lt;br /&gt;Redes de proteção social oferecidas por unidades extensas de parentesco maiores que a família nuclear (integrada por pai, mãe e filhos) são eficazes para a realização da faceta secular da definição de paz de Santo Agostinho. Nas sociedades tradicionais são comuns as terminologias extensas de parentesco. Embora os membros dessas sociedades saibam, com certeza, quem é sua mãe biológica e seu pai social (freqüentemente, o provável pai biológico), é comum que um grande grupo de mulheres seja tratado pelo termo “mãe” e um grande grupo de homens pelo termo “pai”. Embora não haja consenso entre antropólogos nesta questão, não é fora de propósito supor que, no contexto de pequenas comunidades em que a interação social cotidiana é concentrada em algumas centenas de pessoas, tais terminologias reflitam e condicionem relações sociais concretas, pois termos de parentesco são conceitos e conceitos são construídos pela mesma prática que constroem. Assim, muitos adultos dessas comunidades, especialmente, os pais e mães classificatórios podem contribuir para educar e proteger as crianças. Isto é visível nas aldeias indígenas que visitei, bem como na maior parte das pequenas comunidades tradicionais espalhadas pelo mundo. Por essa razão é que, a partir das idéias desenvolvidas por Arensberg e Kimball (1965) levantei a hipótese (2004) de que a unidade básica de organização humana não seria, simplesmente, a família (nuclear ou extensa), mas um grupo de parentesco formado por dois sexos e três gerações maior do que a família.&lt;br /&gt;A segurança e o afeto recebido pelas crianças dessas comunidades representam, para a maior parte de seus membros, o primeiro estágio de um ciclo de vida com etapas muito nítidas, no qual estão certas e delimitadas as fases seguintes, da idade adulta e da velhice. Os papeis sociais são claramente estabelecidos, da mesma forma que as referências no espaço e no ciclo natural anual (o ribeirão, o território, as estações do ano, etc.), pois no dizer do Santo aqui evocado “a ordem é a disposição dos seres iguais e desiguais, designando a cada um lugar que lhe convém”. A “tranqüilidade da ordem” projetada no tempo, faz-se por ciclos socialmente definidos: o ciclo de vida, o ciclo ritual e, integrados à vida social, o plantio e a colheita.&lt;br /&gt;O contraste é marcante com a solidão e a insegurança de nossas populações urbanas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o corte generacional é radical. Os jovens são mal vistos, se não saírem de casa após a conclusão do ensino médio. Os velhos são segregados em espaços próprios, “asilos” de luxo. Embora, na Europa, valores de família ainda sobrevivam, a individualização é, também, acentuada. O membro médio da sociedade ocidental vive o medo do futuro e o cotidiano da ameaça de desemprego e de fome. Foi, também, em um contexto histórico de incerteza quanto ao futuro que, não por acaso, Santo Agostinho formulou sua genial definição de paz.&lt;br /&gt;Não há necessidade de desenvolvimento econômico, isto é, de crescimento do PIB, para que as pessoas tenham casa, comida, educação e saúde em níveis adequados. Tudo depende do destino atribuído ao excedente econômico. Quando o excedente gera o que Karl Marx denominou “reprodução simples”, a redistribuição identificada por Polanyi afirma-se como um processo central da economia. O excedente nas sociedades tribais e camponesas é redistribuído em festas para santos ou outros rituais. As esmolas e doações para obras caritativas realizavam, até certo ponto, esta função redistributiva nas sociedades européias pré-mercado. Em alguns casos, o excedente acumulado é destruído, o que ocasiona a elevação do status dos que os patrocinam - o caso clássico é o Potlatch dos indígenas da costa Noroeste da América do Norte. Em outras circunstâncias, o excedente é esterilizado, como na construção de grandes pirâmides ou catedrais. A Igreja sempre foi uma histórica esterilizadora do excedente econômico por meio da acumulação de patrimônio imobiliário. Na “reprodução ampliada” de Marx, a acumulação é transformada em investimento e é criada uma espiral sem fim de acumulação, reinvestimento, crescimento da economia, da riqueza e da pobreza.&lt;br /&gt;Assim, mais importante do que o tamanho da economia para um nível elevado de bem estar é a estrutura de distribuição do excedente. Cuba com um PIB per capita dezenas de vezes menor do que o norte-americano apresenta condições gerais de saúde e educação iguais ou superiores à americana, embora fique longe do padrão norte-americano de habitação ou de conforto tecnológico. Entretanto, nem Cuba, nem os Estados Unidos vivem a “paz da cidade” agostiniana das aldeias indígenas e das vilas camponesas, pois casa, comida, educação e saúde - níveis adequados de bem estar - embora pré-requisitos, não podem ser identificados com uma existência satisfatória.&lt;br /&gt;O contraste com as sociedades tradicionais demonstra que o desenvolvimento econômico pode destruir valores fundamentais de convívio e solidariedade indispensáveis à “tranqüilidade da ordem”.&lt;br /&gt;Não obstante, o desenvolvimento econômico deve ser um fim a ser atingido por todas as nações por razões outras que a felicidade das pessoas, pois é condição sine qua non para a sobrevivência dos povos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-2452869173291059234?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/2452869173291059234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/desenvolvimento-economico-e-felicidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2452869173291059234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/2452869173291059234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/desenvolvimento-economico-e-felicidade.html' title='Desenvolvimento econômico e felicidade, e necessidade.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-4236317679812562444</id><published>2009-05-17T15:22:00.000-03:00</published><updated>2009-05-17T15:23:04.120-03:00</updated><title type='text'>Armas, uma invenção feminina.</title><content type='html'>Um estudo que será divulgado no mês que vem pela revista científica Current Biology mostra que foram as fêmeas que criaram as primeiras armas. O motivo foi a necessidade, já que elas não tinham a força necessária para competir por comida com os machos, que podiam capturar as presas sem a ajuda de nenhum instrumento.&lt;br /&gt;A conclusão de antropólogos americanos foi baseada no estudo de grupos de chimpanzés no Senegal, cujas fêmeas roem madeira e a utilizam como arma de caça.&lt;br /&gt;¿As fêmeas tiveram de desenvolver formas criativas para solucionar um problema que os machos resolviam com a força física¿, explica a antropóloga Jill Pruetz, que liderou a pesquisa. ¿Só o fato de caçarem vertebrados com ferramentas é incrível, porque é algo que sempre pensamos ser exclusivo dos humanos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-4236317679812562444?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/4236317679812562444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/armas-uma-invencao-feminina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4236317679812562444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/4236317679812562444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/armas-uma-invencao-feminina.html' title='Armas, uma invenção feminina.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-747242247522047274</id><published>2009-05-17T15:11:00.000-03:00</published><updated>2009-05-17T15:18:27.542-03:00</updated><title type='text'>Novo Estudo faz revisão da entrada de humanos na Terra.</title><content type='html'>Clovis perde hoje definitivamente seu trono como o primeiro das Américas. Uma pesquisa publicada na revista Science mostra que sítios desta cultura são mais novos e foram ocupados por menos tempo do que se pensava antes.&lt;br /&gt;Este não é o primeiro golpe contra esta população de paleoíndios (apelidados em homenagem à cidade onde o primeiro sítio foi achado), que teriam chegado da Ásia ao continente pelo Estreito de Bering. Há 40 anos cientistas mostram outras evidências de povos mais antigos, coletadas no Chile e no Brasil, por exemplo. Mas agora a assertiva vem daqueles que antes apoiavam a teoria.&lt;br /&gt;Os paleontólogos Michael Waters, da Universidade A&amp;amp;M do Texas, e T.W. Stafford, maior especialista do mundo em datação de ossos, refizeram a análise por radiocarbono de 10 dos 22 sítios mapeados desta cultura com muito mais precisão do que há 50 anos. E dizem que este grupo caçador-coletor viveu entre 10.050 e 10.800 anos atrás - antes, o ponto de partida era de 11.500 a 10.900.&lt;br /&gt;Eles também afirmam, para a surpresa dos paleontólogos, que a cultura Clovis foi ativa por apenas 200 anos, o que teria impedido sua difusão pelo restante do continente. ¿Este resultado nos forçará a elaborar uma nova teoria sobre a origem do povoamento das Américas¿, diz Waters.&lt;br /&gt;Antes deste estudo, um dos principais obstáculos que Clovis enfrentou foi a descoberta do sítio de Monte Verde, no Chile, datado de 12.500 anos atrás. Tom Dillehay, um dos pesquisadores que o estudaram no fim da década de 1970, lamenta que tantos anos tenham se passado até que Clovis fosse afinal destronado. Mas vê com bons olhos o apoio vir de Waters e Stafford, ¿que agora mudaram de idéia e vêem o que os outros enxergam há 40 anos¿.&lt;br /&gt;A antropóloga Anna Roosevelt, que há dez anos vê Clovis apenas como um entre muitos grupos adaptados de forma distinta de acordo com as condições enfrentadas, acredita que o novo trabalho possa dar base a seu argumento. ¿Isso torna Clovis uma das diversas culturas do Novo Mundo, não a mais antiga¿, diz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-747242247522047274?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/747242247522047274/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/novo-estudo-faz-revisao-da-entrada-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/747242247522047274'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/747242247522047274'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/novo-estudo-faz-revisao-da-entrada-de.html' title='Novo Estudo faz revisão da entrada de humanos na Terra.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-5567720775395027759</id><published>2009-05-09T13:16:00.000-03:00</published><updated>2009-05-16T15:07:17.154-03:00</updated><title type='text'>Exórdio da História da Antropologia.</title><content type='html'>Homero, Hesíodo, assim como os filósofos Pré-socráticos viam este impacto das relações sociais como conseguência dos caprichos dos deuses, como conta a odisséia de Homero e a Teogonia de Hesíodo, como construções de pensamentos baseados na experiência humana, como prefiriam os filósofos Pré-socráticos.&lt;br /&gt;A medida humana foi o centro da discussão a cerca do mundo na Antiguidade Clássica. Os gregos deixaram diversos registros e relatos acerca de culturas diferentes das suas, assim como os chineses e os romanos. nestes textos nascia, a Antropologia, heródoto descreveu as culturas com as quais seu povo se relacionava. Aristóteles descreveu as cidades gregas e Xenofonte descreveu a Ìndia.&lt;br /&gt;Entre os romanos, o poeta Lucrécio investigou as origens da religião, das artes, e se ocupou da análise do discurso, Tácito analisou as tribos germânicas, baseando-se nos relatos dos soldados e viajantes. Agostinho, um dos pilares teológicos do Catolicismo, descreveu as civilizações greco-romanas "pagãs".&lt;br /&gt;O saber antropológico participou das discussões da Filosofia, ao longo dos séculos embora não existisse como disciplina específica. Durante a idade média muitos escritos contribuíram para a formação de um pensamento racional, aplicado ao estudo da experiência humana, como fez o administrador francês Jean Bodin, estudioso dos costumes dos povos conquistados. Com o advento do movimento iluminista, este saber foi estruturado em duas partes: a Antropologia Biológica e a Cultural.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-5567720775395027759?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/5567720775395027759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/historia-da-antropologia_09.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5567720775395027759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5567720775395027759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/historia-da-antropologia_09.html' title='Exórdio da História da Antropologia.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6308026508769076000.post-5426562544807999663</id><published>2009-05-08T00:02:00.002-03:00</published><updated>2009-05-11T10:19:38.339-03:00</updated><title type='text'>O significado de Antropologia.</title><content type='html'>É a ciência preocupada em estudar o homem e a humanidade de maneira totalizante, abrangendo todas as dimensões. A sua divisão clássica distingui a Antropologia Cultural da Antropologia Biológica. Cada uma destas, abrigou, diversas correntes de pensamento, em sua construção. Há poucas décadas conquistou o seu lugar entre as ciências. Inicialmente, foi considerada a história natural e física do homem e do seu processo evolutivo, no tempo e no espaço. Por outro lado essa concepção, restringia o seu campo de estudo às características do homem físico. Essa postura limitou os estudos antropológicos bastante tempo, privilegiando a antropometria, ciência que estuda as medidas do homem fóssil e do homem vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo a ciência da cultura e da humanidade, tem um campo vasto de investigação : abrange, no espaço, toda a terra habitada e no tempo, pelo menos dois milhoões de anos, e todas as populações socialmente organizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A antropologia preocupa-se em detalhar, tanto quanto possível, as relações humanas, nos seus aspectos físicos, nas suas relações com a natureza, seja na sua especificidade cultural. Para o saber antropológico o conceito de cultura tem diversas dimensões: universo psíquico, os mitos, os costumes e rituais, suas histórias peculiares, a linguagem, valores, crenças, leis, relações de parentesco, entre outros tópicos. Apesar de a antropologia remontar a antiguidade clássica, ela nasceu como ciência, da grande revolução cultural iniciada com o Iluminismo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6308026508769076000-5426562544807999663?l=antropologiasempre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/feeds/5426562544807999663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/o-significado-de-antropologia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5426562544807999663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6308026508769076000/posts/default/5426562544807999663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://antropologiasempre.blogspot.com/2009/05/o-significado-de-antropologia.html' title='O significado de Antropologia.'/><author><name>Manuel Gomes da Silva</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11524699376678102813</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://2.bp.blogspot.com/_Y3QsHMWir5E/SgO_z65Jx2I/AAAAAAAAAAM/9yWqLbnKtUU/S220/bonitas_05.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
